Curtas sobre Família – 02

Algumas notícias importantes sobre a luta em favor da família e do matrimonio. Primeiro, um ataque violento e covarde contra manifestantes pacíficos, que exerciam sua cidadania em Curitiba. O resultado: um senhor com uma pedrada na cabeça. Outras notícias informam sobre o impacto do divórcio nas famílias e na relação com a religião. Vamos lá!


1. Grupo de gays agride verbal e fisicamente grupo de jovens do IPCO, que marchava em defesa da família. Obviamente, você não verá isso no Jornal Nacional ou na capa de O Globo. A ditadura gay não permitirá.  Mas aconteceu em uma capital brasileira, que um grupo de homossexuais agrediu com palavras e pedradas um grupo de manifestantes católicos. Já apontamos aqui o caráter opressor do movimento gay (aqui e especialmente aqui). Outro dia exigiram passaporte diplomático. Pois não é que um grupo de pessoas agride fisicamente outro e fica tudo por isso mesmo? A “turma da tolerância” não tolera divergência e parte para as pedradas. Eis o vídeo em que homossexuais não respeitam o direito a manifestação de jovens católicos, resultando no apedrejamento de um senhor, que acompanhava a juventude.

 

Fosse o contrário, se um gay fosse arranhado por um desses garotos, capaz de exigirem o cancelamento da JMJ por causa da intolerância. Mas quem apanhou, teve sangue tirado da cabeça e foi ao hospital foi o senhor Coutinho que, desejamos, esteja bem.

2. Estudo sobre matrimônio e divórcio conclui que famílias que sofreram com o divórcio possuem mais crianças com dificuldade de relacionamento religioso, na vida adulta. Em entrevista ao Washington Post, estudiosos sustentam que  crianças que viram seus pais passarem pela dor do divórcio, têm menos confiança na religião e nas Igrejas. Não seria esse mais um motivo para defesa dos matrimônios pelos membros das igrejas?

3. Articulista protestante critica o modo desacralizado de tratar o matrimônio, especialmente entre luteranos. Segundo o autor, Peter Lawler, os protestantes americanos compraram a crítica de John Locke ao matrimônio natural, que deriva da crítica à lei natural. O resultado é a redução do matrimônio ao estatuto civil. Dessacralizar a instituição matrimonial é o início da crise religiosa dos protestantes e (por que não?) dos cristãos em geral.

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