Ser e Dever-ser: Tomás de Aquino e o Debate Filosófico Contemporâneo – Pré-Venda

O Pe. Anderson Alves, que já colaborou diversas vezes aqui no Site Humanitatis, está lançando um livro pela Editora Raimundo Lúli0, de São Paulo. Trata-se de uma abordagem tomista da filosofia contemporânea. Só por esse tema o livro mereceria ser valorizado por aqueles que se dedicam ao estudo do pensamento humano. Segue o texto de divulgação do livro:

Agora você pode reservar o seu exemplar por meio da “compra antecipada”, uma prática tradicional das centenárias editoras europeias, como a Brepols e a WBG. Desse modo você garante o seu exemplar com antecedência e com um desconto especial.
Apresentamos a seguir o livro Ser e Deve-ser: Tomás de Aquino e o Debate Filosófico Contemporâneo, de autoria do Pe. Anderson Machado Rodrigues Alves. O prólogo é do professor de Metafísica da Pontificia Università della S. Croce, Mons. Lluis Clavell, recentemente nomeado pelo papa Francisco como Consultor do próximo Sínodo da Família.

O livro estuda uma questão candente de nosso tempo – a crise do sentido. A falta de sentido de muitas vidas, lamentada no mundo inteiro, parece ser o resultado de duas atitudes: da ignorância do bem que deve ser perseguido e da desconfiança na capacidade da razão humana em alcançar a verdade. Atitudes, aliás, que se reforçam mutuamente, levando o ser humano à desesperança e à revolta.
Sem dúvida, superaremos estes tempos críticos quando nos dermos conta de que a verdade é um bem e de que somos capazes de a conhecer e amar.
O autor discute com perspicácia esse tema no contexto do debate filosófico contemporâneo, sustentando sua opinião com base no autêntico pensamento de Tomás de Aquino.
O livro, com cerca de 360 páginas, será lançado no próximo dia 30 de abril ao preço de R$ 72,00.
Por meio da “compra antecipada”, você garante o seu exemplar com antecedência e com mais de 30% de desconto, ou seja, pelo valor de R$ 50,00.
Não deixe de aproveitar esta oferta especial e faça agora a compra em nossa livraria virtual, clicando aqui.

Ser e Dever-Ser: Tomás de Aquino e o Debate Filosófico Contemporâneo

Anderson M. R. Alves captou com lucidez e valentia a origem da debilidade cultural de hoje e das conseguintes crises e quis ir à sua raiz, investigando a relação entre o bem e a verdade, o amor e o conhecimento, a vontade e a inteligência, a ética e a metafísica. Expresso o mais sincero desejo de que a juventude universitária do Brasil possa ajudar a velha Europa a recuperar-se do seu cansaço. O presente trabalho é uma mostra valiosa de uma leitura renovada dos clássicos a partir da experiência atual, na busca de orientação para construir o futuro.

Mons.  Lluís Clavel

 

Matrix e a heresia gnóstica

Fica a dica para o caro crismando sabichão: seja mais humilde. Você não é tão esperto quanto pensa. O cristianismo não tem 2.000 anos de reflexão e doutrina pra um moleque de 16 anos, mascando chiclete e ouvindo Hip Hop, desmascarar sua mentira com uma simples pergunta. Não, você não se funde com Deus depois da morte. Abandone esse mito hollywoodiano de que é possível controlar o tempo e o espaço, como o Neo. Deus não é uma máquina, meu caro! No Céu tem tempo sim, só é diferente do que você está acostumado

 

É bastante comum, mesmo entre os mais bem formados filosófica e teologicamente, um equívoco a respeito da natureza das bem-aventuranças. Falando propriamente, o problema não é tanto a respeito da natureza do Céu, mas da natureza do tempo. Por esse motivo, o tema se reveste de importância filosófica, ainda que sua raiz esteja na compreensão equivocada do Divino. Vamos lá!

