Semana das Semanas

É a Semana das semanas. Por causa do pecado dos primeiros pais, O Inocente será macerado pelos verdugos. Uma Luz vai brilhar, quando as trevas lançarem suas garras sobre a terra inteira. A sombra da morte sofrerá o golpe fatal do Senhor da Vida.

Enquanto alguns viajam para aproveitar uma micro-férias, os cristãos lembram que essa semana mudou os rumos da história. Após a crucifixão do Senhor, a justiça ganhou um rosto, a fé agora tem um conteúdo preciso, o amor tomou a carne humana. Mas também, é claro, o inimigo a ser combatido ficou evidente: o pecado.

Luz

Ao pecado não se dá trégua. Com o pecado não se faz paz. Nessa Semana Santa importa recordar que o único inimigo verdadeiro do homem é o pecado, que é o amor a tudo o que afasta a humanidade de Deus. Tudo o mais pode ser revertido, mas o desejo pessoal e consciente de amar o mal não pode conviver com a bondade de Deus.

Aproveitemos esses dias para nos retirarmos. Recordemos o preço pago para a remissão da vida humana: da minha e da sua. Lembremos dos verdugos, das pancadas, da vergonha e do escárnio. E lembremos que todas essas penas eram endereçadas a você e a mim. Diante disso, meditemos sobre nossas escolhas cotidianas. Meditemos e envergonhemo-nos por amarmos tão pouco Àquele que não guardou nada para si mesmo a fim de dar-se todo a nós.

Boa Semana Santa!

Flagelação de Cristo_1880

Por que os casamentos estão tão difíceis atualmente?

Casal DiscutindoTodos querem ser felizes e realizados. Na âmbito econômico, na vida profissional, mas também na vida conjugal. Apesar disso, porém, muitas são as histórias de frustrações e de desilusões que parecem impossibilitar a realização desse anseio tão comum ao coração do homem. Por que os relacionamento sofrem tantos reveses? Por que tantos casamentos padecem atualmente?

Segundo Thomas J. White, a causa de tanta dificuldade é a equivocada impressão de que a natureza humana é imperfeita e, por isso, todo esforço para conseguir um relacionamento saudável resultaria infrutífero. Graças a esse ideia antiga, o homem é irremediavelmente marcado pelo mal e não pode alcançar sequer a felicidade humana mais fundamental, determinando assim seus relacionamentos ao fracasso. Mas será mesmo que cada indivíduo está fadado ao desastre nos seus casamentos? O homem é livre e nenhum relacionamento está determinado ao sucesso ou ao fracasso. Muitos relacionamentos agonizam em nossos dias porque seus participantes esqueceram que é possível tomar as rédeas de suas vidas em suas mãos, não permitindo que gurus, filósofos ou personagens do momento determinem suas escolhas. Os casamentos estão mais difíceis porque seus participantes estão mais moles. Há uma crise de responsabilidade! Mas não precisar ser desse jeito.

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O príncipe encantado existe?

principe-encantadoQuem não conhece relacionamentos tóxicos? Quem nunca sofreu achando que a felicidade era inalcançável? Quantas vezes não se pensou que é impossível um relacionamento humano saudável? O que as pessoas não sabem é que existe um segredo muito bem guardado, um segredo que poderia mudar grande parte dos sofrimentos e poupar muitas lágrimas do passado. É disso que falaremos brevemente aqui.

Para alcançar um relacionamento humanamente rico, para viver um relacionamento saudável com seu namorado, noivo ou cônjuge, importa ter claro uma coisa: não existe pessoa que seja naturalmente incompatível com você. Muitos relacionamentos terminam porque seus componentes acreditam que é impossível conviver entre si e essa impossibilidade é intransponível. Sei que essa impressão é comum e muito disseminada justamente pela ideia de que há alguém prontinho para viver comigo, em algum lugar. Como consequência desse raciocínio, qualquer outro que não esse escolhido trará problemas sem tamanho pois não será aquele que é destinado a me fazer feliz pra sempre. Não é bem assim!

