Globo e Neomalthusianismo: Mais uma mentira para enganar você!

Diante do fracasso da maior mentira científica dos últimos séculos, o Aquecimento Global por intervenção humana, o lobby colonialista mundial já prepara outra falácia: o neomalthusianismo

A história do ocidente não conhece um relato tão descaradamente anticientífico e tão divulgado pela mídia mundial como o mito do Efeito Estufa. As razões para o mito, é sabido, encontra-se na tarefa mundial de um grupo de poderosos de pôr limites ao crescimento populacional das nações em desenvolvimento (veja a matéria sobre Aquecimento Global com o professor Luiz Molion). Para isso, cabem ações indiretas, como a limitação da produção de riquezas e produtos em países em desenvolvimento, aos quais a hipótese do Aquecimento Global cairia como uma luva; ou cabem também ações diretas, investindo contra o crescimento populacional desses países. Neste caso específico, o maior nome mundial sobre Aquecimento Global, o ex vice-presidente norte-americano Al Gore, propõe abertamente o aborto como remédio contra o Aquecimento Global. Como a farsa não deu certo por causa da resistência de um grupo honesto de cientistas e por causa da divulgação de emails reveladores de fraude de outro grupo de pesquisadores ligados à causa ambientalista (veja aqui), a tática mudou. Na última semana o Fantástico começou a nova campanha alarmista contra o povo brasileiro: o neomalthusianismo.

Diante do fracasso do maior mentira científica dos últimos séculos, o Aquecimento Global por intervenção humana, o lobby colonialista mundial já prepara outra falácia: o neomalthusianismo. Esta nova farsa acadêmica é uma versão requentada do malthusianismo. Originalmente, a doutrina defendia que a população mundial cresceria de modo muito mais rápido que a produção de alimentos e que chegaria o momento em que faltaria comida para países inteiros. Solução: limitação de filhos! O neomalthusianismo defende que, além de comida, faltarão também recursos naturais (água, energia) para todos os cidadãos do mundo. Bem entendido: deve-se implementar políticas para esterelizar e/ou abortar nas famílias que mais contribuem para o crescimento desordenado do planeta, que só por acaso estão nos países em desenvolvimento e subdesenvolvidos.

Reprodução

A repórter que emprestou sua voz para sustentar essa farsa foi a Sonia Bridi, a mesma que divulgou mentiras em favor do Climategate em 2011, reportagens sobre a descriminalização das drogas e agora veicula reportagens sobre a farsa da superpopulação mundial. Por que a repórter divulga fatos e dados pseudo-científicos que favorecem outras nações e não o Brasil? A quem interessa tanta desinformação? E mais: por que a editoria de ciência dos jornais da Globo aceita tanta ideologia? A reportagem em favor do aquecimento global foi feita em um navio do Greenpeace, uma das organizações mundiais que mais ganha dinheiro e falsifica informações para divulgar a mentira do Alarme Global. Como confiar nos dados das reportagens dessa profissional e da Globo? O que nos leva a uma questão: será que os dados divulgados no Fantástico por tal profissional sobre a superpopulação mundial são confiáveis?

Os neomalthusianos espalham o caos social divulgando que o aumento descontrolado da população produzirá malefícios sem fim às sociedades. Nos cálculos mais catastróficos da tese dos pseudo-cientistas, a população mundial vai saltar de 7 para 9 bilhões em 2050. Segundo esta tese, o mundo entraria em colapso pois não haveria recursos para alimentar tanta gente, muito menos recursos naturais suficientes. Contudo, segundo continhas simples de fazer, todas as 9 bilhões de pessoas de 2050 caberiam juntas em 2.250.000 km2. Ora, o território do Brasil é de mais de 8 milhões de km2. Todos os 9 bilhões, do pior cenário neomalthusiano, caberiam confortavelmente no nosso país, deixando todo o resto do mundo para plantar alimentos e criar gado para alimentar todo os homens do planeta. Onde está o caos divulgado pelo Fantástico??

Mais uma farsa para enganar o povo brasileiro

E para piorar a imagem da repórter da Globo, Sonia Bridi, os fatos novamente não indicam que o problema é a superpopulação. Assim como no caso do Climategate, há uma falsificação dos dados reais. O pior perigo para as economias é que a população dos países diminua, gerando mais aposentados que trabalhadores. Esta situação é grave (link aqui) e já compromete o crescimento da China (link aqui) e joga a Europa em problemas enormes (link aqui). O Brasil não está longe de sofrer com este fenômeno, se continuar com a política de poucos filhos. A continuar o crescimento populacional do país, em 2050 o Brasil também terá menos trabalhadores que aposentados, criando uma crise sem tamanho na economia (link aqui).

Então, se a repórter e a Globo estivessem realmente preocupados com o país, deveriam fazer uma enorme reportagem em favor das famílias numerosas. O perigo não é a superpopulação mundial, como parece indicar a farsa neomalthusiana do Fantástico. O que realmente coloca problemas para o bem-estar e progresso dos homens é o discurso pseudo-cientificista, aliado dos regimes colonialistas que sentem seu domínio sobre as nações em desenvolvimento enfraquecer. Resistamos!!!

 

 

Robson Oliveira

34 comments for “Globo e Neomalthusianismo: Mais uma mentira para enganar você!

  1. sidneisilva
    21 de junho de 2013 at 15:50

    Velho, como você é tonto. A superpopulação é algo que só favorece aos poderosos sedentos por mão-de-barata e em abundância (e ignorante, claro). Se a Globo quisesse que os pobres tivessem menos filhos, já teriam encampado este tema, há tempos. Mas, pelo contrário, para se ter um país com pessoas cada vez mais ricas, é preciso uma massa de pobres e desinformados na base da pirâmide. Nem me venha com aquela de quanto pior melhor, que o povo nunca fez, nem nunca fará revolução. Quem faz algo é a burguesia ou a classe média mais ou menos informada. O povo só quer saber de ganhar na loteria, ver futebol e novela. Repense seus conceitos, amigo. Você não percebe quem te manipula.

    • 21 de junho de 2013 at 16:08

      Fala novinho…

      1. Superpopulação só favorece os poderosos? Bem, sua palavra não basta para mim. Dê-nos argumentos. Aliás, você não entendeu bem o que eu disse. O que os “poderosos” temem é a produção de mais riqueza, não a superpopulação. Por isso, tentam impor limites produtivos e também a produção interna dos países.

      2. Se a Globo quisesse? Quer e já encampou a muito tempo o tema. O senhor tem visto tevê ou lido jornal nos últimos 20 anos???

      3. Riqueza vem da pobreza? Falta provar esse tese, né? Acho que riqueza vem da produção. Países com mais produção são mais ricos que outros.

      4. Ah, concordamos em parte com uma coisa. O povo só quer saber de futebol, novela, loteria e… manifestação com transmissão ao vivo para a tevê. Aliás, o senhor foi? Adianto que eu, que não vejo novela há 10 anos, não cai na armadilha da mídia. Não sou de me deixar manipular fácil assim…

      Abraço!

  2. AMARO HELIO COSTA DOS SANTOS
    13 de março de 2013 at 14:09

    Acho que nos humanos somos culpados por boa parte desses problemas, Mas a Idéia de colocar a população mundial em um territorio e em outra parte do munda ficar como plantação para alimentar a todos. Acho lindo, mas inviável, pois a vontade politica e o egoísmo do homem vai dificultar

  3. Rodrigo
    5 de janeiro de 2013 at 14:12

    É de se admirar a disposição e a paciência do André Mello e do Cristiano Vagaes para explicar alguma coisa a esse pessoal… O texto do Robson Oliveira é cheio de premissas falsas, muita opinião, inflamados ataques gratuitos, teoria da conspiração. Contra a fé não existe argumento, “crescei e multiplicai-vos”, quem não tem a honestidade de olhar com bom senso o desrespeito que temos com o nosso planeta não vai mudar só com argumentos lógicos… Que interesse os EUA e a Globo teriam em fazer alarde com o aquecimento global ou a teria de Malthus? O planejamento familiar é a coisa que menos se fala em qualquer mídia ou governo, do contrário já teríamos sentido os efeitos positivos disso.

    • 22 de janeiro de 2013 at 21:36

      Acho que você se admira com pouca coisa, né?