Tempo

Só em Hollywood o homem escapa fisicamente aos ditames do tempo cronológico

Por razões pedagógicas, prefiro apresentar o tema como ele costuma aparecer, frequentemente tratando do tema das bem-aventuranças. O crismando “descolado”, ao ouvir da existência de dois juízos após a morte, o Juízo Particular e o Juízo Universal, sorri por dentro, coça a cabeça, levanta a mão deliberadamente titubeante e solta, com a certeza interna de que acabou de pegar uma contradição do cristianismo: “Mas professor, como haverá dois juízos se para Deus não há tempo? Ele já não sabe tudo sobre todos agora? Eu sempre ouvi dizer que no Céu não tem tempo…”. É assim que o tema vem à baila ordinariamente. Normalmente, para entender o dado da fé, confronta-se um pensamento comum em nossos dias, acerca da natureza de Deus.

De fato, o aluno tem alguma razão na provocação: se Deus existe, Ele não pode estar submetido às leis da temporalidade, como a precariedade e a corrupção, por exemplo. Deus deve ser Eterno e não pode padecer as mazelas da temporalidade. A análise do argumento do aluno, porém, demonstra que o equívoco evidente está no nível antropológico. O aluno desatento, sem perceber o que dizia, acabou por fazer os santos se tornarem eternos. Na mente do crismando confuso, ao entrar no Céu os santos escapam à temporalidade humana tal qual como a conhecemos e adentram a eternidade. E como Deus, eles não estão mais submetidos às regras do relógio. Como o personagem de Matrix, Neo, os santos estão além dessas regrinhas tolas de homens normais. E aqui está o erro de modo claro e cristalino: na mente do aluno, os homens mergulham em Deus, quase fundindo sua natureza com a natureza Divina. Como não ver influências gnósticas e orientais nessa percepção da natureza humana? O aluno sabichão pode não saber – e quase sempre não sabe mesmo -, mas sua percepção da antropologia está eivada de erros graves, que afastam sua compreensão do modo como o cristianismo e sã filosofia vêem o homem e aproximando-o do modo como heresias gnósticas e religiões orientais o compreendem. Tentaremos esclarecer alguns desses erros.

Questão

Antes, entenda-se que a temporalidade, tal como a conhecemos, é propriedade cosmológica. Mais: é a marca do material (em linguagem cristã e mais precisa filosoficamente, é signo do criado). Tudo o que é criado possui início e, portanto, encontrará seu fim. Ainda que demorem milhões  e milhões de anos, tudo o que é criado colapsará! Dessa experiência deduz-se que tudo o que tem início e fim traz o selo do temporal. Santo Agostinho dizia que o tempo é a medida entre um antes e um depois. É nesse sentido que se diz que Deus não tem tempo pois nEle não há um antes ou um depois: Ele É.

Logo, pensando na natureza de Deus e aplicando a definição de tempo de Santo Agostinho, não há mudança em Deus, não há um antes e um depois, não há tempo. À luz da doutrina agostiniana, e usando tão somente as luzes da razão humana, não se pode conceber temporalidade em Deus, pois isso comportaria admitir precariedade, mudanças, imperfeições, todas essas noções incompatíveis com a Divindade.

E é assim que o aluno cai na armadilha filosófica: se o homem é temporal por natureza (marcado por um antes e um depois), e se Deus é o atemporal ou Eterno por essência (sem antes e sem depois), quando o homem morre e está diante de Deus ele não pode mais estar submetido às exigências da temporalidade. Daí até a afirmação que o homem “está fora do tempo” é menos do que um pulo. Ocorre, contudo, que o homem não se dissolve na natureza de Deus após a morte, como pensam as doutrinas orientais. O homem continua um indivíduo, com inteligência e vontade, consciência e sentimentos, continua um indivíduo distinto da Divindade. Como resolver essa questão?

