Hipocrisia do nosso tempo: a enfermeira de Goiás e os anencéfalos do Brasil

Reprodução

Tenho acompanhado a gritaria contra a enfermeira de Goiás, que espancou cruelmente um cachorro até a morte. O vídeo da ação dessa jovem é realmente chocante. Movimentos de defesa dos animais exigem que ela seja punida exemplarmente, alguns exagerados desejam a morte para a enfermeira. Argumentam: se um cachorro matar uma pessoa, o cão é sacrificado; ora, uma pessoa matou um cachorro. Qual seria a pena nesse caso? Obviamente, é uma provocação, mas indica já o estado de espírito dos que viram a violência e a desproporção da ação da enfermeira contra um pequeno cachorro. Causa maior comoção ainda ver o pequeno cão, acoado, tremendo, quase prevendo o que está para acontecer. O que leva alguém a fazer violência até a morte para um outro, cuja defesa é impossível? Talvez essa seja a razão pela qual o vídeo cause tanta comoção, tanta revolta, induzindo a pergunta: quem vai nos proteger, se violência desse calibre não é punida?

Reprodução – Pois é, se um crime violento não dá cadeia, quem nos protegerá?

No entanto, é justamente a grande repercussão deste vídeo, é a grande revolta contra a enfermeira o problema a ser resolvido. Por que há tanta gritaria contra a morte injusta e cruel de um cachorro enquanto nada é feito diante do assassínio de milhares de crianças no Brasil, com maior frieza e vilania? Por que exige-se punição criminal exemplar para a enfermeira, enquanto pretende-se descriminalizar o assassinato mais grave, mais pernicioso, mais cruel, que é o assassinato de crianças por meio do aborto? Nosso país, através do senado brasileiro, pretende tornar a morte de crianças anencéfalas uma prática normal, descriminalizando essa ação. Diante da morte de um bebê, acoado, tremendo no útero materno, o que é a morte de um cachorro? É razoável levantarem bandeiras e ações contra a morte de um cão e calarem sobre a morte de seres humanos? Não há nada de perigoso nessa inversão de valores?

Mas numa coisa esse movimento de repulsa ao assassinato do cãozinho tem razão: se um ato violentamente mortal, sem defesa para a vítima, de crueldade inimaginável, se esse ato não é punido pela lei brasileira, o que resta? Quem defenderá os cidadãos se nem crime tão bárbaro é defenestrado da nação brasileira? De outro modo: que crime poderá ser coerentemente coibido no Brasil se o estado disser que matar o próprio filho no seio materno não é crime algum? Se uma mãe pode matar seu filho, o que não pode? Vivemos em um tempo estranhamente muito hipócrita!

Robson Oliveira

118 comments for “Hipocrisia do nosso tempo: a enfermeira de Goiás e os anencéfalos do Brasil

  1. Amaro Helio
    15 de Março de 2013 at 13:14

    Que Deus perdoa esse cidadão que prefiro nem dizer o seu nome. Agora dizer que feto não é um ser e ainda comentar algo da Historia da Igreja Católica sem nenhum fundamento, isso para não dizer que esse senhor na verdade não sabe o que esta dizendo, ou melhor, nao entende, em algum momento fiquei na dúvida se ele é o que é realmente.
    Que Deus o perdoe, pois ele nao teve um verdadeiro encontro com e, digo isto pois sou Católico, pelo qual estou aprendendo a caminhar, mas desde que não conhecia a doutrina, já sabia e entendia e tinha convicção de que um feto era e sempre sera um ser vivo.
    Somente na cabeça desses inescrupuloso que pensa ao contrário.

  2. ELIO JOSÉ PACHECO
    26 de dezembro de 2012 at 16:04

    De fato, não dá para entender essa inversões de valores. Como defender um cachorro, se vidas intra-uterinas tremem pedindo que o Estado Brasileiro não aprove a legalização do aborto.
    Ainda que falando de outros assuntos, mas que têm indiretamente ligação com o pouco caso com o tratamento da vida humana) a título de exemplo de inversão de valores e de insensatez de nosso povo, cito o fato de gastar-se fortuna com construção de estádios de futebol, promoção de pagamentos de salários elevadíssimos a jogadores de futebol (se o médico ou outro profissional da saúde ganha um dinheirinho a mais é criticado), recepção ao Ronaldinho (no passado) enquanto eram perdidas vidas em regiões serranas, são absurdos de nossos dias.
    A punição contra a agressão ao cachorro indefeso deve ser exemplarmente feita, mas, com maior dureza devia ser punido aquele que aborta ou defende a legalização do aborto no Brasil.