      Bem, vamos à vaca fria:

      1. Aponte as premissas falsas do meu texto. De minha parte, pus no meu texto as fontes das minhas informações;
      2. A quem ataquei, além da má-fé e da falsa ciência?
      3. O mesmo que tem em defender o governo do PT: poder e dinheiro. Mas voltando ao assunto. Que interesse ONG’s teriam? Eu sei, você que se vire para saber. As fontes estão aqui, aqui e aqui. Tá bom ou quer mais?
      4. Noves fora a lógica canhestra (ou a falta dela) que sustenta que de tanto falar de algo, justamente isso aconteça, é evidente a tentativa de implantar o planejamento familiar em todos os cantos do país. Mesmo contra a vontade da população, no Brasil e no exterior: (aqui, aqui, aqui, aqui e aqui, dentre outros.

      Então, é assim: contra suas críticas vazias, informações, dados e provas.

      Até mais!

      • André Mello
        3 de junho de 2013 at 23:12

        Cá estou eu de volta, para debater denovo o que ja foi falado…
        Olha, em primeiro lugar não é um bom argumento usar auto-citações… aliás é um péssimo argumento usar como fontes o que você mesmo disse em outros textos de uma coisa que você mesmo criou. Se for trazer uma fonte, traga de algum artigo em revista científica internacional ou algo do gênero, e principalmente, saiba interpretar esses dados. OPINIÃO NÃO VALE COMO ARGUMENTO!!!!
        Além do mais não seja ultra-sensacionalista com o que você diz no site, especialmente no que se trata sobre “teoria da conspiração”, como a maioria dos “ultra-religiosos”, incluindo aí muitos pastores evangélicos, rabinos, etc… TUDO QUE É EXTREMO É RUIM, incluindo religião ou leitura fundamentalista da bíblia.
        Realmente, concordo com 100% do que o Rodrigo disse. O planejamento familiar só poderá trazer benefícios à sociedade, e não venha dizer que “alguem aqui está querendo exterminar a população”, pois simplesmente o que é necessário para que a população adquira prosperidade financeira é a maior DISPONIBILIDADE DE RECURSOS.
        Explicando pela última vez, e citando novamente o exemplo da agricultura: para aumentar a produtividade agrícola, pode-se tomar algumas ações:
        – A primeira é uma nova tecnologia que possa ser BARATA E MASSIFICADA, para que seja viável economicamente. Isso aumenta a produtividade sem aumentar os custos e a área plantada. Sabemos que novas tecnologias agrícolas surgem de maneira muito mais lenta do que o crescimento da população, e muitas vezes quando surgem são caras e não podem ser implantadas em todo o lugar. Ex: sistemas de dessalinização de água do mar para irrigar desertos, são caríssimos, e esse preço é repassado para os produtos que serão vendidos. Resultado: produtos escassos e caros, e pouca população vai ter acesso à ele, não resolve o problema da fome no mundo…
        – A segunda, e que os ignorantes acham que é a solução, é aumentar a área plantada. Isso é praticamente impossível do ponto de vista sustentável!!! O espaço ocupado pelas atividades humanas, no planeta, já chegou no LIMITE, para a tecnologia atual. Precisamos de agricultura, pecuária, e principalmente florestas, pois quem é que fornece serviços ambientais, não é mesmo??? Como já disse, com a tecnologia atual (e que muito dificilmente evoluirá tão rápido), não há como ocupar desertos, montanhas, etc de maneira a produzir alimentos baratos. Portanto foi isso que a reportagem do fantastico quis dizer, e que você encheu de FALSAS PROFECIAS no seu texto.
        – A terceira é comer menos carne. Ao invés de alimentar o boi, porco ou galinha com soja ou com pasto, e vamos aproveitar esse espaço e transformar em terras agricolas para a produção de vegetais, há um menor gasto de energia na produção final de alimentos. No ponto de vista ambiental essa é a solução mais viável a curto prazo (aprox. algumas décadas). Mas agora, a pergunta que fica é: quando as pessoas ficam mais ricas, elas consomem mais ou menos carne???? já imagino a resposta. Nesse caso a solução, sob o ponto de vista de um economista, pode ser a criação de um imposto alto sobre a carne, fazendo com que as pessoas consumam menos e diminua a produção. Agora, as pessoas vão ficar felizes ao saber do aumento no preço da carne?
        – A quarta, seria encontrar alguma maneira de melhorar a distribuição de renda. Isso melhoraria também a distribuição de alimentos. Ótima solução, porém deve-se lembrar que isso vai provocar um aumento ENORME na demanda, na produção agrícola, no desmatamento, nos problemas ambientais… Portanto esta solução é possível mas deve ser administrada com cautela! Além disso isso poderia levar a um problema econômico grave, que eu poderei explicar em outro comentário caso quiserem saber.
        – A quinta, e mais IMPORTANTE é o PLANEJAMENTO FAMILAR. Vou citar um exemplo: uma família, que ganha $1000,00 por mês, está pensando em ter filhos. Agora analise duas situações: na primeira, ela terá 4 filhos, e na segunda ela terá 1 ou 2 filhos. Em qual das situações será possível dar educação de qualidade (escola particular), alimentação adequada, bancar os estudos na faculdade… se tudo mais permanecer constante? Aí está o caminho para a sustentabilidade, QUALIDADE ao invés de QUANTIDADE.
        Qual a melhor saída? a terceira, quarta e especialmente a quinta (que trará maiores efeitos positivos).
        Não defendo nem sou contra o aborto, não tenho uma opinião formada sobre isso. Mas o que eu defendo com unhas e dentes é o acesso à população mais carente, especialmente, a métodos anticoncepcionais, à informação de qualidade, a qualidade ao invés da quantidade.
        Os países mais próximos do caminho da sustentabilidade são os países desenvolvidos, e seu nome já é sugestivo. Especialmente os países escandinavos (Finlândia, Noruega, Suécia, etc), que contam com uma alta tecnologia, população menor e bem distribuída, mais igualitários economicamente e socialmente, com melhor saúde, segurança e especialmente EDUCAÇÃO (o principal défcit dos países subdesenvolvidos). Esses países levam a sério estas políticas, especialmente de planejamento familiar. E não venha falar que eles estão “falindo”, aliás, eles tem uma economia muito mais estável que os demais países, e estão voltando a crescer economicamente, num ritmo mais saudável. Não venha falar desse “neocolonialismo”, pois estes países nunca foram colonizadores de ninguém, aliás, alguns deles eram pobres até a década de 50.
        Planejamento famíliar não é só “redução populacional”, mas sim adequar o tamanho da população à capacidade do país para que ele possa ser crescer sustentável. Isso inclui também políticas de aumento de natalidade, como nos casos de alguns países europeus. Porém o caso mais adequado para os países subdesenvolvidos (e em desenvolvimento) é o primeiro.
        O principal INIMIGO DO PLANEJAMENTO FAMILIAR ATUALMENTE É A IGREJA!!! ela não permite o controle de natalidade, métodos anticoncepcionais, etc, e adota a política IDIOTA de “CRESCEI E MULTIPLICAI-VOS”. Portanto julgo negativamente a igreja como instituição política.
        Resumo do cenário atual nos países subdesenvolvidos: a igreja não permite controle de natalidade, muitos pais não dão carinho e amor, o estado não dá educação e emprego, e o resultado é um aumento na criminalidade e violência.
        Portanto reveja seus argumentos Robson Oliveira e Cia.
        Além disso, acredito que com este texto tá tudo mais do que bem explicado. Tive o trabalho de fazê-lo para as pessoas menos entendidas do assunto, que já ví publicarem alguns comentarios aqui, quem sabe que é verdade e ignora então que fique com sua ignorância e não infeste a população com suas FALSAS PROFECIAS, cheia de opiniões e com auto-citações sem base lógica.

        • 5 de junho de 2013 at 13:38

          Bem, seja bem-vindo, mas tomara que venha com mais argumentos e menos retórica…

          1. Sobre auto-citações: não, não as usei. Se se desse o trabalho de debater seriamente, veria que os textos (por exemplo, aqui) apontam para documentos e palestras de especialistas. Quando não estão indicados diretamente no texto, como aqui.

          2. Fontes internacionais: quem foi que disse que para que algo seja verdade é necessário que esteja indicado em artigo em outro língua? Por que um especialista brasileiro é menos especialista que um francês? O prof. Luiz Carlos Molion é tão respeitável quanto qualquer um outro, apesar de tupiniquim. Se o senhor tem complexo de vira-lata, como diria o Nelson Rodrigues, tudo bem, mas não tente impor sua perspectiva imperialista a nós. Não aceitamos!

          3. Sobre opinião: sim, concordamos. Opinião só vale se acompanha de argumentos. Aliás, cadê os seus. Os nossos estão aí no blog, com as fontes. O senhor só aparece com textos em caixa alta, como se isso fosse suficiente para abalizar suas opiniões.

          4. Ultra-sensacionalista: onde estou sendo ultra-sensacionalista? Dê-nos provas, aliás, artigos internacionais, segundo seu critério, e não apenas sua opinião.