O segredo de todo relacionamento saudável é compreender que não existe pessoa com a qual não se consiga conviver. Por conseguinte, a esperança de que haja alguma pessoa 100% compatível comigo é outro delírio. Contra os romantismos e os pessimismos, importa lembrar que o príncipe encantado é um mito.

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A Polêmica do Beijo – Dom Antônio Augusto Dias Duarte (Bispo Auxiliar do RJ)

A Polêmica do Beijo – Dom Antônio Augusto (Bispo Auxiliar do RJ)

 

Quando algum gesto ou certas palavras tornam-se uma polêmica entre grupos de pessoas, a última resposta esperada pelo público, que é espectador da discussão iniciada, seria uma justificativa tão fechada na mente dos geradores de tal controvérsia, que não convence ninguém.

A reação ao beijo de duas famosas artistas da dramaturgia brasileira ocorrido na estréia da novela da Globo no dia 16 de março passado foi exatamente isso: uma resposta esfarrapada.

As redes sociais “bombaram” todos os dias seguintes ao gesto “ibópico” (para ter Ibope logo no início da novela, e sobretudo por motivos que discutiremos nesse artigo), e qual foram as respostas das duas idosas mulheres do teatro?

Dom Antônio Augusto

O que é viver no Espírito? – Pe. Eduardo Braga (Pe. Dudu)

 O que é viver no Espírito?

Amados! Esta pergunta jamais poderá ser pensada por nós de maneira periférica. Ela constitui a essência da vida cristã! Por que? Porque a vida dos filhos e filhas de Deus, a vida dos filhos da Igreja, a vida cristã só pode ser autentica se for vivida “no Espírito”! É o Espírito quem guia a Igreja e o crente em seu encontro com Jesus.

Pe. Dudu
Encontrando-se com a Renovação Carismática de várias nações em Roma no mês de Junho passado, o Santo Padre também nos perguntava: “O primeiro dom do Espírito Santo, qual é? O dom de si mesmo, que é amor e te faz apaixonar-se de Deus. E este amor muda a vida. Por esta razão, se diz nascer de novo para a vida no Espírito”.

Adotados por homossexuais agradecem Dolce e Gabbana por sua defesa da família composta por pai e mãe

Comentário: quem teria maior autoridade para falar sobre crianças adotadas por duplas homossexuais  do que essas mesmas crianças? Pois bem, 6 pessoas vieram a público defender Dolce e Gabbana por sua defesa da família. Eles dizem que “todo ser humano tem uma mãe e um pai, e cortar isso da vida de uma criança significa roubar a sua dignidade“. Quem teria coragem de contestar essas vidas de sofrimento e alheamento? Ou quem irá acusar os estilistas de homofóbicos?


Adotados por homossexuais agradecem Dolce e Gabbana por sua defesa da família composta por pai e mãe
Stefano Gabbana e Domenico Dolce / Foto Twitter

Babilônia.com.br – Pe. Eduardo Braga (Pe. Dudu)

Comentário: Pe. Dudu escreve sobre a nova pérola da pátria educadora: mais uma novela da Globo. O que mais me incomoda nisso tudo é saber que não poucos cristãos, ao invés de investirem na própria formação com bons livros e filmes, se dispõem a ver essas porcarias diariamente em suas casas.


Babilônia.com.br

Infelizmente mentes ímpias querem ressuscitar Babilônia! Agora made in Brasil!  O nome desta famosa cidade bíblica se refere também à torre de Babel. Em Babilônia havia cinquenta e três templos pagãos onde perdurava o sincretismo. Sob o comando de Nabucodonosor (uma espécie de Hitler da época) Babilônia destruiu a Cidade Santa de Jerusalém em 597 a.C.

Grosso modo, pensando no Apocalipse, este título faz referência à prostituição, entendida com seus crimes e pecados cometidos contra Deus e seus filhos. O próprio livro explica o significado secreto de Babilônia: “A grande Babilônia, mãe de todas as prostitutas e de todas as pessoas imorais do mundo” ( Ap 17, 5).