    • Herbert Burns
      30 de dezembro de 2012 at 01:41

      Caro Elio, só para esclarecer, cada pessoa tem o direito de receber aquilo que é fruto do seu trabalho. Uns ganham muito, fruto do seu trabalho e do valor a ele agregado. Concordo com voce, em termos de desesas e rendas mau empregada mas a direção certa é combater os marajás. Aqueles que vivem da exploração do serviço público mas com cara de privado e que fedem como privada! São os casos da Ampla, Águas de Niterói, CCR, Embratel, OI, etc. Seus diretores invejam a qualquer marajá collorido. São um cancer dentro de nossa sociedade, são empresários da área civil com poderes estatais. Não há limites para eles, são cabides de emprego para o poder judiciário e seus parentes. Apesar das fraudes constatadas, como aumento de preços, desvios nos mecanimos de medição, não há uma só empresa punida, quando o mesmo não se dá com seus clientes consumidores! São uma mina de ouro, mas para poucos.

  3. Renato
    26 de dezembro de 2012 at 10:26

    O feto é um ser humano em potência, afinal, ao romper o cordão umbilical ele se tornará igual a todos os seres da espécie homo sapiens.
    O câncer tem DNA humano, entretanto, ele estará sempre limitado a forma de um tumor. Um tumor nunca se desenvolverá a ponto de se tornar igual a um ser da espécie homo sapiens, sendo assim, a comparação feita pelo Roberto não se aplica.
    Para a biologia, um girino é um sapo, afinal, depois que o girino se desenvolver ele não se transformará em uma maçã ou em um gato, ele se desenvolverá de maneira a tornar-se igual a todos os seres de sua espécie. Sendo assim, o girino é classificado pela biologia na mesma espécie que o sapo. Confundir girino com outra espécie é confundir ato com potência. O girino é um sapo em potência, e um sapo é um sapo em ato. Da mesma maneira, um feto é um homo sapiens em potência e o homem é um homo sapiens em ato. As celulas mortas que nós expelimos têm DNA humano mas não são seres humanos nem em potência nem em ato.
    Da mesma maneira, não faz sentido tratar de maneira diferente a morte induzida de um ser com 8 meses de gestação e outro com 3 meses de gestação. Trata-se da mesma coisa, a morte de um ser da espécie homo sapiens.
    Acrescentando, o ponto que o Robson Oliveira traz a tona é muito pertinente. As pessoas fazem um escândalo imenso por causa de um mau trato a um ser de outra espécie. Entretanto, elas tratam da morte de um ser da própria espécie com naturalidade.

  4. vivi
    25 de outubro de 2012 at 14:11

    só digo uma coisa: sou 100% contra QUALQUER AGRESSÃO, contra QUALQUER SER VIVO indefeso – animal, criança, jovem, idoso, mulher, homem… – mas quando fico indignada, revoltada com agressão a um animal, so digo o seguinte: me preocupo com os animais porque sei que VOCÊ está se preocupando com o resto da humanidade.

  5. Amaro Helio Costa dos Santos
    23 de agosto de 2012 at 00:03

    Não é melhor pensar religiosamente do que ficar discutindo o certo ou verdadeiro. No meu modesto sentir e entender é que Deus é o centro e a verdade. E o que eu aprendi que todos somos filhos de Deus e Ele nos ensinou e nos mostra atraves das palavras que a partir da concepção ja é nos dado a Graça é nisso que eu creio e, é o que eu vou acreditar sempre.

    Falando cientificamente ainda nao li em nenhum relatorio de um cientista ou pesquisador falar que feto não é um ser.

  6. David Gravatá (estudante)
    1 de Fevereiro de 2012 at 11:54

    Muito interessante tal debate, prova a falta de argumentação concreta dos ateístas anticatolicos, anticristãos. Todos ks argumentos do sr.Quintas foram refutados habilmente. O desespero do sr. Quintas em fugr dos assuntos utilisando af História foi ridículo, ainda mais quando a situação se inverte. Como se sua própria lógica não se aplicasse contra si mesmo. O mal de quem se acha inteligente em atacar, mas no fundo, não sabe defender suas próprias idéias.

  7. Herbert Burns
    13 de Janeiro de 2012 at 00:47

    Pior Karina, é que terei que jogar toda uma vida de estudos fora, quando se dizia que a carga genética é transferida das células mães para as células filhas, ou melhor que as descendentes conservam a carga genética de seus ascendentes, isto é, DNA.(tudo de um indivíduo, que se originou de uma célula, contem a carga genética de sua matriz, isto é, cabelos, unhas, celulas do estomago, etc, tudo contem o DNA igual ao da celula matriz que o originou, inclusive o feto!, a não ser um feto alienígena!). Mas hoje o conceito de macho e fêmea não diz mais respeito aos cromossomos X e Y, mas sim ao esmalte da unha, ao brinco da orelha e a outras coisas estranhas. Os desafios da metafísica de hoje consiste em provar que o ente é determinado não pela sua substancia mais sim pelos seus acidentes. Va entender a Revolução cultural, é muito funk na mente! Ainda bem que não sou professor de metafísica!