          5. “TUDO QUE É EXTREMO É RUIM”: interessante, é mesmo? Essa tese inclui também extremismo ecológico e populacional? rsrsrsrs…

          6. “Planejamento familiar só traz benefícios”: será? Em que mundo o senhor está? Pergunte à França e a Portugal, que hoje amargam um déficit populacional absurdo pois fizeram décadas de planejamento populacional compulsório, se estão satisfeitos com o resultado. Para facilitar, eis aqui um artigo (http://www.courrierinternational.com/article/1999/02/25/alerte-au-papy-boom – em outra língua!!!). Será que está bom ou tenho de desenhar?

          7. Prosperidade financeira: fala com um verdadeiro capitalista! Não, não buscamos apenas prosperidade financeira. Mas se esse é o assunto, o argumento está errado. O que faz uma nação e seus cidadãos ricos não é a disponibilidade de recursos, mas a produção daquele país. Afinal, Zâmbia tem muitos recursos, mas sua população não é rica; enquanto que a Coreia do Sul não tem grandes recursos, mas tem a Samsung, que atrai recursos para o país e para a sua população. Então, que tal interpretar melhor os dados?

          8. “Explicando pela última vez”: Tomara!

          9. “Sabemos que novas tecnologias agrícolas surgem de maneira muito mais lenta do que o crescimento da população”: Malthus de novo! Mas será possível isso?? Aos leitores sugiro: http://www.youtube.com/watch?v=xx3qt3c9i_k.

          10. “Irrigar desertos”: será que é tão caro??? http://www.notsogreen.com/images/460142568_GoogleSmall.jpg

          11. “os ignorantes acham que é a solução, é aumentar a área plantada”: acho que falou de mim… rsrsrs… Parece que não é tão “impossível assim, né? http://photography.nationalgeographic.com/staticfiles/NGS/Shared/StaticFiles/Photography/Images/POD/i/irrigated-fields-kendrick-731194-xl.jpg

          12. “O espaço ocupado pelas atividades humanas, no planeta, já chegou no LIMITE”: falso! Como provamos nesse mesmo post, toda a população do mundo cabe dentro do Brasil, todo ocupado, com garagem e quintal. Só fazer as contas. Mas não vou ensinar matemática para ninguém. Veja o vídeo, que é mais fácil: http://www.youtube.com/watch?feature=endscreen&v=laUyFWBcuYU&NR=1, http://www.youtube.com/watch?v=b-1H-rWDM9U.

          13. “não há como ocupar desertos”: a Líbia discorda de você! rsrsrsr…

          14. “FALSAS PROFECIAS no seu texto”: Oh, caixa alta… Você me convenceu… ou não. Mostre que os dados apontados são falsos, por favor. Ah, com artigos internacionais! Só não vale aqueles artigos dos camaradas americanos, que falsificaram dados do clima. O escândalo foi conhecido como climategate – http://humanitatis.net/?p=397.

          15. Vegetarianismo: deixa ver se entendi. Você está querendo tornar o vegetarianismo compulsório?? É isso mesmo?? Mas isso não é extremismo?? ahahahahaha…

          16. “- A quarta, seria encontrar alguma maneira de melhorar a distribuição de renda. Isso melhoraria também a distribuição de alimentos. Ótima solução, porém deve-se lembrar que isso vai provocar um aumento ENORME na demanda, na produção agrícola, no desmatamento, nos problemas ambientais… Portanto esta solução é possível mas deve ser administrada com cautela! Além disso isso poderia levar a um problema econômico grave, que eu poderei explicar em outro comentário caso quiserem saber”: resolvi deixar seu texto na íntegra porque ele é inacreditável! O senhor acha que a melhorar a distribuição de renda deve ser buscada com cautela, por causa dos impactos ambientais?? Tem certeza que o senhor é humano???

          17. “PLANEJAMENTO FAMILAR”: em caixa alta, por que assim se torna mais verdadeiro. Bem, já foi provado pela experiência que menos filhos não gera riqueza. A Europa está mergulhada em crise, por causa das políticas de redução de filhos. De outro lado, isso parece muito mais política de purificação de raça, como fazia o nazismo na Alemanha. “Ah – o senhor dirá – quem falou em matar? Você está distorcendo minhas palavras” e blá, blá, blá. O senhor mesmo dirá o que é “planejamento familiar” para o senhor: “Não defendo nem sou contra o aborto, não tenho uma opinião formada sobre isso. Mas o que eu defendo com unhas e dentes é o acesso à população mais carente, especialmente, a métodos anticoncepcionais, à informação de qualidade, a qualidade ao invés da quantidade”. Então, o senhor parece ser do tipo que acaba com a pobreza matando o pobre. Estou fora!

          18. Países escandinavos: será que os países escandinavos são o paraíso na terra? Tem tudo isso de bom, mas o senhor esqueceu de dizer que eles também têm o maior número de suicídios do planeta. Por que alguém que mora num paraíso terrestre decide, bem educado, informado e em três línguas diferentes, que é melhor dar cabo da própria vida? Explicai-nos, ó sabe-tudo? Talvez porque esses dados não sejam tudo – nem o mais importante – sobre a vida humana, não acha?

          19. “E não venha falar que eles estão “falindo””: uai, agora vai querer dizer o que posso ou não argumentar? Os países estão quebrando e só se mantém a custo dos roubos e desvios justamente dos países pobres. Esses países que o senhor admira lava dinheiro dos ladrões dos países pobres e o senhor nem cora ao defendê-los! Por favor, estou já achando que o senhor é um capitalista ferrenho!

          20. “Neocolonialismo”: o senhor tem dificuldade com conceitos, não é? Justamente porque alguns países não foram colonizadores clássicos, como Inglaterra e Portugal, mas por causa da ação assemelhada a exploração – com a lavanderia de dinheiro roubado, por exemplo – é que se fala de neocolonialismo, e não de colonialismo puro e simples. Mas se para dormir em paz o senhor prefere essa leitura, que seja. rsrsrs…

          21. “O principal INIMIGO DO PLANEJAMENTO FAMILIAR ATUALMENTE É A IGREJA!!!”: SIM!!! (também usei a caixa alta, viu?). E que continue assim. Aliás, a Igreja foi a primeira e única em diversas coisas: foi a primeira a reconhecer a dignidade dos índios, dos negros e dos escravos. Foi a primeira a reconhecer a dignidade da mulher. E continuará a ser a única instituição no mundo a lutar contra o assassinato de pessoas inocentes no seio materno, por aborto ou pílula do dia seguinte, além de não aceitar ver a pessoa diminuir-se ao nível utilitário, pelo sexo sem compromisso.

          22. “julgo negativamente a igreja como instituição política”: jura? Se não fala nem perceberia. rsrsrs…

          23. “Resumo”: então tá: o senhor não aceita opinião como argumento; só aceita artigos internacionais como argumento; mas durante todo seu texto só esgrimou opiniões preconceituosas, sem qualquer argumento, sem artigos – nem nacionais! Está bem resumido, não está?

          24. “a igreja não permite controle de natalidade, muitos pais não dão carinho e amor, o estado não dá educação e emprego, e o resultado é um aumento na criminalidade e violência”: Essa é, realmente, original. O crime é causado pela Igreja. Quer dizer que no ano 1 a. C. não havia assassinatos, roubos, traições e tudo o mais. Ora, mas Sócrates – que viveu 6 séculos antes de Cristo e sua Igreja, morreu envenenado injustamente. Como o senhor explica? E mais: quer dizer que o criminoso vem de famílias pobres, sem carinho e amor, de pessoas desempregadas, etc.? O senhor já parou para pensar um pouco sobre as coisas que escreve, senhor???

          25. “reveja seus argumentos Robson Oliveira e Cia.”: Revistos e mantidos, chefe! O senhor teria a coragem de fazer o mesmo?

          26. “acredito que com este texto tá tudo mais do que bem explicado”: o senhor deve ser um homem de fé para “acreditar” nisso. Por favor…

          27. “pessoas menos entendidas do assunto, que já ví publicarem alguns comentarios aqui, quem sabe que é verdade e ignora então que fique com sua ignorância e não infeste a população com suas FALSAS PROFECIAS, cheia de opiniões e com auto-citações sem base lógica.”: as pessoas saberão quem sabe e quem não sabe, senhor. Fique tranquilo.

          Inté!

      • neilton santos siqueira
        5 de abril de 2015 at 19:04

        Robson não vou nem perder meu tempo. quem comenta algo onde não mostra fontes e informa de forma cientifica não merece discutir. O ACHISMO é o pensamento do povo brasileiro. abraços.

