E o Robson Leite, do PT, fugiu…

Divulgo o texto do ex-deputado Carlos Dias, que presenciou a votação, na última terça-feira, da PEC 23/2007. Destaque para a atitude do deputado Robson Leite, autodenominado católico, que na hora de posicionar-se em favor do que diz acreditar, fugiu da Casa Legislativa sem dar explicações. Ao texto do Carlos Dias, que pode ser lido no seu blog:


A Votação da PEC 23/07 na ALERJ

Nesta última terça-feira dia 21 de junho voltei a Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro para acompanhar a votação do Projeto de Emenda Constitucional (PEC) no. 23/2007, que determina a inclusão, na Constituição do Estado do Rio de Janeiro, a expressão “orientação sexual” no Capítulo dos Direitos e Deveres Individuais e Coletivos.

Na qualidade de ex-deputado tenho a possibilidade de ter acesso ao Plenário onde se travam as discussões e são realizadas as votações das matérias.

Certamente, torna-se impossível não lembrar os embates importantes, que travei quando era deputado naquela Casa.

Lembrei da criação do Rio Previdência em 1999, que relatei pela oposição as mudanças no projeto de lei de iniciativa do Poder Executivo. Propus e defendi regras rígidas (qualificação comprovada e sabatina nas Comissões da ALERJ) para a nomeação de dirigentes do fundo, porém, as emendas foram derrotadas pela bancada do Governo Garotinho.

Outros tantos momentos me vieram à lembrança, como o da aprovação da Lei 3459/2000 de minha autoria, que estabeleceu o Ensino Religioso Confessional nas Escolas Públicas do Estado do Rio de Janeiro. Debati esta proposta de legislação exaustivamente ao longo de um ano e meio vislumbrando a melhoria na formação humana dos alunos da rede estadual de ensino.

Foram muitas as batalhas e em diversas frentes, pois enfrentávamos, quase que isoladamente, entre outros desafios do Poder Legislativo, o início de um ciclo de poder em nosso estado, que guarda profundas semelhanças ao da Venezuela de Hugo Chávez.

O governo Garotinho foi à consolidação de um estilo de gerir a máquina pública para um projeto dirigido de poder nacional cujas raízes populistas e demagógicas se apoiavam na utilizando das classes mais pobres e mais necessitadas da presença do Estado.

Bem, voltando ao assunto, a PEC 23/07 já havia sido votada e aprovada em 25 de maio de 2011 por 45 votos a favor e, apenas, 02 votos contra dos deputados Edson Albertassi e Flávio Bolsonaro. Nesta primeira votação o quórum foi de 47 deputados.

Infelizmente, muitos católicos e evangélicos votaram a favor, em primeira votação, da alteração da Constituição Estadual para incluir a expressão “orientação sexual” que nada redefine ou agrega à condição de defesa, já expressa na Carta Constitucional, aos direitos fundamentais da pessoa.

Mas, na votação do dia 21 de junho a situação mudou. Católicos e evangélicos, antes distraídos, se organizaram para derrotar a PEC 23/07 e enviá-la ao arquivo. Contudo, manobras sorrateiras perpetradas nos bastidores e abertamente no plenário, com o uso, por exemplo, das verificações sistemáticas de votação impostas pelo Partido dos Trabalhadores – PT fizeram com que as sessões se prolongassem ao extremo com a intenção nítida de não se atingir na votação da PEC 23/07 o quórum mínimo regimental de 42 deputados.

Cabe destacar a imparcialidade e segurança do Deputado Paulo Melo, presidente da ALERJ, na condução de forma irrepreensível daquela sessão.

Após um longo processo de discussão onde diversos deputados se manifestaram sobre o mérito da matéria e legitimamente apresentaram suas justificativas, houve por parte da bancada do Partido dos Trabalhadores – PT e do autor da proposta deputado Gilberto Palmares (PT) uma tentativa desesperada de retirada da PEC que foi rejeitada pela maioria dos partidos, através do Colégio de Líderes, convocado a se pronunciar pelo presidente deputado Paulo Melo. A nota estranha para mim foi à indagação do deputado Luiz Paulo do PSDB ao presidente da Casa sobre a deliberação.