    • Gillian Freitas
      13 de Janeiro de 2012 at 18:24

      Herbert,

      Seus comentários são ótimos.
      Os indianos diriam que esse tempo de “muito funk na mente” é o tempo da kali uga, ou seja, o tempo em que, para eles, tudo será destruído e refeito, porque do jeito que está não dá mais pra ficar. Acho que é por isso que o Quintas está desesperado, é o fim do mundo se aproximando. Vamos rezar por ele.

  8. Herbert Burns
    12 de Janeiro de 2012 at 12:55

    Quintas, interessante esse seu exercício da teoria do avestruz: quando uma pergunta lhe incomoda, esconde-se atras de perguntas fora do contexto, lançadas ao ar, cujo único intuito e esconder a falta de argumentos. Se feto não é humano, então voce se originou de uma “coisa”, ou não? O que te faz humano, se sua origem é outra? pode alguma coisa que não seja humano tornar-se humano, mudando sua substancia? A família Adams é uma ficção: Sr Coisa não existe!

    • Karina
      12 de Janeiro de 2012 at 17:48

      Herbert, um bebê no ventre só é humano se a sua progenitora assim decidir, você ainda não aprendeu?? Se ela disser que sim, ok, vem a Fada Sininho e o transforma, se ela disser que não… aí sei lá, na hora do aborto/parto deve sair … uma melancia?

  9. 2 de Janeiro de 2012 at 19:28

    Então, um resuminho para quem está perdido diante das confusões do Quintas:

    O post quis dizer que é hipócrita quem grita pela morte do cachorrinho, mas se cala diante da morte de bebês. Afinal, um cachorro é fofo, companheiro, bonitinho, mas é um cão. Pessoa é pessoa! Tem mais dignidade.

    Aí vem aqui um comentarista querendo convencer-nos (sic!!!) de que cachorro vale tanto ou mais que um bebê no seio materno. Motivo: bebê no ventre não é gente.

    Ora, pedimos provas de que um bebê nascido é menos gente de que um bebê não nascido: não houve provas. Ele, pelo contrário, pediu-nas. Eu as dei ao menos um motivo importante. O DNA do bebê de um segundo é igual ao dna deste mesmo bebê com 100 anos.

    Mas porque ele tem um conceito prévio e uma missão pessoal, de que não o feto não é pessoa e que vai convencer-nos sem provas da opinião dele (sic!!!!), ele finge que nada foi dito, inclusive negando a palavra de uma bióloga não-cristã, como a Dra. Mayana Zatz.

    Aí, para confundir os leitores, ele sai da discussão e começa a acusação de que os cristãos são hipócritas, que mataram pessoas, e blá, blá, blá. E a discussão? Ficou na sombra. E por que? Por que ele não tem argumento.

    E olha que nem falei da essência humana, da natureza humana, que não dependem de dna, nem de genoma. Mas fazer o quê? Ele tem fé (ui!) de que vai nos converter ao ateísmo dele.

    Boa sorte, seu Quintas, e melhores argumentos.

    • roberto quintas
      7 de Janeiro de 2012 at 12:18

      eu dei as provas de que feto não é pessoa, o sr e os demais que não fizeram qualquer consideração digna de nota nem refutaram os fatos.
      a citação que o sr fez da dra mayana zatz é tendenciosa, distorcida, como convém para sustentar seu ponto de vista, mas não se sustenta em termos de fatos ou de elementos cientificos, quem está fazendo choradeira, portanto, é o sr.

      • 7 de Janeiro de 2012 at 17:22

        E nega os fatos!

      • Karina
        12 de Janeiro de 2012 at 17:45

        Quais provas?? A prova de que um bebê no ventre não é gente porque a Igreja Católica matou bruxas?

      • Roberta
        31 de Janeiro de 2012 at 22:09

        Sr. Quintas, onde foi que o senhor deu provas? É que eu não achei não… Foi aqui mesmo?

  10. Eduardo Araújo
    2 de Janeiro de 2012 at 16:38

    Recalcado é você, sujeitinho doente que vive em blogues católicos atacando desesperadamente a religião cristã. Se isso não é recalque, vá a um psicólogo – quiçá, um psiquiatra.

    Quanto a Aristóteles, está mais do que claro que o Robson referiu-se ao conjunto da filosofia aristotélica que não se resume á física natural, seu imbecil.

    Sobre o prazer, seu ponto de vista estúpido sobre o que existe no Cristianismo tem tanto valor (nulo) quanto suas cobranças do passado. O Robson tem toda a razão quando menciona seu desespero aqui. Tão pífia é sua “argumentação” que precisa recorrer à velha muleta dos pretensos juízes anacrônicos da história.

    Copérnico tanto “substituiu” essa mesma física natural que as órbitas planetárias em seu modelo ainda eram circulares e os planetas revolucionavam em MCU. E se você não fosse uma ignorância ímpar tanto em ciência como em história saberia que Galileu preservou em seu modelo (que não era o copernicano) as mesmas órbitas circulares com MCU. Inclusive, Galileu ainda foi bem aristotélico na sua interpretação dos cometas.