  4. Profeta
    4 de janeiro de 2013 at 21:11

    Fico feliz de ver que ainda há algumas pessoas com senso crítico como André Mello, Lucas e Cristiano Vagaes, mas infelizmente não há esperança para o futuro. A sociedade está cada vez mais violenta e apegada aos bens materiais, sendo que agora até Deus está sendo usado como instrumento para tornar-se rico, e a educação vai de mal a pior. Ainda há alguns países que estão no caminho certo de desenvolvimento sustentável, mas são minoria, seguindo o caminho da moderação e da preservação, enquanto outros vão pelo caminho do excesso e da poluição. As outras espécies de animais estão sendo extintas, só estão sobrando aquelas “úteis” ao ser humano. Não pretendo sair do Brasil tão cedo, mas sei que o futuro próximo deste país é a desgraça.

    • 5 de janeiro de 2013 at 07:32

      Bem, senhor Profeta, acho que precisa melhorar seus vaticínios. Como provei em outro post aqui, esses nomes são personagens de um “alter ego”. Se suas profecias estivessem bem azeitadas, o senhor saberia que se trata de mentiras.

      Até mais!

  5. Herbert Burns
    17 de dezembro de 2012 at 15:51

    Alô Cristiano Vagaes ! É bom saber que temos gente de coragem como voce! Que sabe das coisas e que se deixa levar por seus ideais! Pra onde voce vai? Onde voce estiver mande notícias. Foi bom conhecê-lo. Sei que pelo exposto voce devolverá a terra em que voce está aos índios bolivianos, os verdadeiros donos da terra. Que estavam aí muito antes de nós, digo,de vós. Diga o que voce vai fazer: Se auto eliminará para dar o exemplo? Oh não vai pra escandinávia não, voce vai encher aquele lugar! È melhor “Ser formado em Economia pela USP, conviver com professores e especialistas renomados, que apresentam a mesma opinião (idiota), que poluir com sua presença os países escandinavos. Vá pra São Paulo! Onde autodidatas se dizem economistas. Escreva um livro sobre a verdadeira história do Acre! Pois a que contam, desde a colonização, aquela que está registrada nos livros e na cultura do nosso povo diz exatamente o contrário. Mande notícias!

  6. Cristiano Vagaes
    16 de dezembro de 2012 at 13:27

    Pois então, a minha opinião é a mesma do economista André Mello. Acredito que para elevar o padrão de vida do mundo inteiro em geral deve haver um controle de natalidade, tanto da população pobre como da população rica.

    Moro no Acre e convivo diariamete com conflitos agrários. O que acontece por aqui é absurdo! A 10 anos atrás, a região onde eu moro era praticamente florestas. A qualidade de vida era muito melhor do que é hoje, ainda existiam animais selvagens e rios limpos, e a cidade era muito menor, as comunidades extrativistas faziam o uso sustentável da floresta, viviam em equilíbrio com a natureza e já nessas comunidades havia o planejamento familiar, a violência era praticamente inexistente, e a quantidade de filhos por mulher, em média, não passava de 2! Assim eles conseguiram manter seu ritmo de vida durante muitas gerações.

    Hoje em dia, quase tudo de floresta já foi desmatado para dar lugar a pastagens para gado, plantações de soja, etc. Você consegue olhar para o horizonte e não ver o fim de pastagens e plantações. As comunidades ribeirinhas foram expulsas, sob ameaça de morrer, os rios foram assoreados, não existe mais vida selvagem, foi chegando um contingente enorme de pessoas, criaram-se favelas, surgiram problemas de doenças (como cólera), enormes problemas ambientais etc… e tudo isso para dar lugar a o que vocês chamam de progresso!

    Não entendo que tipo de progresso é esse, destruir o mundo inteiro para dar lugar para produzir comida e cada vez mais chegando gente, violência, contruindo favelas… Se você for numa destas favelas, verá que a quantidade de filhos por mulher é absurda! 10, 12 filhos por mulher. E cada vez mais este negócio vai crescendo, tudo para dar para colocar mais gente no mundo, porque é como vocês dizem: “porque nós, seres humanos, somos superiores, temos que dominar, satisfazer só nossas necessidades!”.

    Mais uma vez volto ao exemplo das comunidades ribeirinhas e indígenas que habitavam a região: viviam em harmonia com a natureza, o crescimento populacional era limitado, e com isso podiam satisfazer suas necessidades e as necessidades das gerações futuras. Comparando com a população que habita estas favelas hoje em dia: muitos filhos por mulher, não tem condições de sustentar esse contingente de filhos, vivem com a filosofia de desmatar, produzir, “crescer”. E ainda sem esquecer dos fazendeiros, que agem como “grandes coronéis”, e pensam da mesma forma que os últimos: desmatar, lucrar, produzir comida pra toda essa gente que vem aí. A informação que eu tenho é que essas fazendas produzem gado para o mercado nacional (o seu churrasquinho do fim de semana), e a soja (o mais lucrativo) é exportado totalmente para a Índia, para dar comida à aquela população enorme e crescente.

    E assim andam as coisas, conforme o mesmo pensamento do Robson Oliveira: “é possível colocar todas as 9 bilhões de pessoas em um estado do tamanho do Texas e fazer do resto do mundo imensas hortas, enormes viveiros de peixes, com Disneylândia e tudo”. Então vamos fazer do resto do mundo imensas hortas, pastagens e viveiros e vamos acabar com o resto das florestas, tudo para satisfazer quem? O ser humano, sempre!

    Quanto a o que dizem: “Ver nos outros não concorrentes ou inimigos mais seres humanos dignos”. O ser humano é como qualquer outro ser Biológico! quando faltam recursos começa a haver concorrência. E não há como fugir deste fato! E não existe questão ética ou religiosa que mude isso. O ser humano é, antes de tudo, um animal! Por isto é importante não haver concorrência.

    Um exemplo que deve ser mostrados é o seguinte: os países escandinavos possuem uma população pequena. A qualidade e o padrão de vida dos habitantes destes países são os maiores do mundo, e o consumo per capita é alto. Porém, somando o consumo de todo o país essa quantidade é pouco significante, comparado com outros países. A tecnologia é muito desenvolvida, e o trabalho no setor primário e indústria destes países é feito praticamente com o uso de máquinas, que aumentam o rendimento e a produtividade, substituindo a mão-de-obra. A taxa de natalidade é pequena, e ainda a área de cobertura florestal nestes países são as maiores na Europa. Isto significa: muitos recursos naturais, pouca gente, trabalho braçal substituido por máquinas, excelente infra-estrutura e tecnologia. Acredito que ESTE é o caminho a ser seguido!

    • 17 de dezembro de 2012 at 12:43

      Sobre o senhor Cristiano, trato depois. Vou ser rápido dessa vez (de baixo para cima):

      1. Bom, que seja um paraíso morar nos países escandinavos, eu duvido. Afinal, a maioria dos suicídios ocorre nesta parte do mundo. Ora, já que quem mora lá prefere morrer a continuar vivendo naquele paraíso, eu me reservo o direito de achar que viver em países “com população pequena”, muito rica e ateia não é uma boa – http://www.bbc.co.uk/portuguese/ciencia/2011/04/110426_felicidade_suicidio_mv.shtml. Por esse motivo, tenho certeza, esse não é o caminho a ser seguido.

      2. Que os homens sejam como animais, no risco de morte, cada um por si, novamente está enganado. Conheça mais sobre esse senhor, que livremente morreu por alguém que nem conhecia – http://www.cancaonova.com/portal/canais/liturgia/santo/index.php?dia=14&mes=8

      3. Se não tem senso para ironia, não reclame de mim. Reclame da deusa evolução, que não lhe deu essa virtude… rsrsrs…

      4. Pensamento racista e preconceituoso, hein? Por que as faveladas não podem criar seus filhos mesmo? Ah, e se gosta tanto de comunidades ribeirinhas, o que faz ainda com internet em Curitiba? Vai pro Amazonas, pô!

      5. Acorda, Alice! Em que favela as mães têm 10, 12 filhos? Acho que quem nunca pisou numa favela foi o digníssimo…

      6. De novo, tá insatisfeito, tá? Pega seu notebook, seu ipad, seu óculos escuros, seu carro, todos frutos do “progresso” demonizado pelo senhor, e vá morar numa oca à beira do rio.

      7. Bem, que você more no Acre eu duvido, mas deixo para depois a prova do porquê.

      8. Ah, e que o André seja economista também duvido. Será que o pensamento tolerante e aberto de vocês permitem-me essa dúvida?

      Inté, ribeirinho de Curitiba!