O que dizer de duas senhoras de oitenta e seis anos se beijando? Babilônia!

Cenas casuais de sexo e assassinato? Babilônia!

Golpe do baú e traição? Babilônia!

Triangulo amoroso e prostituta de luxo? Babilônia!

Público pronto? Tratar com naturalidade? Espaço para o amor? Romance sério? Noite feliz? Beijo gay de terceira idade? Não! Isto não pode ser amor nem aqui nem no inferno! Felicidade? Jamais! Romance? Decadência! Naturalidade? Monstruosidade! Que público? Espaço? Nos nossos lares? Só quem for conivente e babilônico! Somente daqueles que já transformaram suas igrejas domésticas e santuários da vida em torres de babel! De fato, este é outro golpe baixo do baú do diabo que vem com toda sujeira, corrupção e decadência do mal deste mundo jogando na sala da tua casa, na tua cara e na cara dos teus filhos. Que decadência, católico! Que decadência, evangélico! Que decadência, homem e mulher de boa índole!

Em um momento tão crítico da história deste país, Babilônia e Big Brother não podem nos trazer luz, paz e esperança. Desperta povo! Deus destruiu Babilônia! Não permita que ela seja levantada com o material e mão de obra do Brasil! Não precisamos de Babilônia! Queremos Jerusalém! Queremos ordem e progresso! Queremos Deus e os valores autênticos e imortais! Queremos o amor e a paz! Queremos a segurança, o respeito e a prosperidade completa!

Unidos pelo Avivamento da nova Jerusalém e pela destruição da nova Babilônia!

Pe. Dudu

Eu gritei por você

No histórico 15/03/2015, eu gritei por você. Por você e por todo o povo brasileiro. Ontem, uma multidão foi às ruas do país para mandar um recado a seus governantes: queremos mudanças concretas. Nada de promessas, nada de reformas feitas por encomenda. Há leis que bastam no Brasil! Nesse dia memorável, fui às ruas porque quero que sejam punidos exemplarmente e com celeridade os corruptos que têm arruinado nossa nação. Gritei porque quero que sejam demitidos os funcionários públicos que roubam o erário e que seus bens sejam vendidos para ressarcir a nação. Gritei porque quero que o governo diminua gastos, demitindo o quanto antes os mais de 100.000 funcionários contratados sem concurso e com salários extraordinários. Por tudo isso, fui às ruas gritar.

Escândalos do PT - 02

Arthur Schopenhauer – Causa Geral

Causa Geral

Arthur Schopenhauer

Causa geral é “a modificação antecedente que torna necessária a modificação conseqüente”

Fonte: SCHOPENHAUER, Arthur. O livre arbítrio. Rio de Janeiro: Edições de Ouro, 1967, p. 123.

Jihadistas, o 11 de janeiro e a Europa do vazio

Fabrice Hadjadj - Roma, 5 de fevereiro de 2015.

Escritor, Filósofo, Diretor do Instituto europeu de estudos antropológicos Philanthropos.

 

Intervenção diante dos ministros do Interior e das Relações exteriores, representantes judeus e muçulmanos na Fundação De Gasperi.[1]

 

Caros Jihadistas – é o título de uma carta aberta publicada por Philippe Muray – um dos nossos maiores polemistas franceses – pouco após os atentados de 11 de setembro de 2001. Esta carta se termina com uma série de advertências aos terroristas islâmicos, mas na verdade, o que ela visa por tabela e por ironia são os Ocidentais fanáticos do conforto e do supermercado. Cito uma passagem em que vocês captarão rapidamente a feliz e mordaz zombaria: “[Caros Jihadistas], temam a cólera do consumidor, do turista, dos que estão em férias saindo de seus treilher! Vocês nos imaginam prostrados nos prazeres e nos lazeres que nos deixaram tranquilos? Pois bem, nós lutaremos como leões ferozes para proteger nossa tranquilidade. […] Nós lutaremos por tudo, pelas palavras que não tem mais sentido e pela vida que vai com elas.” E pode-se hoje acrescentar: nós lutaremos especialmente por Charlie Hebdo, jornal ontem moribundo e que não possuía o mínimo espírito crítico – pois criticar é discernir, e Charlie colocava no mesmo saco jihadistas, rabinos, policiais, católicos, franceses médios – mas justamente nós faremos disto o emblema da confusão e do nada que nos animam!