    • roberto quintas
      7 de Janeiro de 2012 at 12:25

      não, edurado, está claro que robson falou dos modelos físicos, técnicos e científicos dados por aristóteles que, sinto informa-lo, foi descartado pela comunidade científica em alguns aspectos como, por exemplo, o modelo geocentrico.
      eduardo, psicologo precisa quem reage com raiva e ofensas. o blogue está aberto a todos comentarem, não apenas aos que concordam, mas igualmente aos que discordam. se isto o perturba, é o sr quem precisa de psicólogo/psiquiatra.
      eduardo, ao contrario do que possa se imaginar eu estudei o catecismo e a história da igreja, então, em termos doutrinários e históricos, o cristianismo é opressor/repressor do prazer, o que torna as pessoas recalcadas. psicologia básica, caso oo sr não saiba.

      • 7 de Janeiro de 2012 at 17:26

        Não foram descartados. Assim como a física newtoniana não foi descartada pela física quântica, a física aristotélica não foi pela newtoniana. E a razão é que tratam de assuntos diferentes.

        Agora, o senhor precisa, sim, rever seus conceitos. Afinal, para quem se diz ateu o senhor se preocupa muito com os temas teístas.

      • Eduardo Araújo
        9 de Janeiro de 2012 at 13:30

        Recalcado, sim.

        Coitadinho, precisa urgente de um psiquiatra, para tratar da obsessão contra a religião cristã.

        E quem é você para acusar os outros de ofender? Logo você!? Que piada?

        Não é você que vive repetindo “ad nauseam” seu anacronismo estúpido, usando o que você acha ser história como um muleta em discussões que nada têm a ver com o passado?

        Achou ofensivas minhas palavras? O que é isso, Quintas?

        Eu nem escrevi o que realmente penso de você, além de um sumo hipócrita e um cínico acabado. Como todos os que usam essa muleta do “teu passado te condena”, você pretende atribuir veladamente a nós cristãos a pecha de inquisidores malvados, cruéis e/ou cúmplices dos assassinatos que segundo sua imbecilidade se deveriam ao Cristianismo.

        E o Robson tem razão, embora cumpra lembrar ao blogueiro que você se diz pagão, não ateu. Você tem uma obsessão patológica e não é preciso conhecimentos acadêmicos para identificar isso, não.

        Essa de “modelos físicos, técnicos (sic) e científicos dados por Aristóteles” ainda está me provocando gargalhadas. Como é cômico um néscio metido a sabido destrinchando sua burrice em frases capengas como essa!

        Comédia também é essa mudança tática que depois de dizer essa asneira:

        “o sistema aristotélico foi substituido pelo sistema de copernico e outros”

        tenta dourar a pílula:

        “foi descartado pela comunidade científica EM ALGUNS ASPECTOS como, por exemplo, o modelo geocentrico” (grifo meu)

        Isso depois de ser esfregado na sua cara o quanto de Aristóteles foi mantido nos modelos copernicano e, até, no galileano. “Só” órbitas circulares e MCU.

        Aposto que você repete acriticamente – como é próprio de medíocres – o que lê em livros de divulgação científica – bons, quando na seara estrita da matéria científica, mas plenos de preconceitos e clichês revisionistas quando adentram em história e filosofia (há honráveis exceções num passado não muito distante, caso de Iain Nicholson). É a estorinha bonitinha pra nenem dormir: a Igreja malvada adotava os esquemas naturalísticos de Aristóteles e Ptolomeu, que depois foram demolidos pelo revolucionário Copérnico e pelo “mártir” Galileu.

      • Gillian Freitas
        13 de Janeiro de 2012 at 18:19

        Quintas,

        Você leu tudinho, mas não entendeu nada, não foi? Não fica triste, isso acontece.

        “o cristianismo é opressor/repressor do prazer” – A qual prazer você se refere? Ao prazer egoísta e inconsequente de quem usa o outro como um pedaço de carne comprado no açougue e decide se livrar da possível consequência de seu ato com outro ato ainda mais nefasto, qual seja, o homicídio? Ah, sim, esse prazer é reprimível aos olhos do Cristianismo.

        Seria ao prazer de inconsequentemente se drogar e ceifar a vida de outras pessoas (nascidas ou não) – como não cessa de ocorrer em nossas cidades – dirigindo um automóvel como quem empunha uma arma de fogo? Ah, sim, esse prazer será reprimido por um cristão de verdade.

        Aguardo a lista dos prazeres reprimidos que o senhor gostaria de ver restaurados.

  11. roberto quintas
    31 de dezembro de 2011 at 12:41

    “Epicuro não “fala em prazer” apenas. Ele fala longamente e até hierarquiza-os.”

    – excelente, mas ainda os declara abertamente, o que é bem diferente do conceito repressor, opressor e recalcado de prazer que existe no cristianismo. então ou o sr segue os conceitos de epicuro diante do prazer ou os da igreja.