      • André Mello
        3 de junho de 2013 at 23:46

        Pera aí, estranhei uma coisa em seu comentário: você prefere suicídios ou HOMICIDIOS??? Lá casos de violência são muito raros. “Sentir-se infeliz em um ambiente onde a maioria das pessoas se sente feliz aumenta a sensação de infelicidade e a probabilidade de que a pessoa infeliz recorra ao suicídio, a equipe concluiu.” Lá a maior parte da população é feliz não é mesmo?? Agora você prefere que a maioria das pessoas vivam infelizes para que os outros infelizes não recorram ao suicício? Afinal, não há como agradar todo mundo, então quem estiver infeliz sinta-se a vontade para se retirar, é algo CONSENSUAL.
        As pessoas querem ser livres, ter direito de escolher desde que não prejudique ninguém. Se nos países desenvolvidos o suicídio ocorre por causa da felicidade alheia, nos subdesenvolvidos ocorre por causa da desesperança, fome, além de que as taxas de homicidio são altíssimas. Eu, particularmente, prefiro ter o direito de escolher se vivo ou morro do que outras pessoas decidirem por mim. Fica a dica!
        2 . Você pega casos isolados e tenta inferir isso para toda a população. Nunca aprendeu estatística??? Animais também fazem o mesmo, já vi varios relatos de cães que morrem para salvar a vida do dono, resgatam crianças abandonadas, etc. Esse sentimento “humano” que voce diz é presente também nos animais, estranho não? Voltando ao assunto, sim, a maior parte dos seres humanos se comportam como animais em horas de risco. Somos animais, não sabia? ou ainda acredita que fomos feitos de barro e que temos que “dominar sobre toda a criatura existente”.
        3. Eu sou eu mesmo, não preciso ficar usando outros “codinomes”. Agora prove-me que somos o mesmo, só porque moro em curitiba??
        4. Não preciso provar se sou ou não formado em uma universidade, qualquer pessoa pode vir e discutir, desde que traga argumentos convincentes. Não me coloco num “pedestal” por ser economista, só falo com conhecimento de causa, conhecimento científico.
        5. Não fuja do assunto, não entre em méritos pessoais para desviar do assunto em questão.
        6. Além do mais, apesar de saber que os argumentos que eu coloco nos meus comentários são os mesmos da maior parte de pessoas de ciência, poucas destas pessoas com conhecimento suficiente vem discutir aqui nesse site, porque nenhum cientista que se preze perde tempo com argumentos fundamentalistas e radicalistas religiosos. Minha intensão aqui é desmascarar essas pessoas.
        Boa noite!

        • 7 de junho de 2013 at 13:40

          1. É, o senhor estranhou porque não entendeu. Ou finge não entender. Reclame com a deusa Gaia.

          2. Se para o senhor animais e homens são iguais, tudo bem. Só não exija de nós – os que vemos diferença absurda – que tenhamos fé nesse seu credo irracional. De nosso parte, somos a favor da ciência, da arte, da liberdade, da esperança, todos horizontes impensáveis para qualquer animal.

          3. Já ouvi falar em número de IP??? Ou na faculdade de economia não te ensinaram… rsrsrs…

          4. Não precisa mesmo. Aliás, dá para ver que não é em lógica que você é formado.

          5. Ué, você não gosta de argumentar??? Estou argumentando, meu caro.

          6. “Pessoas da ciência”. Ah, agora sim! Que tal colocar textos aqui dessas pessoas, com links em outra língua, tá??

  7. Herbert Burns
    16 de dezembro de 2012 at 02:16

    A Falta de argumentos faz com que pessoas se posicionam mais politicamente que racionalmente, aí produzem pérolas incríveis. Alguns séculos atrás dizia-se que a população crescia num ritmo geométrico e a produção, aritmético. E as pessoas repetiam frenéticamente sem dar chance a uma contestação científica e quem se posicionava-se contrário era discriminado intelectualmente. No mundo atual ainda há resquício desta descriminalização apesar de subsistir ainda o efeito “papagaio”, de se repetir bobagens, mas o placebo parece intelecto. A água, que os EUA queriam garantir com construções de aquadutos cortando toda a América, saindo do Sul indo as grandes cidades americanas foram garantidas com o arrendamento das fazendas americanas, onde a produção de grãos, em especial o trigo que consomem muita água. Então essas fazendas ficam arrendadas para produção de água e o trigo é importado de países exportadores. Só pra se ter uma idéia, a produção de uma tonelada de trigo consome um mil e quinhentas toneladas de água! O mesmo se diz da produção de Aço, do carro zero, etc. O fornecimento de agua em pets, no ano de 2006, no mercado americano, somou a fábula que equivale ao PIB do Brasil. Quando se falava em reservas de água potável no mundo , se pensava na Amazonia, hoje os olhos se voltam para o Aquífero Garani, a maior reserva de água potável do mundo, no subsolo dos estados centro e sul do país, além dos países vizinhos. Sua exploração já começou. Os portos estão sendo reformados para dar acesso aos navios pós panamex, de grande calado, onde fazem o transporte de, além de água, dos produtos que a contém: como grãos e sucos, cuja exigencia é que contém os níveis de humidade contratados. A fome no mundo é mais um problema financeiro, os países pobres não tem recursos financeiros para comprar! São considerados parasitas, como dito no texto acima. Esses seres humanos não passam de estatísticas, números que enfeiam! Ah se fossem eliminados, pensam uns. Assim como outros pensam em se apropriar das reservas que não são utilizadas por esses mesmos pobres. No nosso caso temos agua mais não temos recursos, deveremos também ser eliminados? Contados como os pobres que não tem recursos para a devida exploração? Eliminados como parasitas? No nosso código penal art 155, dá até 4 anos de prisão ao roubo de água, o que é usado pelas distribuidoras de água para extorquir os consumidores inadimplentes, enquanto faturam produzindo em embalagens pets que não passam de água filtrada, sem origem de fontes aquíferas, como era anteriormente. Resta-nos o compromisso de assumir nossa condição de cristão: distribuir melhor a justiça, fazer chegar o saber e o cuidado da terra, a saúde, o alimento e vestuário a todos, não ficar preso a questões financeiras, mas mais a questões sociais. Ver nos outros não concorrentes ou inimigos mais seres humanos dignos.

  8. André Mello
    15 de dezembro de 2012 at 20:50

    Então, encontrei alguns artigos que comprovam a teoria da Ilha da páscoa, que o Lucas mostrou acima.
    Os fatos mostrados por estes artigos mostram que a superpopulação humana levou a própria extinção da civilização na Ilha. O que aconteceu lá serve como lição para o mundo atual.
    A história é triste, mas é a mais pura verdade!
    Segue os links:
    academia.edu/390432/Revisiting_Rapa_Nui_Easter_Island_Ecocide._
    evolucaobiologia.blogspot.com.br/2009/01/as-testemunhas-de-pedra.html

    • 16 de dezembro de 2012 at 16:09

      Bem, senhor André, suas fontes são muito fracas: wikipedia e a revista de jornaleiro, Super Interessante (sem o link para a notícia ou número da revista). Aí fica difícil acreditar no senhor. E basta um ou dois cliques para ver sua teoria – e a do senhor Lucas – cair como castelo de cartas.

      Eis a Ilha de Páscoa, lugar inabitável e sem ecossistema, segundo os senhores:

      Resort em Ilha de Páscoa

      Vida dura, em Páscoa...

      Lugar inabitável...

      Tudo planta de plástico...