Veja, é necessário introduzir um terceiro elemento para resolver o problema. Se só há dois elementos – o Eterno e o Temporal – não há solução possível. Pois ao morrer, o homem ou se fundiria a Deus ou seguiria obedecendo as leis da temporalidade que vigiam antes da morte. Mas há uma terceira via. O homem, diferente do resto do mundo criado, não é finito simplesmente. Ele foi criado no tempo, sim, mas sua alma escapa das garras da morte, o homem é imortal. Então, classificar o homem como temporal (o que tem início e fim) não é tão correto como parece. O homem tem início mas não tem fim, pois sua natureza racional tem funções que ultrapassam os limites do tempo. Ora, ainda que seja assim, o homem não se torna Deus ao morrer, pois o Divino também não possui início. Assim, relativamente ao cosmos visível, a natureza do homem é ímpar pois não é essencialmente divina, nem simplesmente material e criada. A reflexão teológica – em consonância com a sã filosofia – criou um termo que desse conta dessa realidade humana tão difícil de perceber: é a eviternidade, que trata do que foi criado mas é imortal.

Se pensarmos bem, veremos que outros entes fazem parte da eviternidade. Os anjos, por exemplo, na medida em que são criados, não podem ser eternos, pois têm início em algum momento. Entretanto, diferente do que é material, não possuem um fim natural. Desse modo, não se enquadram no conceito de temporalidade cronológica, nem no de eternidade. Eles são, com os homens, entes que estão sob a marca da eviternidade. São doutrinas orientais que difundem a ideia de que, após a morte, cada indivíduo se unirá à luz, à força cósmica, à divindade, ao princípio do universo, e com ele tornar-se-á um. Isso é panteísmo e um erro filosófico crasso: não podem haver dois perfeitos, Deus e você!

Fica a dica para o caro crismando sabichão: seja mais humilde. Você não é tão esperto quanto pensa. O cristianismo não tem 2.000 anos de reflexão e doutrina pra um moleque de 16 anos, mascando chiclete e ouvindo Hip Hop, desmascarar sua mentira com uma simples pergunta. Não, você não se funde com Deus depois da morte. Abandone esse mito hollywoodiano de que é possível controlar o tempo e o espaço, como o Neo. Deus não é uma máquina, meu caro! No Céu tem tempo sim, só é diferente do que você está acostumado.

ESQUEMA

Eterno – Sem Início e Sem Fim – Apenas Deus

Eviterno – Com Início e Sem Fim – Homens e Anjos

Temporal – Com Início e Com fim – A Criação

Manuscrito

Hugo de São Vitor – Arte de Ler

Arte de Ler

Hugo de São Vitor 

“São três, os preceitos mais necessários para a arte de ler: o primeiro preceito: “que saibamos previamente o que devemos ler”. O segundo: “a ordem a seguir durante a leitura, isto é, qual o primeiro texto a ser destrinchado, qual o segundo e assim por diante”. E o terceiro preceito: “como devemos ler”.

Fonte: SÃO VITOR, Hugo de. Didascalicon: a arte de ler. Campinas: Vide Editorial, 2015, p. 19.

Conselho Pontifício para a Família – Metas da Preparação Remota para o Matrimônio

Metas da Preparação Remota para o Matrimônio

Conselho Pontifício para a Família

“25. Nesta etapa ou momento da preparação remota são atingidos objetivos específicos. Sem ter a pretensão de se fazer uma lista exaustiva deles, de modo indicativo recorda-se que tal preparação deverá, antes de mais, conseguir a meta pela qual cada fiel, chamado ao matrimônio, compreenda a fundo que o amor humano, à luz do amor de Deus, assume um papel central na ética cristã. De fato, a vida humana, como vocação-missão, é chamamento ao amor que tem a sua nascente e o seu fim em Deus, «sem excluir a possibilidade do dom total de si a Deus na vocação à vida sacerdotal ou religiosa» (FC 66). Neste sentido é preciso recordar que a preparação remota, mesmo quando se detém sobre conteúdos doutrinais de carácter antropológico, se coloca na perspectiva do matrimônio no qual o amor humano se torna participação, além de sinal, do amor que acontece entre Cristo e a Igreja. Assim, o amor conjugal torna presente entre os homens o próprio amor divino tornado visível na redenção. A passagem ou conversão de um nível de fé mais exterior e vago, próprio de muitos jovens, a uma descoberta do «mistério cristão» é uma passagem essencial e decisiva: uma fé que implica a comunhão de Graça e de amor com o Cristo Ressuscitado.