    “O senhor novamente está equivocado quanto a Aristóteles. Ele não foi substituído pois fala de assuntos diferentes.”

    então o sr ainda está no modelo aristotélico? caramba, o sr está muito atrasado e obsoleto.

  12. Priscila
    31 de dezembro de 2011 at 11:26

    Impressionante! Invocar o exemplo do nazismo e da matança provocada por Hitler não pode, mas falar o tempo todo de inquisição: o único exemplo que se tem pra querer “diminuir” a importancia da Igreja na construção dessa civilização ocidental que conhecemos hoje pode. Estranho, não?

    • Eduardo Araújo
      2 de Janeiro de 2012 at 16:26

      Isso mesmo, Priscila. No ponto!

      Aliás, a discussão é sobre aborto de anencéfalos e aí o sujeito – o mesmo que diz que “reductio ad hitlerum não cola aqui” traz o “reductio ad inquisitionem, cruzadem e outrem besteirus anticatolicus”.

  13. roberto quintas
    30 de dezembro de 2011 at 12:48

    “Pessoa tem DNA, DNA não é pessoa. Assim como pessoa tem sangue, mas sangue não é pessoa.”

    -o sr mesmo disse: DNA não é pessoa, portanto lá se foi seu argumento.

    “No seu mundo. O argumento permanece e não vai embora porque o senhor quer.”

    -então o sr nega ou refuta seu próprio argumento.

    -o sr quer provas do morticinio causado pelos cristãos? cruzadas, inquisição, colonização.

    -o sr pede que melhore o argumento sobre o ovo e simplesmente não refutou que há diferença entre o ovo de tartaruga e o ovo humano, a bola é sua.

    • 30 de dezembro de 2011 at 12:59

      Não venha com falácias, Quintas! O texto todo:

      Quintas: “se a presença de DNA torna um amontoado de tecidos uma “pessoa”, então um cancer é uma pessoa e extirpá-lo seria um crime”.

      Minha Resposta: “Ih, apelando para o sofisma! Sinal de desespero… Pessoa tem DNA, DNA não é pessoa. Assim como pessoa tem sangue, mas sangue não é pessoa”

      Foi o senhor quem tentou colocar na minha boca que o DNA é tudo o que a pessoa é. O que eu disse é que não, não é tudo, mas é algo.

      ===

      Citar eventos históricos não é prova de morticínio

      ===

      Não é minha, é sua. Quebrar ovo de tartaruga é tão criminoso com pisar sobre ela antes de chegar ao mar; matar um bebê no colo materno é tão assassinato quanto decapitá-lo recém-nascido.

      • roberto quintas
        31 de dezembro de 2011 at 12:27

        “Não venha com falácias, Quintas!”

        – não me venha com dissumulação.

        “Foi o senhor quem tentou colocar na minha boca que o DNA é tudo o que a pessoa é. O que eu disse é que não, não é tudo, mas é algo.”

        – ou o sr não sabe o que escreve ou escreve o que não sabe:

        “Feto é pessoa, sim, essa é a questão”;
        “Há muitas provas de que o bebê, que está no seio materno, é o mesmo bebê que virará uma criança e um jovem. Uma delas é o DNA”;
        “Pessoa tem DNA, DNA não é pessoa. Assim como pessoa tem sangue, mas sangue não é pessoa.”

        -ao que tudo indica a falacia provem do sr, não de mim. e o sr argumenta de forma bem confusa. senão vejamos: eu lembrei ao sr dos massacres cometidos pelos cristãos sem protesto e o sr comentou: “Quem disse que ninguém protestou?” eu o questionei e o sr recomentou: “Não protestaram. E por que? Por que não houve massacre.” e encerra com uma pérola de falácia: “Citar eventos históricos não é prova de morticínio”. o sr deveria dar aulas aos revisionistas históricos que negam a existência do Holocausto. vamos falar em crimes? então fale em leis, o codigo penal é bem claro quanto à não punibilidade de aborto em determinados casos e isto denota que há uma diferenciação legal, clínica e jurídica que o sr e os presentes ignoram.

        • Eduardo Araújo
          2 de Janeiro de 2012 at 16:24

          Pérola de falácia é o que o EStoriador de quintas categorias disse:

          “o Cristianismo perseguiu, prendeu, torturou, matou, dizimou milhares de inocentes”

          Depois, para suavizar a ASNEIRA flagorosa, vem com essa outra falácia:

          “eu falei cristianismo. conjunto. não apenas Igreja, mas o Estado que professsavam o cristianismo” (risos, risos, risos)

          Aí, quando o Robson apontou o ateísmo DE ESTADO dos regimes comunistas, o EStroaidor de quintas categorias nos apresenta essa pérola:

          ” sr está confundindo ateísmo com regimes políticos. um Estado ou um Regime pode alegar não acreditar em Deus e isto o coloca como “ateu”, mas este Estado ou Regime não representa o Ateísmo”

          E ainda vem falar de hipocrisia.