Mantida a matéria na pauta foi iniciado o processo de votação. Rapidamente os deputados registraram seus votos no painel e quando parecia que obteríamos o quórum necessário 42 deputados votantes, vários deputados se ausentaram propositadamente do plenário e outros saíram da ALERJ.

Próximo ao encerramento da votação vi a bancada do PT toda fora do plenário. Nem o autor da matéria, o deputado Gilberto Palmares (PT) votou. Pior, ainda, foi saber que o deputado Robson Leite (PT) ligado aos movimentos da Igreja Católica sucumbiu às pressões do partido e como um cordeirinho para o PT e como lobo para nós católicos, fugiu da Casa Legislativa.

Além do Partido dos Trabalhadores – PT o PSOL se abrigou também fora do Plenário no que foi acompanhado pelo deputado Luiz Paulo do PSBD. Este último, frequentador das reuniões mensais da Pastoral de Católicos na Política.

O resultado da votação nos foi favorável em termos, pois mostrou que a maioria dos presentes e, aqui os louvo, indicam a tendência de rejeição clara da matéria pela ALERJ. Foram 39 votos contra a PEC 23/07 e, apenas, 02 a favor.

Numa outra postagem vou publicar a listagem oficial de votação indicando os nomes dos deputados, como votaram e, registrar, principalmente os ausentes, pois estes foram os que não permitiram a obtenção do quórum regimental de 42 deputados votantes.

Portanto, não houve quórum para deliberar e a PEC 23/07 sobreviveu.

Robson Oliveira

16 comments for “E o Robson Leite, do PT, fugiu…

  1. Patricia Cardoso
    7 de julho de 2012 at 00:27

    Só um pequeno detalhe: a homossexualidade sempre existiu. Entre humanos e animais, muito antes do Cristianismo. E, também, existe no Clero. Todos sabem.Vamos deixar de hipocrisia.
    O caráter de uma pessoa não pode ser medido por sua opção sexual.
    Há muitos héteros promíscuos, que jogam seus casamentos na vala, são péssimos pais, roubam dos pobres e procuram travestis.
    Mas comungam na Missa, porque casaram na Igreja.E aí? Doam grandes somas às igrejas, participam das obras e dos movimentos de MCC, lobos em pele de cordeiros.
    Deixem o julgamento para o Todo-poderoso. Quem somos nós?
    Ou já se esqueceram: “Quem nunca pecou, que atire a primeira pedra?”
    Enquanto se perde tempo com isso, se esquece da crise na educação, saúde, segurança, etc e se espera pela Copa do Mundo, acreditando no “desenvolvimento” de um país que não exerce a cidadania de fato.
    Algúem sabe o que é ter um filho homossexual? Vai fazer o quê? Jogar ele no lixo?

    • 7 de julho de 2012 at 00:47

      Seu texto é de uma lógica curiosa, senhora Patrícia. Você quer dizer que, por que a homossexualidade sempre existiu, ela é normal? É isso? Ora, a corrupção também sempre existiu, a senhora acha que é normal? A mentira sempre existiu, a senhora acha que é normal? A fome, a pobreza, a miséria, o roubo sempre existiram, para a senhora são coisas normais,coisas com que devemos nos acostumar? Por favor…

      Sobre a acusação de que o clero possui pessoas homossexuais, qual a novidade? Há homossexuais no clero, nas forças armadas, nas escolas, na política, em todo lugar. Assim como há ladrões na política, nos hospitais, nos partidos políticos; do mesmo modo que há mentirosos nas redes sociais, nos jornais, nas escolas. Isso não faz com que todos os políticos sejam mentirosos, nem que todos os que usam a internet sejam hipócritas e, portanto, nem que todo clero seja homossexual.