26. A preparação remota terá atingido os seus principais objetivos no momento em que tenha consentido assimilar os fundamentos para adquirir, cada vez mais, os parâmetros de um reto juízo acerca da hierarquia de valores necessária para escolher o que de melhor oferece a sociedade, segundo o conselho de S. Paulo: «Examinai todas as coisas, conservai o que é bom» (1 Tess. 5,19). Nem se pode esquecer que, mediante a graça de Deus, o amor é curado, fortalecido e intensificado mesmo através dos necessários valores ligados à doação, ao sacrifício, à renúncia e abnegação. Já nesta fase de formação, a ajuda pastoral deverá ser orientada a procurar que o comportamento moral seja regido pela fé. Um tal estilo de vida cristã encontra o seu estímulo, apoio e consistência no exemplo dos pais que se torna para os nubentes um verdadeiro testemunho.

27. Esta preparação não deve perder de vista um fato muito importante que consiste em ajudar os jovens a adquirir, em confronto com o ambiente, uma capacidade crítica e a terem também a coragem cristã de quem sabe estar no mundo sem ser do mundo. Nesse sentido leiamos a Carta a Diogneto, documento venerável desde a primeiríssima época cristã e de reconhecida autenticidade: «Os cristãos não se diferenciam do resto dos homens nem pelo território, nem pela língua, nem pelos costumes de vida… (contudo) propõem-se uma forma de vida maravilhosa e, todos admitem, incrível… Como todos os outros, casam-se e têm filhos, mas não expõem as suas crianças. Têm em comum a mesa, mas não o tálamo. Vivem na carne, mas não segundo a carne» (V, 1, 4, 6, 7). A formação deverá conseguir uma mentalidade e uma personalidade capazes de não se deixar arrastar pelas concepções contrárias à unidade e à estabilidade do matrimônio, para assim poder reagir contra as estruturas do assim chamado pecado social que «se repercute, com maior ou menor veemência, com maior ou menor dano, sobre toda a estrutura social e sobre a inteira família humana» (Exortação Apostólica Reconciliatio et Paenitentia, 16). É diante destes influxos de pecado e de tantas pressões sociais que deve ser revigorada uma consciência crítica.

28. O estilo cristão de vida, testemunhado pelos lares cristãos, é já uma evangelização, é o próprio fundamento da preparação remota. De fato, outra meta é constituída pela apresentação da missão educativa dos próprios pais. É na família, igreja doméstica, que os pais cristãos são as primeiras testemunhas e os formadores dos filhos seja no crescimento da «fé-esperança-caridade», seja na configuração da vocação própria de cada um deles. «Os pais são os primeiros e principais educadores dos seus filhos e têm também neste campo uma competência fundamental: são educadores porque pais» (Gratissimam Sane, 16). Para isto os pais têm necessidade de oportunos e adequados auxílios.

29. Entre eles, deve-se incluir, antes de mais, a paróquia como lugar de formação eclesial cristã; é nela que se aprende um estilo de convivência comunitária (cf. Sacrosantum Concilium, 42). Não devemos esquecer, além disso, a escola, as outras instituições educativas, os movimentos, os grupos, as associações católicas e, obviamente, as das próprias famílias cristãs.

Possuem particular relevo, nos processos educativos dos jovens, os meios de comunicação de massa, que deveriam ajudar positivamente a missão da família na sociedade e não, pelo contrário, causar-lhe dificuldades.

30. Este processo educativo deve ser também assumido pelos catequistas, pelos animadores da pastoral juvenil e vocacional e sobretudo pelos pastores que aproveitarão o momento das homilias durante as celebrações litúrgicas, e de outras formas de evangelização, de encontros pessoais, de itinerários de compromisso cristão, para sublinhar e evidenciar os pontos que contribuem para uma preparação orientada a um possível matrimónio (cf. OCM 14).

