8 comments for “Aristóteles – Phrónesis

  1. MarceloMRG.
    2 de junho de 2014 at 05:08

    Considerando que vossa senhoria, não se atentou para os espaços entre as palavras e os empregos das mesmas nem para com as vírgulas, muito menos verbos, locuções, tempo e momento que foram usados, atemporal, linguagem e capciosidade, mostrando quem realmente és eu tenho instrução e uso-a para contribuir para a humanidade no exercício de minhas funções. Outrossim: Nostra nos sine comparatione delectente: nunquam erit felix quem torquebit felicior.

    Pax vobiscun, nihil amplius!

    Por conseguinte, que o céu lhe conceda muita paciência!

    • 2 de junho de 2014 at 19:34

      Pois é, em termos de crítica literária, o senhor está ótimo!

      E deve ter muito tempo livre no exercício de suas funções. Contudo, o latim anda meio enferrujado.

      E sua saudação de paz, não sei o porquê, mas soa como uma ofensa.

      Quanto ao desejo final: Amém!

  2. MarceloMRG.
    1 de junho de 2014 at 14:45

    …Não devemos como de costume, procurar desculpas, atenuar ou diminuir erros que foram manifestamente cometidos por nós, mas confessá-los e trazê-los em sua grandeza nitidamente diante dos olhos. Em contrapartida, Vita motu constat: A vida consiste em movimento; Dizia Aristóteles com justeza. Por conseguinte, é comezinho dizer, pregar “non nise te“ e outros porém praticar! é tarefa para os poucos que fazem parte dos melhores, pois o que mais se vê são palavras que não condiz com o comportamento ou seja fala, fala, escreve, escreve, quando não tem nada à dizer e nem a dar exemplo, contudo não olhe para mim, olhe para além de mim, pois ir e fazer discípulos entre todas as nações por exemplo é mais ou menos dizer os caminhos que passei e como vivo agora atraindo, os excluídos do mundo para a sociedade chamada de boa que compra e vende privilégios…

    • 1 de junho de 2014 at 21:36

      Entendi, não julgar, né? Então, tá! Mas é regra é de mão dupla ou é apenas de mão única??? Esclareça-nos, ó, atraidor de excluídos!

  3. MarceloMRG.
    1 de junho de 2014 at 13:34

    Pax vobiscun, nihil amplius!

  4. MarceloMRG
    1 de junho de 2014 at 08:06

    …Considerando que, o interesse pela verdade que na maior parte dos casos deveria ser o único motivo para sustentar o que foi afirmado como verdade, cede por completo o passo ao interesse da vaidade. O verdadeiro tem de parecer falso e o falso verdadeiro. Donde provém isso? Da perversidade natural do gênero humano. Se esta não existisse, se no nosso mundo fôssemos honestos, em todo debate tentaríamos fazer a verdade aparecer, sem se preocupar-nos com que ela estivesse conforme à opinião que sustentávamos no começo ou com á do outro.
    Em contrapartida, (Apagoge), Significa a ação de levar, conduzir, arrastar, arrebatar. usa-a para designar a condução ao absurdo. Aristóteles (An. pr. 1,7,4). Por conseguinte, nossa vaidade congênita, especialmente suscetível em tudo o que diz respeito à capacidade intelectual, não quer aceitar que aquilo que num primeiro momento sustentávamos como verdadeiro se mostre falso. Contudo, (Reth Raben) ter razão realmente; ( Reth Ralten) aferrar-se a razão e insistir quando não se tem; (Reth Beralten) ter razão e manter-se com a razão. termos oriundos da língua latina, outrossim, em Francês: Avoir raison: vencer o argumento com ou sem razão; em Espanhol: Tener Razón: sabereta, dono da verdade, sabichão. que é usado diferentemente dos termos oriundo do Brasil. Todavia, [ Apodêixis], Prova indestrutível, baseado na lógica. “Aristote“ em Études d’ Histoire de la philosophie, 4e. éd. Paris, Alcan, 1925, pp. 126-127. O que bom? O que é mau? O que é normal ou anormal? Não existe uma resposta com ínfabilidade para tal, o conceito usado é o estatístico de que o normal é o que está dentro da norma de uma coletividade, o que está fora é anormal não irei dedicar palavras neste momento, porém Jesus, Sócrates, Luter k. Foram anormais ou normais, bom ou mau? Seus conterrâneos os mataram…

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