A formação intelectual do laicato

A formação humana e teológica profunda, antes de dificultar o trabalho pastoral, o facilita. Quanto maior a cultura teológica e humana, melhor o agente de pastoral conhecerá o que é o homem, suas necessidades, deveres e direitos, interesses e preferências, e poderá assim guiá-los à Verdade e à Vida.

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A formação do leigo comprometido com o Evangelho é comparado a um edifício, com quatro colunas. Na falta de uma delas, a segurança do prédio está comprometida. E mais: põe em risco aqueles que confiam nele e também os que estão ao seu entorno. Assim, quando cai um leigo comprometido, sobra entulho para todo lado.

A formação intelectual é importante para o discípulo de Cristo. Uma boa formação científica iluminará a própria pastoral, assim como os destinatários da ação de evangelização. Portanto, um conhecimento significativo das ciências pode tornar o Evangelho menos incompreensível para os ouvidos contemporâneos.

Num mundo como o nosso, urge uma formação séria e completa. Os leigos precisam agir nos meios de formação da opinião pública e para isso é necessário competência, necessita-se de boa formação. O principal responsável pela formação integral é o próprio agente de pastoral, que não se forma se não colaborar.

A coluna da formação intelectual só não é a principal porque seu artífice é limitado e porque há um outro Ilimitado: o Espírito Santo, autor principal da formação espiritual. Logo, até a formação universitária deve estar a serviço do espiritual, porquanto a ciência incha e a mais vasta ciência não é mais que um outro tipo de ignorância.

Ciência, Biologia

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