Fonte: Conselho Pontifício para a Família. Preparação para o sacramento do matrimônio, §§25-30.

Catolicast – Namoro – O Início

A Equipe do Catolicast, que agora está trabalhando em conjunto com o excelente blog O Catequista, traz um bate-papo interessantíssimo sobre namoro. Temas importantes como fé dos namorados, castidade pré-matrimonial, no namoro, . Divulguem o apostolado, pessoal!

INTERROMPENDO O SEU BANHO DE SÁBADO!!! Nesse Catolicast Vitor Quintes,Bruno Pinheiro e Christian Rité (Web Rádio Catolicast), Ivan Quaresma(Itinerário de preparação para o MatrimônioDaniel Machado(Destrave – Canção Nova) e Alexandre Varela(O Catequista) batem um papo maneiro e formativo sobre o começo de namoro.

Atenção: Esse Catolicast não tem restrições de status de facebook!

Nesse Catolicast: Saiba como começar um namoro através de “piadas”, aprenda que na vida não se pode perder tempo, aprenda que distancia nunca será um problema e que não existe uma receita de bolo, mas sim um bolo de receitas.

Catolicast: Namoro – O Início

Clodovil e a intolerância do movimento LGBT

Alguns não entendem porque algumas demandas de movimentos, que querem sequestrar a voz dos homossexuais, desagradam tantas pessoas de linhas ideológicas tão distintas. Quando isso acontece, esses grupos falam de preconceito, de perseguição e coisas do tipo. A verdade é que muitos desses movimentos são intolerantes e autoritários, inclusive contra pessoas homossexuais que não aceitam a patrulha. Vejam como os homossexuais italianos, Dolce e Gabbana, contrários à adoção por homossexuais, foram tratados pelos movimentos ideológicos internacionais gayzistas. Só faltou dizer que os homossexuais italianos são homofóbicos (sic!).

O mesmo aconteceu no passado, quando Clodovil, que não se pode acusar de cristão ultra-conservador, deu opinião contrária ao mainstream do lobby gayzista a respeito de tema controverso. O vídeo abaixo comprova o modo intolerante com que foi tratado pelos ideólogos do movimento.

Um dos momentos mais importantes do vídeo: “Vocês só ouvem o que lhes convêm“, Clodovil mitando os ideólogos e aproveitadores que instrumentalizam e pretendem roubar a voz de todos os homossexuais do universo.

Convite – Adoração pelas famílias – Abril/2015

A Adoração pelas Famílias está chegando.

Ajude a divulgar e venha rezar conosco!

Será dia 18/04, às 19h30, na Paróquia de São João Batista, em Tenente Jardim-Niterói.

Adoração_2015_Abril

Colégio Monte Alto – Evento Gratuito

O Colégio Monte Alto, de Niterói, fará um evento gratuito para os cidadãos dessa cidade. No dia 25/04, sábado, de 10h00 às 12h00, na Associação Médica Fluminense (AMF) haverá duas palestras muito interessantes a respeito da preparação para educação dos filhos:

Como harmonizar carinho, proteção e exigência na educação de nossos filhos?

Prof. João Malheiro, Doutor em Educação (UFRJ)

Afetividade Infantil e Harmonia Familiar

Dr. Ítalo Marsili, Psiquiatra

Para maiores informações, entrem em contato no email: montealtoniteroi@acecrj.org.br

Colégio Monte Alto

Semana das Semanas

É a Semana das semanas. Por causa do pecado dos primeiros pais, O Inocente será macerado pelos verdugos. Uma Luz vai brilhar, quando as trevas lançarem suas garras sobre a terra inteira. A sombra da morte sofrerá o golpe fatal do Senhor da Vida.

Enquanto alguns viajam para aproveitar uma micro-férias, os cristãos lembram que essa semana mudou os rumos da história. Após a crucifixão do Senhor, a justiça ganhou um rosto, a fé agora tem um conteúdo preciso, o amor tomou a carne humana. Mas também, é claro, o inimigo a ser combatido ficou evidente: o pecado.