          Para que exemplo cabal de hipocrisia de um anacrônico que usa o passado como muleta “argumentativa”, associando, na sua acusação imbecil, Estado e Cristianismo, para depreciar este, e logo em seguida dissociando Estado e Ateísmo (que fez parte indissociável da agenda comunista), dizer que os cristãos mortos nos regimes comunistas o foram por motivação política.

          Bem, mas o que esperar de um sujeito confuso que diz uma asneira como esta:

          “o sistema aristotélico foi substituido pelo sistema de copernico e outros”?

          • roberto quintas
            7 de Janeiro de 2012 at 12:14

            non sequitur, o sr deve saber o que é.
            ao contrário do ateísmo, que nunca possuiu regimes, governos ou estados que o respresentasse, o cristianismo possuiu, comandou e influenciou marcantemente a regimes, governos e estados.
            portanto há uma enorme diferença entre ditaduras/regimes/governos/estados que, por terem como característica alegar não acreditar em Deus e isto o coloca como “ateu” e ditaduras/regimes/governos e estados que tem como característica acreditar no Deus Cristão, bem como nas doutrinas da Igreja, o que os caracteriza como Estados, Regimes e Governos Cristãos que, usando como desculpa, justificativa ou explicação, a “lei de Deus”, ou a “vontade de Deus” para cometer seus crimes contra a humanidade, contrariando convenientemente outros preceitos do Cristianismo.

            • 7 de Janeiro de 2012 at 17:21

              E nada sobre o assunto!

            • Eduardo Araújo
              9 de Janeiro de 2012 at 13:38

              Então, afirmemos o seguinte:

              Para quem mencionou o problema do revisionismo em história, o senhor é de uma incrível VIGARICE INTELECTUAL.

              Olha a sua esperteza: os regimes comunistas somente ALEGAVAM, como característica, não acreditar no Deus Cristão.

              Mentira! Isso, sim, é que é uma amostra de revisionismo da pior espécie. Revisionismo que omite pilantramente FATOS importantes que comprometeriam sua tese, por exemplo as perseguições sistemáticas de governos como o de Lenin (sim, começou com ele) e Stalin, na URSS; Mao, na China; Pol Pot, no Camboja; Enver Hoxha, na Albânia; Ceasescu, na Romênia. Perseguições a religiosos em nome do ateísmo.

              Agora, me cita aí um ÚNICO regime, governo ou estado, de qualquer época que:

              foi POSSUÍDO, COMANDADO E INFLUENCIADO MARCANTEMENTE PELO CRISTIANISMO!

              Só um!

              • 9 de Janeiro de 2012 at 18:39

                Mas é para citar, Seu Quintas, com nome do governante cristão. Não vale acusavam genérica, tá?

        • Roberta
          31 de Janeiro de 2012 at 22:03

          Novamente! Ah, Sr. Quintas, as leis constitucionais são eternas e perfeitas? Gostaria de saber quem as criou… “o codigo penal é bem claro quanto à não punibilidade de aborto em determinados casos e isto denota que há uma diferenciação legal, clínica e jurídica que o sr e os presentes ignoram” Então, para o senhor, o que diz se um aborto deve ou não ser cometido é o fato de ele estar ou não na lei? O que garante que uma pessoa adulta é diferente de um feto é a sua diferenciação jurídica, ou seja, na lei, que foi criada por pessoas (quero dizer: a lei é posterior à pessoa, mas é ela quem rege a pessoa, que a criou?) Fiquei confusa!

  14. Herbert Burns
    27 de dezembro de 2011 at 02:24

    Poucos séculos se passaram desde que Pasteur demonstrou que a vida não brota expontaneamente. E, no entanto, as teorias que ele demonstrou estarem erradas, são hoje, bandeiras para justificar tomadas de decisões de fundo covarde e egoísta, onde o mais forte se volta contra o desprovido, contra o inocente e indefeso , sendo um traídor nao só da racionalidade como de toda a orientação natural que confia a vida de seus nascituros aos cuidados dos mais fortes de sua família. Pensar que numa família está o inimigo numero um, que irá na maior ferocidade, destruir e matar a sua própria espécie, o seu representante mais legítimo, é de um non sense incomensuravel. O que justifica a família ser a exterminadora de seus próprios filhos, de sua prole?

    • 27 de dezembro de 2011 at 07:13

      Boa pergunta, Herbert!

    • roberto quintas
      30 de dezembro de 2011 at 12:30

      muito bem a vida não brota expontaneamente. então toda forma de vida deve ser defendida? então o sr deve pensar muito antes de tomar um antibiótico – que, por sinal, foi produto da observação científica de Pasteur. devemos defender o desprovido, o indefeso, o inocente? sem dúvida. mas eu pergunto onde estava essa defesa ao inocente contra os abusos do estado e da Igreja Cristãos enquanto estes massacravam milhares de inocentes em nome do deus Cristão? Ou apenas fetos tem direito à vida, hereges e bruxas devem ser mortos? alô, coerência? isso se chama hipocrisia.