      Como se vê, não há

      Apesar de tanta pobreza e falta de recursos, há gente que ainda tenta deslanchar o turismo com resorts naquela ilha malfadada: http://letmego.com/easter-island/resorts/

      Fala sério… quando vier brincar, traga brinquedos de verdade…

      • André Mello
        20 de dezembro de 2012 at 22:53

        Estes argumentos que você trouxe não são nem um pouco convincentes, pois o fato é que a economia desta ilha é baseada no turismo, somente. Por isso pesados investimentos foram feitos para criar resorts, etc… e além disso esta ilha era ocupada originalmente por uma floresta exuberante subtropical, com uma das maiores espécies de palmeiras que habitaram a terra! (procure no google), e com a crescente população as florestas foram cortadas para dar lugar a agricultura e ajudar na construção dos moais. Esta civilização era muito hábil na agricultura e pesca, porém com o corte das florestas os rios perderam qualidade d’água, e a erosão acabou com as terras agriculturáveis.
        O resultado, foi que a terra perdeu sua fertilidade e uma crise de fome devastou a ilha (pode ler nos artigos científicos como referência), e chegou a um ponto em que a população diminuiu da pior forma possível, e alguns achados históricos ainda apontam a existencia do canibalismo como sobrevivência!
        E o que restou? Quando os Europeus chegaram, a ilha era um campo, só capim havia restado, e mais uma ÚNICA espécie arbustiva, e a biodiversidade foi DIZIMADA pelos humanos, que não conseguiram administrar a própria população e a distribuição de recursos. Haviam alguns poucos habitantes na ilha, enfraquecidos, e que foram levados de escravos… ah, e claro, os moais, a “grandiosa expressão do ser humano”. O fato é que hoje a ilha vive do turismo, e não da agricultura, importando a maior parte dos alimentos de outros países.
        O que você mostrou na foto alí encima é somente um jardim de um resort, nada mais… cadê a biodiversidade alí na foto? plantas de espécies exóticas? um jardim ou uma mansão não tem função ambiental nenhuma.
        Por favor, estude um pouco de ecologia para entender o que é biodiversidade, entenda a função do meio ambiente para o homem, e não divulgue idéias reducionistas do século XVII.
        Mas como não está acabando água potável no planeta??? O que se vê no noticiário e em documentários é o que? “manipulação dos países desenvolvidos???” você já viu como fica um rio quando passa por centros urbanos? se transforma em um esgoto a céu aberto, um exemplo claro é o tietê, em são paulo. E não há maneira barata de reutilizar esta água, caso as soluções fossem tão simples como dizes ninguém estaria divulgando os problemas dos impactos humanos.
        Que fique claro uma coisa: a quantidade de água na terra é constante, estas figuras de agricultura no meio do deserto eles utilizam são águas fósseis, não retornam mais de onde foram retiradas, e quando esta água acaba a agricultura é abandonada. Não existe mágica nem tecnologia que faça mudar isso.
        Os sistemas que retiram águas de rios para irrigar desertos causam problemas gravíssimos! A começar pela salinização do solo (cristais de sais que se acumulam no solo e a tornam inviável para a agricultura), depois a “lavagem” destes solos para retirar os sais excessivos, que carregam todo este conteúdo de volta para o rio e poluem suas águas e comprometem toda a qualidade da água do rio. Então, primeiramente se informe o que é ÁGUA POTÁVEL.
        Olha, não existem soluções fáceis assim… as coisas são como são e NÃO HÁ COMO MUDAR A NATUREZA, estas soluções fantasiosas de “transformar o mundo em uma plantação, com viveiros de peixes, irrigar o deserto do Saara inteiro” ISSO NÃO É VIÁVEL. A natureza é como é porque ela é sábia, ela é muuuito mais velha e mais experiente que a humanidade, e os biomas (desertos, florestas, campos…) são como são porque não há melhor forma para eles serem, tudo é resultado de BILÕES de anos de adaptação da natureza. E ao final de tudo vem a humanidade achando tudo isso errado e querendo mudar, desfigurar a natureza, poder utiliza-la enquanto podem e depois abandonar e seguir enfrente, rumo ao que alguns chamam de “crescimento”.
        A lei da natureza é a lei máxima, continuamos sendo seres vivos e portanto seguimos suas leis, ou se não sofreremos as consequencias mais cedo ou mais tarde, como aconteceu com os habitantes originais da ilha da páscoa, que não tem nada a ver com os resorts e jardins que existem hoje, e que NADA TEM A VER com a capacidade produtiva da terra.
        Não sou a favor de exterminar a população, nem a favor da desigualdade social, muito pelo contrário! A população deve seguir num ritmo controlado, menor do que o atual, se quisermos nos desenvolver! O problema é que a humanidade não cresce na mesma proporção que a tecnologia faz com que o aumento produtivo da terra creça.
        Na universidade, sempre debatia com alguns colegas no início do curso sobre este assunto, pois que entra em economia acha que “vai ficar rico”, etc… e não é bem assim! Alguns achavam que a produção de bens e serviços deviam crescer constantemente e cada vez mais rápido, não importa o que! Hoje, 11 anos depois, quando converso com os mesmos eles tem uma visão bem diferente, e veem que ao invés do crescimento aumentando, estão crescendo mais ainda os problemas sociais e principalmente amientais, que são ocultados!
        Aonde eu quero chegar é que A SOCIEDADE EM QUE DEVEMOS VIVER DEVE SER SUSTENTÁVEL, e este conceito é como o tampão da mesa sobre o tripé: o ECONÔMICO, SOCIAL e AMBIENTAL… se você excluir um destes 3, a mesa cai! Além disso, devemos ser controladores para que não haja nada em excesso, pois tudo vive em equilíbrio, e a população deve seguir o mesmo conceito, não há como fugir disso. O que você está ferindo com seus conceitos é o AMBIENTAL, talvez por falta de conhecimento, achando que o mundo pode se resumir numa imensa plantação, e o ECONÔMICO, achando que é possível economicamente tratar toda aquela água poluída e utilizar novamente para beber e lavar a louça…
        Por favor, cai no mundo real! E pare de ficar viajando em “consipirações dos países desenvolvidos contra a humanidade, a moral e os bons costumes”, as pessoas sabem distinguir o que ela aprendem no dia-a-dia por pessoas que conhecem do assunto, como pesquisadores, professores, etc… e o que é mero supersensacionalismo, como teorias conspiracionais da mídia, etc.
        Jogar farmville no computador e achar que tudo se faz tão fácil assim na vida real não passa de fantasia, e não existe condição neste mundo que nos tire da condição de sermos animais e parte da natureza, mais ou menos afastados dela, pois tudo o que você depende vem dela.
        Pensar da mesma maneira que os avós pensavam que o homem é o meio de tudo e que tem a condição de substituir tudo é um pensamento ultrapassado, a sociedade já evoluiu.
        Eu queria postar umas imagens da ilha da páscoa que foram esquecidas, mas não esou conseguindo colocá-las.

        • 26 de dezembro de 2012 at 23:10

          Ô… Magoei…

          Bem, mas vamos à vaca fria?

          Cadê os artigos científicos? Cadê cientistas dizendo que o clima está mudando por causa da ação humana? Cadê provas de que a água vai acabar? Cadê qualquer coisa???? Sua palavra não basta, meu caro! No campo acadêmico, isso é muito pouco.

          Seguem alguns vídeos de cientistas, que você não vai gostar de ver. Mas fazer o quê, né? Esse é o jogo acadêmico: você vem com acusações e sem provas, eu retorno com as provas. Durma você com um barulho desses.

          Luiz Carlos Molion, no Roda Viva, deixando Fernando Mitre sem palavras… – http://humanitatis.net/?p=6088

          Richard Muler, professor da Universidade de Berkeley – https://www.youtube.com/watch?v=8BQpciw8suk

          Marc Moran, especialista em clima – https://www.youtube.com/watch?v=l7lVHXEX4Es

          Isso é só o que já está estabelecido. Se postar artigos acadêmicos, aí você vai parecer ignorar tudo o que se fala hoje sobre o assunto.

          Então, minhas cartas estão na mesa. Autores conhecidos e reconhecidos, com argumentos fortes e comprovados. O que você vai postar? Reunião da ONU com ativistas políticos? O clima não se move pela política, caríssimo!

          Inté!

  9. David Gravatá (estudante)
    12 de dezembro de 2012 at 02:04

    Calcula aqui, calcula ali…
    Não irei apresentar provas em meu comentário. Mas vejo por diversas vezes a mídia também colocar no ar matérias sobre obesidade mórbida como causa de infarte, aumento de pressão arterial, etc. A sociedade moderna nos grandes centros urbanos comem muito, e muito mal. A todo lugar que vamos, seja no Brasil, ou em outros países com Economia mais ou menos instável, vemos pessoas com sobre-peso. Há ainda muitas pessoas magras, magérrimas, anorexicas, que optam por alguma forma de ou não querer se alimentar, ou comer e vomitar (bulimia) o que se come.
    Comer é um prazer. Os Santos Padres já antes do século VI d.C já apontava um disturbio grave no homem: a gula (pecado capital).
    Acho que o homem pode sobreviver comendo bem menos o que se come hoje em dia, e a natureza, com tantos recursos e tecnologia de cultivo na atualidade, pode produzir bem mais do que se produz.
    A Karina acerta em afirmar o grande desperdício de alimento que ocorre diariamente no mundo, assim como muitas pessoas morrem famintas. O problema é sempre na logística: como distribuir o alimento? Como o pão chegar na boca de quem tem fome? Porque não chega? Interesses…
    Diminuir o número populacional talvez não resolveria este problema, ora, na história anteriormente havia menos pessoas no mundo, e existia a fome.
    Insisto, o problema no mundo não é a fome, mas a distribuição dos alimentos.
    Voltemos a realidade nas grandes cidades com pessoas barrigudas que acreditam que o controle de natalidade vai resolver o problema deles. Que argumento esquisito: “não vamos ter filhos para sobrar mais comida pra gente!” Eu hein?! No fundo parece ser bem isso. O problema da Gula.
    Argumento contrário: “Não David, não queremos que nossos filhos passem fome, então é melhor não ter.”
    Réplica: E se todos nós ficarmos velhinhos e não tiver quem produza alimentos? Ihhh. Será que foi isso que ocorreu na ilha de Páscoa que o Lucas citou acima???
    Abraços a todos.