Luz

Ao pecado não se dá trégua. Com o pecado não se faz paz. Nessa Semana Santa importa recordar que o único inimigo verdadeiro do homem é o pecado, que é o amor a tudo o que afasta a humanidade de Deus. Tudo o mais pode ser revertido, mas o desejo pessoal e consciente de amar o mal não pode conviver com a bondade de Deus.

Aproveitemos esses dias para nos retirarmos. Recordemos o preço pago para a remissão da vida humana: da minha e da sua. Lembremos dos verdugos, das pancadas, da vergonha e do escárnio. E lembremos que todas essas penas eram endereçadas a você e a mim. Diante disso, meditemos sobre nossas escolhas cotidianas. Meditemos e envergonhemo-nos por amarmos tão pouco Àquele que não guardou nada para si mesmo a fim de dar-se todo a nós.

Boa Semana Santa!

Flagelação de Cristo_1880

Por que os casamentos estão tão difíceis atualmente?

Casal DiscutindoTodos querem ser felizes e realizados. Na âmbito econômico, na vida profissional, mas também na vida conjugal. Apesar disso, porém, muitas são as histórias de frustrações e de desilusões que parecem impossibilitar a realização desse anseio tão comum ao coração do homem. Por que os relacionamento sofrem tantos reveses? Por que tantos casamentos padecem atualmente?

Segundo Thomas J. White, a causa de tanta dificuldade é a equivocada impressão de que a natureza humana é imperfeita e, por isso, todo esforço para conseguir um relacionamento saudável resultaria infrutífero. Graças a esse ideia antiga, o homem é irremediavelmente marcado pelo mal e não pode alcançar sequer a felicidade humana mais fundamental, determinando assim seus relacionamentos ao fracasso. Mas será mesmo que cada indivíduo está fadado ao desastre nos seus casamentos? O homem é livre e nenhum relacionamento está determinado ao sucesso ou ao fracasso. Muitos relacionamentos agonizam em nossos dias porque seus participantes esqueceram que é possível tomar as rédeas de suas vidas em suas mãos, não permitindo que gurus, filósofos ou personagens do momento determinem suas escolhas. Os casamentos estão mais difíceis porque seus participantes estão mais moles. Há uma crise de responsabilidade! Mas não precisar ser desse jeito.

Convido a aprofundar essa reflexão, adquira o livro “Mitos sobre o Matrimônio – O Príncipe Encantado” e receba grátis em sua residência.

O príncipe encantado existe?

principe-encantadoQuem não conhece relacionamentos tóxicos? Quem nunca sofreu achando que a felicidade era inalcançável? Quantas vezes não se pensou que é impossível um relacionamento humano saudável? O que as pessoas não sabem é que existe um segredo muito bem guardado, um segredo que poderia mudar grande parte dos sofrimentos e poupar muitas lágrimas do passado. É disso que falaremos brevemente aqui.

Para alcançar um relacionamento humanamente rico, para viver um relacionamento saudável com seu namorado, noivo ou cônjuge, importa ter claro uma coisa: não existe pessoa que seja naturalmente incompatível com você. Muitos relacionamentos terminam porque seus componentes acreditam que é impossível conviver entre si e essa impossibilidade é intransponível. Sei que essa impressão é comum e muito disseminada justamente pela ideia de que há alguém prontinho para viver comigo, em algum lugar. Como consequência desse raciocínio, qualquer outro que não esse escolhido trará problemas sem tamanho pois não será aquele que é destinado a me fazer feliz pra sempre. Não é bem assim!

O segredo de todo relacionamento saudável é compreender que não existe pessoa com a qual não se consiga conviver. Por conseguinte, a esperança de que haja alguma pessoa 100% compatível comigo é outro delírio. Contra os romantismos e os pessimismos, importa lembrar que o príncipe encantado é um mito.

Convido a aprofundar essa reflexão, adquira o livro Mitos sobre o Matrimônio – O Príncipe Encantado e receba grátis em sua residência.