      • 30 de dezembro de 2011 at 12:49

        Espontaneamente, seu Quintas, espontaneamente…

        Quem tem de argumentar é você, não o Herbert. Ele certamente difere a vida humana dos outros tipos. Quem não devia diferenciar era o senhor, que não vê diferença intrínseca entre o bebê e o adulto, quem devia se explicar é o senhor que vê apenas diferença jurídica entre esses elementos.

        E de novo o argumento histórico, já refutado e fugindo do assunto.

        • roberto quintas
          31 de dezembro de 2011 at 12:12

          não, se meu argumento não ficou claro ao sr [e diga-se de passagem, eu demonstrei que seu argumento ficou falho, afinal foi o sr mesmo quem se contradisse] e o sr pede esclarecimento, então cabe ao hupert melhorar o argumento falho dele, afinal veio dele a assetiva de que “a vida não brota espontaneamente”. ora, a defesa dele do direito à vida do feto vem dessa assertiva, portanto, se a vida deve ser defendida, então ele não deveria tomar antibiotico.
          há diferença, biológica, clínica, jurídica e filosófica entre o feto e o adulto e ainda não vi um unico argumento consistente que demonstre que há uma pessoa, um indivíduo, em um feto.

  15. Karina
    26 de dezembro de 2011 at 16:44

    “roberto quintas on 26 de dezembro de 2011 at 10:34

    primeiro que gente não se desenvolve em ovo, mas em placenta. segundo que a tartaruga está plenamente desenvolvida ao sair do ovo. e falacia reductio ad hitlerum não cola aqui.”

    EU EXIJO MEU DINHEIRO DE VOLTA!!!

    Como assim a tartaruga só está plenamente desenvolvida depois de sair do ovo, SE INVESTEM MEU DINHEIRO PRA FICAR VIGIANDO NINHO E DEPOIS PRA FICAR GARANTINDO QUE A TARTARUGUINHA RECÉM NASCIDA CHEGUE A SALVO NO MAR?!?

    Além do mais, vai explicar pro Ibama que você não pegou uma tartaruga protegida pelo projeto Tamar, mas sim apenas um projeto de tartaruga que, quem sabe, pode vir a ser… UM YORKSHIRE!!!

    http://www.tamar.org.br/interna.php?cod=111

    • roberto quintas
      30 de dezembro de 2011 at 12:26

      a srta tambem não entende o conceito de espécie ameaçada.
      e falacia ad hominem tambem não cola aqui.

      • 30 de dezembro de 2011 at 12:46

        Pois é, e repete de novo. Argumentos que são bons, cadê?

        • roberto quintas
          31 de dezembro de 2011 at 12:28

          argumentos e fatos os dei, não posso fazer nada se o sr e os presentes tentam sair pela tangente ou recorrem a falácias.

  16. Karina
    26 de dezembro de 2011 at 16:37

    Professor Robson!!

    Como me surpreende essa discussão com o sábio Quintas!

    Ora, professor, dê-se por vencido, o Quintas está absolutamente certo!

    Quem disse que um feto é humano?

    Meodeos, que livro de ciências vocês estudam??

    Há duas formas de se criar um ser humano. A primeira é engolindo uma semente de planta ou fazendo um boneco de madeira. Daí, ao momento em que a MULHER decidir, ela chama uma fada, tipo assim, a Sininho, e pede para jogar pó de pirlimpimpim. E, voilá, está pronto o ser humano. Gentem, nunca ouviram aquele ditado que mulher grávida engoliu melancia?!?! Povo ignorante, meodeos!!!

    A outra, muito mais comumum, é a encomenda via Cegonhex, precisa e segura. Nunca assistiram Dumbo, oras bolas?! Eles vêm seguramente embalados nos bicos das simpáticas donas cegonhas.

    Ah, Professor Robson, o senhor me decepcionou nessa!!

    • roberto quintas
      30 de dezembro de 2011 at 12:24

      eu jamais fiz a afirmação de que eu estou certo. eu demonstro os fatos, se a srta se ofende com isso, então é a srta que sofre de sindrome de ser a portadora da verdade.

      • 30 de dezembro de 2011 at 12:45

        Não demonstra fatos, você distribui sofismas.

        • roberto quintas
          31 de dezembro de 2011 at 12:29

          eu demonstrei fatos. quem está recorrendo a sofismas e falácia é o sr e os presentes.

          • Anna
            12 de Abril de 2012 at 01:48

            Senhor Quintas, se o senhor fosse alguém comprometido com a verdade já teria reconhecido seus erros…

  17. Herbert Burns
    25 de dezembro de 2011 at 23:20

    Se o feto não é humano e voce é a evolução de um feto, então voce não é humano! E o que é que garante a sua humanidade?