      Ah, se há pessoas que são más e comungam, vá falar com elas. Aqui esse argumento não cola. Que essas pessoas façam o bem com o dinheiro delas, qual o problema?

      Se você está preocupada com a educação, com a saúde e com a segurança, vá fazer o Impeachment da sua president(a), pois eu não votei nela. Se está insatisfeita com a situação do país, vote no DEM da próxima eleição, pois 12 anos de PT só trouxeram miséria, corrupção e mentiras para o país..

  2. David Gravatá
    2 de setembro de 2011 at 08:19

    Meu comentário:
    ser católico, cristão e religioso, não significa ser “cego” no mundo, sem opnião, querendo acreditar em um mundo de “paz e amor”, tudo são rosas sem espinhos. Não adianta, o mundo é como é. Com as coisas boas, e as coisas más.
    Mas de qualquer forma, o religioso tem de ter a sua posição firmada em sua doutrina.
    Não há como se compactuar com o tudo, há sim de ter uma posição.
    Na religiosidade católico-cristã, a posição é taxativa, é fundamentalista sim, em suas doutrinas, em sua moral, e na fé.
    Exemplo dos mártires no coliseu, defenderá a fé até na boca do leão, nas chamas, pela fé.
    O que eu quero dizer: àqueles que se determinam religiosos, católicos devem sim, respeitar a instituição a qual pertence, a Igreja. Não tem como criar um mundo de “católicos no direito de decidir”, por que sai da lógica.
    Defender a liberdade de ideiais contra o catolicismo, deixa de ser católico, essa é a verdade (excomunhão). Da mesma forma, deixar de defender todas os ensinamentos de Cristo e combatê-las, é óbvio qual é a posição destes, o anti-cristão. Daí surgem as heresias.
    O mundo vai se tonando herético, as trevas cada vez mais densas,novas Sodomas e Gomorras surgirão, até… quem sabe? A Parusia ocorrer de verdade, e as almas caírem em sofrimento.
    É por isso que a Igreja se empenha na salvação das almas. Desde o seu início, em Cristo.
    A Igreja e seus fiés tem de ter sempre a sua opinião clara e objetiva.
    Que o sim, seja sim. Que o não, seja não.
    Sem meio termo, quente ou frio, morno jamais.

    David Gravatá é estudande no IFEE (não é teólogo, mas um católico por opção)

  3. João Dandrea Ribeiro
    2 de setembro de 2011 at 00:26

    Quanto preconceito.
    A PEC não fala de casamento homossexual ou qualquer coisa parecida. Apenas proibe que as pessoas não sejam discriminadas. Nada mais. A Igreja é contra a discriminação, conforme consta no novo catecismo.
    E esse “papinho” de que não precisa é rídiculo! Se for assim, vamos tirar do texto da constituição estadual o proibição ao preconceito religioso, de cor, raça e etc. É evidente que as pessoas discriminam os homossexuais. E parabéns aos Deputados e Deputadas que se posicionaram a favor dessa PEC. Sou católico, pertenço a paróquia N. Sra de Fátima em Jacarepaguá e sou contrário a discriminação e ao preconceito.
    Paz e bem!

    • Robson Oliveira
      2 de setembro de 2011 at 07:21

      Já há lei que defenda qualquer ato criminoso contra qualquer pessoa. A homossexual não é melhor que ninguém para ter legislação própria. Se for ofendido ou discriminado, que procure uma delegacia, como qualquer outra pessoa. O Robson Leite e os outros deputados e deputadas que se dizem cristãos e foram a favor desta PEC vão receber o deles nas próximas eleições.

      Da minha parte, sou católico, sou contrário a qualquer crime, inclusive os crimes contra Deus. E não me adequo ao mundo, só para ser simpático.

      Abraço, João!