A Polêmica do Beijo – Dom Antônio Augusto Dias Duarte (Bispo Auxiliar do RJ)

A Polêmica do Beijo – Dom Antônio Augusto (Bispo Auxiliar do RJ)

 

Quando algum gesto ou certas palavras tornam-se uma polêmica entre grupos de pessoas, a última resposta esperada pelo público, que é espectador da discussão iniciada, seria uma justificativa tão fechada na mente dos geradores de tal controvérsia, que não convence ninguém.

A reação ao beijo de duas famosas artistas da dramaturgia brasileira ocorrido na estréia da novela da Globo no dia 16 de março passado foi exatamente isso: uma resposta esfarrapada.

As redes sociais “bombaram” todos os dias seguintes ao gesto “ibópico” (para ter Ibope logo no início da novela, e sobretudo por motivos que discutiremos nesse artigo), e qual foram as respostas das duas idosas mulheres do teatro?

Dom Antônio Augusto

O que é viver no Espírito? – Pe. Eduardo Braga (Pe. Dudu)

 O que é viver no Espírito?

Amados! Esta pergunta jamais poderá ser pensada por nós de maneira periférica. Ela constitui a essência da vida cristã! Por que? Porque a vida dos filhos e filhas de Deus, a vida dos filhos da Igreja, a vida cristã só pode ser autentica se for vivida “no Espírito”! É o Espírito quem guia a Igreja e o crente em seu encontro com Jesus.

Pe. Dudu
Encontrando-se com a Renovação Carismática de várias nações em Roma no mês de Junho passado, o Santo Padre também nos perguntava: “O primeiro dom do Espírito Santo, qual é? O dom de si mesmo, que é amor e te faz apaixonar-se de Deus. E este amor muda a vida. Por esta razão, se diz nascer de novo para a vida no Espírito”.

Adotados por homossexuais agradecem Dolce e Gabbana por sua defesa da família composta por pai e mãe

Comentário: quem teria maior autoridade para falar sobre crianças adotadas por duplas homossexuais  do que essas mesmas crianças? Pois bem, 6 pessoas vieram a público defender Dolce e Gabbana por sua defesa da família. Eles dizem que “todo ser humano tem uma mãe e um pai, e cortar isso da vida de uma criança significa roubar a sua dignidade“. Quem teria coragem de contestar essas vidas de sofrimento e alheamento? Ou quem irá acusar os estilistas de homofóbicos?


Adotados por homossexuais agradecem Dolce e Gabbana por sua defesa da família composta por pai e mãe
Stefano Gabbana e Domenico Dolce / Foto Twitter

Babilônia.com.br – Pe. Eduardo Braga (Pe. Dudu)

Comentário: Pe. Dudu escreve sobre a nova pérola da pátria educadora: mais uma novela da Globo. O que mais me incomoda nisso tudo é saber que não poucos cristãos, ao invés de investirem na própria formação com bons livros e filmes, se dispõem a ver essas porcarias diariamente em suas casas.


Babilônia.com.br

Infelizmente mentes ímpias querem ressuscitar Babilônia! Agora made in Brasil!  O nome desta famosa cidade bíblica se refere também à torre de Babel. Em Babilônia havia cinquenta e três templos pagãos onde perdurava o sincretismo. Sob o comando de Nabucodonosor (uma espécie de Hitler da época) Babilônia destruiu a Cidade Santa de Jerusalém em 597 a.C.

Grosso modo, pensando no Apocalipse, este título faz referência à prostituição, entendida com seus crimes e pecados cometidos contra Deus e seus filhos. O próprio livro explica o significado secreto de Babilônia: “A grande Babilônia, mãe de todas as prostitutas e de todas as pessoas imorais do mundo” ( Ap 17, 5).

O que dizer de duas senhoras de oitenta e seis anos se beijando? Babilônia!

Cenas casuais de sexo e assassinato? Babilônia!

Golpe do baú e traição? Babilônia!

Triangulo amoroso e prostituta de luxo? Babilônia!