Joseph Ratzinger – Fé e Democracia

Fé e Democracia

Joseph Ratzinger

“Vai-se impondo, em graus de intensidade variáveis, a tentativa de estender o princípio da maioria à fé e à moral, ou seja, o projeto de ‘democratizar’ decididamente a Igreja. Essa tentativa se expressa da seguinte maneira:o que não parece evidente à maioria, não se pode impor como obrigatório. Mas, de que maioria se trata? Não haverá amanhã outra, diferente da de hoje? Uma fé que nós mesmos podemos estabelecer não é fé”

Fonte: RATZINGER, Joseph. Fé, Verdade e Tolerância. São Paulo: Inst. Bras. de Filosofia e Ciência Raimundo Lúlio, 2007, p. 121.

Hans-Georg Gadamer – Iluminismo

Iluminismo

Hans-Georg Gadamer

“O pathos do Iluminismo foi investir contra todos os preconceitos”

Fonte: GADAMER, Hans-Georg. Elogio da Teoria. Lisboa: Ediçõe 70, 2001, p. 48.

Reinauguração do Centro Dom Vital!

Convite

Reinauguração da Sede


Prezados amigos do CDV,
Está chegando o dia da Reinauguração da nossa Sede, futuro local de convivência e mútuo crescimento, com cursos, palestras e espaço de leitura! Àqueles que ainda não puderam confirmar sua presença, pedimos que o façam assim que possível. A confirmação pode ser feita respondendo a esta mensagem.

ATENÇÃO!
O email completo para confirmação de presença é:
comunicacao@centrodomvital.com.br

Maiores informações sobre o evento no convite abaixo.

Fraternalmente,
Comunicação CDV

Francisco José de Almeida – Família e Falta de Tempo

Família e Falta de Tempo

Francisco José de Almeida

“Não é com as ‘sobras’ – de tempo e de disposição – que se edifica a vida familiar. Quem habitualmente não chega a casa para jantar com toda a família, quem não tem cabeça e engenho para programar um domingo familiar alegre e divertido – festivo – e depois cumpri-lo, tem de reestruturar as prioridades da sua ordem, porque se vê a quilômetros de distância que a sua vida está dominada pela desordem”

Fonte: ALMEIDA, Francisco José de. A virtude da ordem. São Paulo: Quadrante, 2006, p. 45.

Conselho Pontifício para a Família – Noivado

Noivado

Conselho Pontifício para a Família

 “A preparação para o matrimônio constitui um momento providencial e privilegiado para aqueles que se orientam para este sacramento cristão, e um Kayrós, isto é, um tempo no qual Deus interpela os noivos e suscita neles o discernimento da vocação matrimonial e da vida na qual introduz. O noivado inscreve-se no contexto de um denso processo de evangelização.”

Fonte: Conselho Pontifício para a Família. Preparação para o sacramento do matrimônio, §2.

Hermenêutica e ciência: Hans-Georg Gadamer e Thomas Kuhn

Comentário: artigo publicado na revista Conhecimento e Diversidade. Trata da relação entre a noção de tradição e o conceito de ciência.


 

Hermenêutica e ciência: Hans-Georg Gadamer e Thomas Kuhn

[…]

Embora Thomas Kuhn não aborde o tema nesses termos, a questão da valorização da Tradição e da Autoridade já está posta desde sempre na problemática do Paradigma. Sem embargo, a crise que se segue à ciência normal e antecede ao novo Paradigma é nada menos que isso: a tensão entre a Tradição e a descoberta. De fato, em Kuhn o conhecimento científico nunca é construído sobre uma “tabula rasa”, mas sempre em diálogo, sempre em discussão com um Paradigma vigente. Enfim, o conhecimento se move sempre em relação a um Paradigma, seja para contestá-lo, seja para ratificá-lo. É isso que sustenta Gadamer:

Toda experiência é confronto, já que ela opõe o novo ao antigo, e, em princípio, nunca se sabe se o novo prevalecerá, quer dizer, tornar-se-á verdadeiramente uma experiência, ou se o antigo, costumeiro e previsível reconquistará finalmente a sua consis-tência. Sabemos que, mesmo nas ciências empíricas, como Kuhn em particular o demonstrou, os conhecimentos novamente estabelecidos encontram resistências e na verdade permanecem por muito tempo ocultos pelo ‘paradigma’dominante. O mesmo ocorre fundamentalmente com toda experiência. Ela precisa triunfar sobre a tradição sob pena de fracassar por causa dela. O novo deixaria de sê-lo se não tivesse que se afirmar contra alguma coisa.

Não por acaso, Gadamer faz referência duas vezes a Thomas Kuhn em suas obras. A primeira delas foi em 1975, na introdução às conferências realizadas pelo nosso autor em 1958, em Louvain. Quando da edição inglesa destas conferências, Gadamer prepara uma introdução a esta obra, e nela cita Thomas Kuhn. A segunda referência é numa nota da 5ª edição alemã de Verdade e Método (1986 provavelmente). Lá, no capítulo que trata da reabilitação da autoridade e da Tradição, ele se limita a dizer que “esta questão parece ser bem mais complicada desde Thomas Kuhn”.

Na primeira referência, já citada nesta reflexão, Gadamer identifica-se com a reflexão de Kuhn. A percepção de certa semelhança entre os autores parece bastante clara. A valorização da Tradição e o papel do Paradigma no ato do conhecimento têm papéis muito assemelhados, pois em ambos aspectos o processo de aquisição de sabedoria nunca é dado imediatamente e a partir do limbo, mas sempre parte de um horizonte de conhecimento que é aquele do pesquisador ou do cientista.

De fato, Gadamer e Kuhn possuem muitas afinidades. Eles voltam às coisas mesmas, mas não como o movimento do Aufklärung imaginava. Nem um, nem outro tem a pretensão vã de ouvir o objeto ao modo do objeto, pois ambos sabem que, caso se possa ouvir qualquer coisa, só se poderá fazê-lo ao modo do ouvinte. As abordagens cientifi-cistas ou matematistas da realidade são insuficientes menos por seus métodos do que por suas premissas filosóficas exclusivistas.

Jennifer Lackey – Ciência e Testemunho

Ciência e Testemunho

Jennifer Lackey

“The upshot of my view is that, strictly speaking, we do not learn from one another’s states of believing on knowing – we learn from one another’s words”

“O resultado do meu ponto de vista é que, a rigor, nós não aprendemos as nossas crenças sobre o conhecimento uns com os outros – aprendemos com as palavras uns dos outros” (Tradução nossa).

Fonte: LACKEY, Jennifer. Learning from words: Testimony as Source of Knowledge. Oxford: Oxford University, 2008, p. 2.

Steve Fuller – Science Studies Unit

Science Studies Unit

Steve Fuller

“Shortly after becoming prime minister of Great Britain in 1964, Harold Wilson called for the integration of science and technology into the mainstream of British society. The result was a series of courses instituted in the late 1960s to teach science and engineering majors about the social dimensions of their research, into the hope of tracking them into more socially beneficial directions. Among these new service teaching programs was the Edinburgh SSUnit”

“Pouco depois de se tornar Primeiro-Ministro da Grã-Bretanha em 1964, Harold Wilson pediu a integração da ciência e da tecnologia para o padrão da sociedade britânica. O resultado foi uma série de cursos instituída no final dos anos 1960 para ensinar ciências e engenharias sobre as dimensões sociais de suas pesquisas, na esperança de orientá-las em direções socialmente mais benéficas. Entre esses novos serviços de programas de ensino houve o Science Studies Unit de Edimburgo”

Fonte: FULLER, Steve. Thomas Kuhn: a philosophical history of our times. Chicago
and London: The University of Chicago Press, 2000, p. 318-319.