  4. Roger Alvarenga
    1 de agosto de 2011 at 16:40

    Porém, com relação a PEC/2007 e seu texto, prefiro que a deixe como está.

  5. Antonio
    20 de julho de 2011 at 11:10

    Ué? Se você se diz contrário ao preconceito, por que ser contrário a um projeto que faz exatamente isso: é contrario ao precoceito.
    Vamos ler com calma o texto: “Ninguém será discriminado, prejudicado ou privilegiado em razão de nascimento, idade, etnia, raça, cor, sexo, orientação sexual, estado civil, trabalho rural ou urbano, religião, convicções políticas ou filosóficas, deficiência física ou mental, por ter cumprido pena nem por qualquer particularidade ou condição”
    Se não precisa para os homossexuais, não precisa para ninguém, correto? então tira tudo…
    Precisamos lembrar que Jesus Cristo e a Igreja condenam o pecado, e não o pecador. É necessária uma leitura mais firme do Evangelho… Veja o jornal O Globo de hoje em que um pai foi agredido por ser “confundido com um homossexual”. O que você acha disso?
    Esqueça o PT, meu amigo, e pense no Evangelho. Não adianta se dizer “contrário a discriminação”, mas ser contra uma ação concreta que a combata. A sua posição é equivocada. Sugiro ler a DSI e o Evangelho e apreder com o próprio Cristo…

    Abraços e fique na Paz!
    Antonio Clemente
    Comunidade Bom Pastor
    Paróquia N. Sra. de Copacabana

    • Robson Oliveira
      20 de julho de 2011 at 20:46

      Esta lei não é contra o preconceito, mas cria privilégios. Se for criar lei para cada manchete do jornal sobre barbaridades, teremos que criar leis para os anões, os barbados, os imberbes, os carecas, os gordinhos canhotos judeus, os índios maçons, os negros maometamos, etc.

      Curioso é saber que um membro da Comunidade Bom Pastor está indo abertamente contra o ensinamento ordinário do Magistério da Igreja. De que adiante ler o Evangelho e não praticar o que o Senhor Jesus nos diz nele. Aliás, a respeito da Palavra de Deus: “Nisto conhecemos que amamos os filhos de Deus: se amamos a Deus e guardamos os seus mandamentos” (IJo 5,2)

    • Robson Oliveira
      23 de julho de 2011 at 08:50

      A Comunidade Bom Pastor, de Copacabana-RJ, manda avisar que não reconhece nenhum Antonio Clemente entre seus membros ordinários, nem aceita ver seu nome envolvido em afirmações contrárias a Igreja e a seu ensinamento.

      Pois bem, essa é a ética desse tipo de gente. Mentem, mentem, mentem! Fingem ser membros de comunidades católicas, para com isso dar credibilidade a seus ensinamentos imorais e anti-cristãos. Por isso que não podemos compactuar com nada disso, pois a mentira vem do Pai da Mentira!

      Fora PLC 122!!!

      • Roger Alvarenga
        1 de agosto de 2011 at 16:37

        Olá. Só digo uma coisa.

        Para a igreja, ser homem é ser homem, e ser mulher é ser mulher.. Mas não podemos confudir a justiça eclesiástica (de Deus) com a justiça dos homens (legislativas e penais). Nós devemos nos tratar igualmente, mesmo se a pessoa for homossexual. É opção dela e ela bem sabe qual a posição DA IGREJA com relação a si. Mas, irmãos, sejamos tolerantes, e modificar ou não essa PEC, não muda em nada nossas atitudes ou as de uma sociedade como um todo. A paz.