Público pronto? Tratar com naturalidade? Espaço para o amor? Romance sério? Noite feliz? Beijo gay de terceira idade? Não! Isto não pode ser amor nem aqui nem no inferno! Felicidade? Jamais! Romance? Decadência! Naturalidade? Monstruosidade! Que público? Espaço? Nos nossos lares? Só quem for conivente e babilônico! Somente daqueles que já transformaram suas igrejas domésticas e santuários da vida em torres de babel! De fato, este é outro golpe baixo do baú do diabo que vem com toda sujeira, corrupção e decadência do mal deste mundo jogando na sala da tua casa, na tua cara e na cara dos teus filhos. Que decadência, católico! Que decadência, evangélico! Que decadência, homem e mulher de boa índole!

Em um momento tão crítico da história deste país, Babilônia e Big Brother não podem nos trazer luz, paz e esperança. Desperta povo! Deus destruiu Babilônia! Não permita que ela seja levantada com o material e mão de obra do Brasil! Não precisamos de Babilônia! Queremos Jerusalém! Queremos ordem e progresso! Queremos Deus e os valores autênticos e imortais! Queremos o amor e a paz! Queremos a segurança, o respeito e a prosperidade completa!

Unidos pelo Avivamento da nova Jerusalém e pela destruição da nova Babilônia!

Pe. Dudu

Eu gritei por você

No histórico 15/03/2015, eu gritei por você. Por você e por todo o povo brasileiro. Ontem, uma multidão foi às ruas do país para mandar um recado a seus governantes: queremos mudanças concretas. Nada de promessas, nada de reformas feitas por encomenda. Há leis que bastam no Brasil! Nesse dia memorável, fui às ruas porque quero que sejam punidos exemplarmente e com celeridade os corruptos que têm arruinado nossa nação. Gritei porque quero que sejam demitidos os funcionários públicos que roubam o erário e que seus bens sejam vendidos para ressarcir a nação. Gritei porque quero que o governo diminua gastos, demitindo o quanto antes os mais de 100.000 funcionários contratados sem concurso e com salários extraordinários. Por tudo isso, fui às ruas gritar.

Escândalos do PT - 02

Arthur Schopenhauer – Causa Geral

Causa Geral

Arthur Schopenhauer

Causa geral é “a modificação antecedente que torna necessária a modificação conseqüente”

Fonte: SCHOPENHAUER, Arthur. O livre arbítrio. Rio de Janeiro: Edições de Ouro, 1967, p. 123.

Jihadistas, o 11 de janeiro e a Europa do vazio

Fabrice Hadjadj - Roma, 5 de fevereiro de 2015.

Escritor, Filósofo, Diretor do Instituto europeu de estudos antropológicos Philanthropos.

 

Intervenção diante dos ministros do Interior e das Relações exteriores, representantes judeus e muçulmanos na Fundação De Gasperi.[1]

 

Caros Jihadistas – é o título de uma carta aberta publicada por Philippe Muray – um dos nossos maiores polemistas franceses – pouco após os atentados de 11 de setembro de 2001. Esta carta se termina com uma série de advertências aos terroristas islâmicos, mas na verdade, o que ela visa por tabela e por ironia são os Ocidentais fanáticos do conforto e do supermercado. Cito uma passagem em que vocês captarão rapidamente a feliz e mordaz zombaria: “[Caros Jihadistas], temam a cólera do consumidor, do turista, dos que estão em férias saindo de seus treilher! Vocês nos imaginam prostrados nos prazeres e nos lazeres que nos deixaram tranquilos? Pois bem, nós lutaremos como leões ferozes para proteger nossa tranquilidade. […] Nós lutaremos por tudo, pelas palavras que não tem mais sentido e pela vida que vai com elas.” E pode-se hoje acrescentar: nós lutaremos especialmente por Charlie Hebdo, jornal ontem moribundo e que não possuía o mínimo espírito crítico – pois criticar é discernir, e Charlie colocava no mesmo saco jihadistas, rabinos, policiais, católicos, franceses médios – mas justamente nós faremos disto o emblema da confusão e do nada que nos animam!