  10. Lucas
    6 de dezembro de 2012 at 20:21

    Discordo plenamente com este texto. O mundo NÃO TEM capacidade de sustentar 7 milhoes de pessoas com o mesmo padrão de vida de um cidadão de classe média. Nos calculos que voce mostrou que 9 milhoes caberiam tranquilamente no território brasileiro, certo? você esqueceu de citar que as pessoas também se alimentam, necessitam de água, recursos mineirais, entre muitos outros recursos naturais. Além disso, voce deve contar que devem existir florestas,e que também existem muitas terras indisponíveis para a produção de alimentos, como desertos, geleiras, montanhas, etc. Se você levar em conta estes fatores REAIS da terra, vai perceber que NÃO HÁ como transformar a superfície da terra em uma imensa plantação para atender as necessidades humanas. Apesar de existirem tecnologias que aumentaram e continuam aumentando a capacidade produtiva da terra, elas crescem de forma limitada, e é impossível atender as demandas cada vez maiores da sociedade. Acreditar que um espaço mínimo é capaz de produzir tudo o que um ser humano necessita é acreditar em ficção científica. Você já leu por acaso alguma matéria sobre a população que originalmente habitava a Ilha da Páscoa? Pois informe-se e veja que o que está acontecendo com o mundo é igual a o que aconteceu naquela ilha, mas agora em escala global!
    A redução do disperdício com certeza é uma maneira muito eficiente de diminuir o consumo e aumentar a quantidade de pessoas beneficiadas com recusros, porém esta é somente a ponta do iceberg! Se vocês realmente querem melhorar o padrão de vida da poopulação mundial, o aumento no consumo de recursos per capta é inevitável. Acho interessante políticas de aumento da eficiência no uso de recursos, diminuição de disperdício e melhorar a distribuição de renda, são atitudes que também devem ser tomadas, mas não se trata da política principal.

    Só para tornar mais prático, contabilize tudo o que você consome, entre produtos e serviços, e calcule a quantidade de recursos necessários para produzir-los e a quantidade de espaço necessária para produzir estes recuros. Aí você multiplique por 7 bilhoes de habitantes, aí você terá uma idéia de quanto espaço PRODUTIVO seria necessário se todos os cidadãos tivessem o mesmo padrão de vida que você!
    Para concluir, a sua matéria você não mostrou nenhum argumento satisfatório que descomprove a teoria neomalthusiana, da próxima vez que for escrever, mostre argumentos, e não fique só falando que é mentira mas sem saber porque!

    • 11 de dezembro de 2012 at 15:16

      Bem, as provas estão aí no texto. Se o senhor acha mais “racional” vir aqui e defender os ingleses e americanos, que desejam impor suas políticas aos países em desenvolvimento, tudo bem? Mas está provado que é possível colocar todas as 9 bilhões de pessoas em um estado do tamanho do Texas e fazer do resto do mundo imensas hortas, enormes viveiros de peixes, com Disneylândia e tudo. Faça você as contas, não vou fazer para você. E depois venha com argumentos sérios. No meu texto estão apontadas as fontes de pesquisa; quais são as suas?

      Para finalizar… http://humanitatis.net/?p=6883

      • André Mello
        13 de dezembro de 2012 at 20:55

        Acontece que ele não está defendendo norte-americanos ou ingleses, a questão é que é irreal esta ideia de que dá pra transformar o mundo inteiro em uma imensa horta… e onde fica a questão ambiental? A humanidade é totalmente dependente da natureza, e ela, pelo contrário, não depende de nós, muito pelo contrário, ela funcionava muito melhor antes do homem começar a dominar o território. E também a questão agrária, não faltam só as terras agriculturáveis, pois você não vive só de alimento não é mesmo? Necessita de carro, combustível, roupa, moradia, estradas, móveis… e ainda por trás dos produtos que você consome tem as indústrias, barracões, etc, que também causam um imenso impacto sobre o meio ambiente. Enfim, para produzir tudo isso aí são necessários recursos naturais… minérios, petróleo, etc, e sabe qual o passivo ambiental destas atividades? e a pressão sobre os recursos hídricos?

        A água potável no planeta corresponde a uma quantidade ínfima, e ainda assim está sendo cada vez mais poluída. No futuro vamos utilizar o que, água do mar dessalinizada? muito caro não é? Os custos para despoluir as águas estão cada vez mais altos, sem falar que alguns resíduos industriais, como o cromo (extremamente tóxico por sinal), já afetam a qualidade de vida de cidades inteiras na china… e tudo pra que? pra produzir cada vez mais bens de consumo.

        A questão sobre o espaço agrário não é a quantidade total de terras no mundo, mas sim a capacidade produtiva destas. Até a revolução industrial, o problema no mundo era a falta de tecnologias para melhorar a produtividade agrícola. Depois da Revolução verde, o problema se tornou a pressão das lavouras sobre florestas e áreas naturais para satisfazer as necessidades humanas. E ainda na lavoura temos o problema da água! Para melhorar a produção sem aumentar o tamanho das propriedades, são utilizados agrotóxicos, fertilizantes e irrigação de culturas. Isto demanda uma quantidade ENORME de água e energia, e toda esta carga volta para os cursos hídricos com elevados níveis de poluentes, nitratos e fosfatos, responsáveis pela eutrofização (poluição) da água.

        Sobre a questão da distribuição de alimentos, é verdade que os alimentos são mal distribuidos, mas infelizmente é assim que funciona a sociedade capitalista: os produtos são distribuidos para as pessoas que podem pagar por eles, e para conseguirem pagar devem produzir mais. E assim continua o ciclo vicioso produção x consumo. Agora, se a questão é distribuição de renda, vocês acham que os ricos, que tem maior poder político sobre a sociedade, vão querer favorecer em primeiro lugar os pobres ou eles mesmos?

        É necessário refletir o seguinte: se nós somos dependentes da natureza e ela não depende de nós para existir, devemos diminuir nossa PRESSÃO sobre o mundo, pois NÓS, SERES HUMANOS, somos os parasitas da natureza, por isso devemos viver de maneira sustentável, com a população mundial menor, com menos pobreza e em EQUILÍBRIO. A população de qualquer espécie vive em equilíbrio, porque com os seres humanos deve ser diferente?

        Só para você ter uma idéia, a reciclagem de lixo nos países desenvolvidos não chega a mais de metade do total, acumulando montanhas de lixo ou então exportando para os países subdesenvolvidos. E ainda para a sociedade se tornar mais sustentável as mudanças ocorrem de maneira lenta, muito lenta! Muito mais lenta do que a população cada vez maior e com necessidades cada vez maiores. Vocês acham que o povo quer parar de consumir para melhorar o mundo ou querem consumir cada vez mais?

        Para concluir, a questão é: para a mesma quantidade de recursos, vivendo em uma sociedade igualitária, o mundo pode seguir dois caminhos: distribuir os recursos a uma população imensa, e desta forma cada um ser mais pobre, ou distribuir os recursos em uma sociedade menor, porém de forma que cada um possua muito mais recursos. Pense nisso!

        Fontes: A mídia no dia-a-dia.
        Sou formado em Economia pela USP, já convivi com professores e especialistas renomados, e todos apresentam a mesma opinião.

        • David Gravatá (estudante)
          15 de dezembro de 2012 at 23:26

          Achei muito interessante o comentário do economista André Mello, seus argumentos são sóbrios. Mas me recuso a aceitar que os seres humanos, nós: “somos os parasitas da natureza” por uma questão de fé. O homem é um ser inteligente, de fato modifica o ambiente em que vive. O homem muda curso de rios, aterra margens para crescimento de espaço, cultiva o alimento, planta árvores, filtra a água, o ar, despolui canais etc. De fato, machucamos muito o planeta, sempre imaginando que os recursos nunca terão fim, É de minha opinião que os recursos do planeta ainda estão muito, mas muito longe mesmo de serem exauridos, se for dado um alerta de fim do mundo por excassez de recursos, é delirio neste momento.
          Mas no todo, o comentário é bem inteligente.
          O texto (Globo e o Neomatlhusianismo…) denuncia uma manobra abortista daqueles que defendem uma cultura de morte, estes mesmo alegam que para solução da fome do mundo a população deve reduzir o seu número, assim assegurará uma distruibuição mais eficaz de alimentos (ou seja, o alimento, em teoria, seria garantido a todos), e o assassinato no ventre da mãe seria uma forma de colaboração para reduzir a fome no mundo (que idéia macabra e sem sentido!). É um argumento extremo de uma “verdade” bem incoveniente, será que no futuro vão estimular o suicídio para salvar a mãe natureza???