        • Robson Oliveira
          1 de agosto de 2011 at 16:48

          Ora, Roger, mas a justiça dos homens deve adequar-se à Justiça de Deus, que se expressa nas leis naturais. A justiça dos homens deve ter um critério de ação, não é? Ou você acha que legalmente os homens são totalmente independentes? Se sim, lembre-se: o nazismo estabeleceu-se de modo legal, por meio do voto, na Alemanha do século passado. Um cristão consciente e corajoso deveria ir contra a lei que perseguia os judeus (aliás, vejam aqui a notícia que não dá no O Globo). A escravidão até pouco tempo era legal no Brasil e não poucos sacerdotes sofreram por defenderem os negros no país. Você acha que eles fizeram mal por desobedecerem a “lei”? Você acha mesmo que a justiça dos homens pode justificar a corrupção, por exemplo, que é proibida pela justiça eclesiástica? Não deveria haver distância tão grande quanto há entre a lei natural, que é divina, e a lei positiva, outorgada pelos homens.

          • Roger Alvarenga
            8 de agosto de 2011 at 13:31

            Bom, legalmente é o que querem, pois o Estado laico não preza princípios Cristãos. Mas a verdadeira mobilização Cristã nasce das atitudes dos católicos que, ao meu ver, não estão nem aí, ou as vezes frequentam igrejas católicas e não concordam com a doutrina. Pensando bem, se houvesse uniao entre católicos ou cristão preocupados com a lei divina, essa modificação na PEC nem seria cogitada. Eu concordo com você, ao falar em não ‘…haver distância tão grande quanto há entre a lei natural, que é divina, e a lei positiva, outorgada pelos homens”, mas o problema é que muitos de nós, católicos, só somos em nome, e muitos condenam a corrupção mas são corruptos. Sou a favor do respeito as religiões, coisa que se perdeu neste país…

  6. Jorge Marcio
    19 de julho de 2011 at 21:18

    Segue o texto da PEC, conforme a pessoa acima solicita.
    Aliás, algum católico é contrário a essa proposta? Quem o for, para mim, quer discriminar… Não vejo problema algum em afirmar que nehuma pessoa será discriminada por orientação sexual. Muito pelo contrário. Gostaria de saber quem votou contra essa PEC!!! Por que se assim o fez, é porque no fundo quer discriminar os homossexuais…

    Proposta de Emenda Constitucional n. 23:
    “Ninguém será discriminado, prejudicado ou privilegiado em razão de nascimento, idade, etnia, raça, cor, sexo, orientação sexual, estado civil, trabalho rural ou urbano, religião, convicções políticas ou filosóficas, deficiência física ou mental, por ter cumprido pena nem por qualquer particularidade ou condição.”

    • Robson Oliveira
      19 de julho de 2011 at 23:36

      Sim, nós somos! E não queremos discriminar ninguém. Não venha para cá fazer propaganda barata, usando o mesmo computador com nomes diferentes. Nós damos voz – coisas que os pró-gays não fazem – a todos, mas não queiram enganar os leitores, com posts com o mesmo endereço eletrônico! Do lado de cá não estão bobocas! Este emenda tem a única intenção de dar instrumentos legais para os homossexuais, contra os que discordam e acham desumanas suas práticas. E nos somos contra, sim!

  7. Danyella Sales
    19 de julho de 2011 at 21:00

    Por que vocês não colocam o texto da PEC em seus comentários? Não se trata de incluir a palavra “orientação sexual” na constituição, mas evitar o preconceito.
    Vocês se dizem defensores da vida, mas esquecem que o Evangelho diz que Cristo veio para que TODOS tenham vida. Infelizmente, para vocês, os homossexuais não podem ter vida.
    Aliás, vamos ver se vocês tem coragem de publicar esse comentário…

    Saudações
    Danyella Sales
    Catequista da Paróquia Sangue de Cristo

    • Robson Oliveira
      19 de julho de 2011 at 23:26

      Lamento pela sua paróquia ter catequistas da sua estirpe – se você for mesmo catequista. E, sim, nós somos contrários a inclusão deste tipo de adendo, absolutamente desnecessário na lei. A PEC é desnecessária porque a lei já protege qualquer cidadão de qualquer tipo de preconceito ou ofensa.

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