1 comment for “Joseph Ratzinger – Relativismo

  1. David Gravatá
    19 de novembro de 2012 at 23:30

    A pergunta é: é possivel identificar o Relativismo como uma possível “doença” dos tempos modernos? Ratzinger reafirma o problema já previsto e discutido nos Concílios do Vaticano I e II. A liberdade de anunciar o Evangelho e o relativismo que a destrói impõe uma verdadeira ditadura.

    Recentemente o Santo Padre Bento XVI recordou, em seu pronunciamento, que no mandamento do Senhor em anunciar do Evangelho está explicito a exigência da liberdade de falar, mas todavia, muitas oposição aconteceram na história. “O relacionamento entre verdade e liberdade é essencial, mas hoje entra de frente com os grandes desafios do relativismo, que parece completar o conceito de liberdade, mas na realidade arrisca destruí-la, propondo uma ‘ditadura’”, salientou o Papa.

    O Pontífice redeclarou também a importância essencial da Liturgia na vida da Igreja, porque é onde Deus se apresenta aos homens.

    Liberdade religiosa no mundo

    O Secretário de Estado do Vaticano, Cardial Tarcísio Bertone traçou uma visão panorâmica das tentativas de limitar a liberdade dos cristãos hoje, nas várias regiões do mundo. Primeiramente, ele convidou a refletir sobre a situação da liberdade religiosa nos países ocidentais, onde se vê atualmente um processo de secularização, com tentativas de marginalização dos valores espirituais da vida social.

    Em segundo, Dom Bertone expôs a situação da liberdade religiosa nos países islâmicos, recordando as conclusões da recente Assembleia Especial para o Oriente Médio do Sínodo dos Bispos.

    O secretário presentou, por fim, a atividade da Santa Sé e dos Episcopados locais na defesa dos católicos, seja no Ocidente, como no Oriente. Neste propósito, também lembrou o grande empenho da Santa Sé no campo internacional, na promoção do respeito à liberdade religiosa dos fiéis, diante dos Estados e das Organizações das Nações Unidas.

    Aqui no Brasil, vemos um reflexo desta “doença”, nas últimas com um disfarçável atos a favor de Estado Laico como “Estado Ateu” uma tentativa de construção de uma sociedade domesticada pelos meios de comunicação (produtos televisivos sem moral, revistas e jornais propagandeando uma falsa liberdade para um homem cheio de libertinagem como algo normal a ser tolerado por todos exemplos de DSK, Belusconi, parada gay, M.I.S.S.A etc. etc.) Quaisquer manifestações contrárias por parte de setores conservadores da sociedade são profundamente contra-atacados, com discursos já previamente preparados cheios de ideologia relativista de “liberdade de expressão” etc. etc.
    O problema deste “surto doentio” (já presente desde o início do século XIX) é que forma de “ditadura do eu é que sei”. O relativismo é fruto do racionalismo. O que podemos esperar de uma sociedade mimada cuja opinião é focada para sustentar seus lascivos desejos pessoais? O homem relativista, nega a religião sobrenatural e se esforça em contruir uma pseudo-religião voltada unicamente para seu interesse, geralmente material.
    Como o mundo capitalista produz homens profundamente consumistas, vemos a doutrinação de sociedades inteira…
    E o combate se vai contra aqueles que fundamenta a fé: crucifixos retirados de escolas e repartiçoes públicas, o “Deus seja louvado” retirados das cédulas, e por aí vai…
    A toda doença existe a cura.
    É melhor chamar logo o Médico dos médicos!!!

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