          • André Mello
            3 de junho de 2013 at 23:56

            Obrigado Divid gravatá, é bom saber que existem pessoas que houvem argumentos dos dois lados para julgar o que é verdade. Mas enfim, não pegue muitas coisas do que está escrito no texto, está muito disorcido da realidade! assista o documentário verdadeiro, assim você mesmo tira suas conclusões. Ninguem defende a cultura da morte, não acredite em sensacionalismo. O que é defendido é o planejamento familiar, acesso a anticoncepcionais, e dizer principalmente que a população deve crescer em SINTONIA com a disponibilidade de recursos. Uma coisa bastante interessante, procure no google “pegada ecológica”, dá pra calcular a sua e responder a seguinte questão: “se todo mundo vivesse como eu, quantos planetas terras seriam necessários para retirar os recursos?”

            • 5 de junho de 2013 at 14:06

              É, David, encontrou um admirador. Mas só se você “houvir” (sic!) tudo o que ele tem a dizer. Se discordar um pouquinho você será enquadrado entre os que “disorcem” (sic!) os textos. Ah, sobre o vídeo. Veja, David, é divertido. Chega a ser cômico! Só não esqueça que a “pegada ecológica” é patrocinada pela WWF, ong britânica, que defendeu os cientistas que falsificaram dados de pesquisa em 2009. A prova? Está aqui, em inglês: http://blog.wwf.ca/blog/2010/04/05/climategate-or-bust-bust-it-is/

        • 16 de dezembro de 2012 at 16:47

          Bem, não sou tão paciente quanto o amigo David, nem tão educado…

          Então vamos lá!

          1. Sim, o senhor Lucas defende os interesses de americanos e ingleses, pois eles e suas ONG’s espalhadas pelo mundo é que defendem a farsa do aquecimento global pela ação humana, utilizando – claro – de “minhoco” muito bem remunerado em cada país, para tornar a mentira mais palatável. Conferir o escândalo com o senhor Michael E. Mann (link aqui). Então, agir assim deliberadamente é colaborar.

          2. Por que é irreal gerar comida para todos os homens do planeta, utilizando terra fértil e água suficiente? Argumente, por favor, sua palavra não basta. Eu, pelo contrário, provo que até o deserto pode dar comida:

          Agricultura no deserto
          Fonte: http://www.rr-middleeast.oie.int/viewpage.asp?ID=217

          Agricultura no deserto da Líbia
          Fonte: http://www.notsogreen.com/2007/05/libyan_agriculture.php

          Agricultura no deserto do Qatar
          Fonte: http://ngphotooftheday.blogspot.com.br/2008_11_04_archive.html

          3. Sobre a água: é impossível acabar a água potável! Vivemos num aquário, para a água desaparecer seria necessário um furo na atmosfera da terra, para onde iriam o oxigênio, que compõem com o hidrogênio a água. Ora, caso isso ocorra, muito antes de morrer de sede, os homens morrerão asfixiados. A água pode ficar cara, mas aí é só os capitalistas e comunistas pararem de gastar dinheiro com armas e drogas, subvencionando a limpeza de água. Muito embora haja jeitos mais simples e caseiros de se limpar a água.

          4. Não é necessário, nem possível, uma sociedade igualitária. Pois cada pessoa tem necessidades diferentes. Além do que, todas as tentativas de criar sociedades igualitárias resultaram em mais injustiça. Afinal, quando os porcos tomam o comando da fazenda, percebem sempre que são mais iguais que os outros animais. Não é isso que ocorre agora com os porcos trabalhadores que estão no poder no Brasil?

          Riqueza da liberdade da China comunista...

          Pobreza na comunista Venezuela

          Meio século é pouco para o comunismo acabar com o trabalho infantil em Cuba...

          As fontes poderiam se multiplicar. Mas não tenho paciência com “mauvaise foi”. A questão é científica e:

          a. O planeta não está agonizando por causa da ação humana;

          b. A fome existe, mas não por causa do gás carbônico, ou por causa do McDonald’s, por causa do egoísmo humano.

          Só vou levar a sério o projeto “igualitário”, quando o comunista que usa a camisa do Che deixar sua rede wifi aberta e sem senha para a comunidade usufruir dos bens de consumo que ele possui.

  11. J.S.L
    3 de junho de 2012 at 18:05

    Caro Robson Oliveira,

    O catastrofismo neomalthusianismo é algo bem antigo e planejado. Já na década de 1960 era alardeado como um dos grandes problemas mundiais, inclusive com propostas como o aborto. A diferença é que naquela época não havia o mito do aquecimento global e, portanto, não havia esse ambientalismo irracional que vemos hoje. Havia era uma grande lacuna na tese catastrofista, pois se a população está aumentando o natural é que a indústria alimentícia também aumente sua produção, seja expandindo o território para a agropecuária, seja usando novas tecnologias que permitem maior rendimento. O ambientalismo irracional fecha essa lacuna, já que, nesta mentalidade, aumentar a produção implica em alguma “agressão ao meio-ambiente”, terrível imoralidade contra a Mãe Terra. Assim, a única solução possível o é controle populacional.

    Seu post é muito bom e mostra que a tendência é inversão da dinâmica do quadro de crescimento populacional.

    Este é um tema interessante que precisa ser estudado mais a fundo

  12. Karina
    28 de maio de 2012 at 23:02

    A Globo “esqueceu” de falar dos milhões de toneladas de comida que jogamos fora por:
    1) problemas relacionados ao plantio, estocagem e/ou transporte inadequados
    2) mau uso (sim, em nossa casa jogamos fora verdadeiros tesouros que poderiam servir para muitas outras coisas, como a casca da banana e do ovo)
    3) gulodice mesmo

    Não sabia se ria ou chorava dessa reportagem do Fantástico… mas é legal, logo depois vem a “repulsa” da Globo pela pedofilia…

    Hipocrisia: a gente vê na Globo… (e na Record)

  13. Marcelo de Jesus
    28 de maio de 2012 at 12:18

    Decobrimos o marketing, e o utilizamos para o lucro a qualquer custo. O poder está em quem consegue discerminar no mundo populacional a que deseja influir suas informações para desfrutar e vender seus “produtos e serviços” e obter o maior lucro possível. Tudo isto sem medir o custo para obtenção deste lucro. Sonhos impossíveis são materializados na mente de famílias pobres de forma indiscriminada. Fazemos todos vitimas do consumo desenfreiado a quaquer custo. Este poder não pode ser ameaçado. Como parar os países em crescimento? Ensiná-los a crescer ou freiá-los a qualquer custo? Os paises ricos necessitsm de pastos para sua alimentação. Já não possuem mais seus pastos. Em suma, a crise do mundo é MORAL. Ou retornamos ao príncipio de tudo, ou retornamos. Não temos mais opção. O que devemos discutir é a forma de incutir nas mentes humanas esta necessidade imediata.

  14. herbert burns
    27 de maio de 2012 at 22:08

    Acredito plenamente que a solução para a pobreza passa pela limitação do salário máximo! De um teto que atinge não o salário mas a riqueza pessoal. A obtenção da riqueza cria um estado de guerra na pessoa: é a guerra financeira, guerra de mercados, guerra dos bancos, a própria corrupção, etc. Tudo gira em torno de uma disputa que coloca o outro na condição de adversário, na melhor das hipóteses, ou inimigo. E as riquezas deixam de ser um instrumento para o bem comum e passam a ser uma arma para destruir/conquistar e submeter o outro. A limitação não o deixaria de produzir mas sim de possuir, o que ele produz não é mais seu. E aí se veria a grande anomalia que é ser rico numa humanidade como a nossa. Qualquer pesquisa séria estudaria essa aberração que é a pessoa do rico. Como são poucos os que detem o poder e a riqueza, tanto no mundo como no Brasil. Se a pobreza e o flagelo é uma aberração, maior ainda é a riqueza e seus representantes.

  15. 27 de maio de 2012 at 00:27

    O texto está cortado.

    • 27 de maio de 2012 at 21:29

      Problemas com a conexão. Está consertado.

      Obrigado pela ajuda!

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