    • Karina
      26 de dezembro de 2011 at 16:50

      O Quintas tem que tomar cuidado para não virar planta, inseto ou qualquer outra espécie de ser vivo hora dessas, tamnhas as mutações que já sofreu desde que era um embrião… Sabe-se lá qual tipo de semente a mãe dele engoliu ou qual encomenda ela fez ao cegonhex…

      • 26 de dezembro de 2011 at 16:59

        Boa, Karina! O que os biólogos evolucionistas reservam para uma pequena parte dos indivíduos vivos e em algumas pouquíssimas vezes, Quintas exige que seja regra geral de cada gestação de todos os seres vivos, de todos os tempos. É muita sabedoria!!!

      • roberto quintas
        30 de dezembro de 2011 at 12:22

        falacia ad hominem nem merece ser refutada.

        • 30 de dezembro de 2011 at 12:45

          É, ignorar é mais fácil que responder. Eu, ao contrário, respondo suas falácias.

          • roberto quintas
            31 de dezembro de 2011 at 12:30

            seu conceito de falácia é equivocado. eu demonstro fatos.

            • Anna
              12 de Abril de 2012 at 01:44

              É pra rir, senhor Quintas?

    • roberto quintas
      30 de dezembro de 2011 at 12:22

      exatamente: evolução, portanto deixei há muito de ser feto e me tornei pessoa, indivíduo e é isso que me garante a humanidade.

      • 30 de dezembro de 2011 at 12:44

        Argumento racista! Mas vamos supor que seja verdade: o que mesmo que o faz ser pessoa, indivíduo? Você não disse (talvez porque não saiba).

        • roberto quintas
          31 de dezembro de 2011 at 12:34

          racista como robson, se não falei em raças, mas em conceito de pessoa, de indivíduo e a diferença entre isto e um feto? o que torna um bebê uma pessoa, um individuo é o conjunto de fatores genéticos e fenótipos, ou seja, o bebê tem que ter sistema nervoso completo, um cérebro, noção de auto-consciência, aporte social e cultural. o feto não possui sistema nervoso formado nem auto-consciência. portanto, não é pessoa nem indivíduo.

  18. Herbert Burns
    23 de dezembro de 2011 at 12:50

    A afirmação de que há categorias de seres humanos, uns superiores e outros inferiores, como defende alguns, pra não dizer muitos, parti sempre daqueles que se consideram os maiorais. A nata da humanidade repousa sobre Paul Singer e os seus, o resto são seres quase humanos, dispensáveis. Neste pensamento se inclui nações inteiras como dispensáveis, como os asiáticos, os africanos, os sul americanos… e depois vem a distinção por “cores” os negros, os amerindios, os pardos … depois por tamanho e capacidade, os menores, os velhos, os bebes que recem nasceram e os que estão para nascer. Eu até hoje não vi estas pessoas se enquadrarem nas suas divisões inferiores, sempre são os melhores representantes da raça humana. E é por isso que negam a Cristo, que morrem numa cruz e nasceu numa manjedoura. Bendito Seja Nosso Senhor!

    • 23 de dezembro de 2011 at 12:54

      Sempre preciso, Herbert! Ah, e eu estou nessa, por tamanho…

    • roberto quintas
      24 de dezembro de 2011 at 10:57

      existe uma categoria apenas: humanos. pessoas. fetos não são nem um nem outro.

      • 26 de dezembro de 2011 at 08:44

        Desculpe, Quintas, mas sua palavra não basta para mim. Prefiro a ciência, que me diz que o DNA do feto de 1 segundo é o mesmo do velho de 100 anos; prefiro, finalmente, a filosofia, que me diz que a substância do feto de 1 segundo é a mesma do velho de 100 anos. Acho que você vai compreender minha desconfiança. Afinal, como confiar em alguém que acha que a ameaça a espécie justifica qualquer barbárie?

        • roberto quintas
          26 de dezembro de 2011 at 10:32

          ciencia? faz-me rir. há uma enorme diferença entre o DNA de um feto [tanto que ali existem células tronco embrionárias] e o DNA de um idoso [celulas tronco adultas].
          quanto a filosofia, o sr deve estar se referindo ao sofisma…

          • 26 de dezembro de 2011 at 10:52

            Ciência, sim! E não minta: não há diferença entre DNA de bebê e do adulto. Células-tronco embrionárias e adultas já são diferenciações posteriores, senhor.

            • roberto quintas
              30 de dezembro de 2011 at 12:21

              são diferenciadas posteriormente porque há diferenciação de DNA, portanto há diferença entre o DNA de um feto e de um adulto.

              • 30 de dezembro de 2011 at 12:43

                Não são, senhor Quintas. Dê a fonte que sustenta a mudança do DNA do feto para o bebê nascido! Eu dou a minha e confirmo: o DNA do feto de um segundo é o mesmo do velho de 150 anos.

                “Todos nós já fomos uma célula única, resultante da fusão de um óvulo e um espermatozóide. Esta primeira célula já tem no seu núcleo o DNA com toda a informação genética para gerar um novo ser” – Dra. Mayana Zatz, conhece?

              • roberto quintas
                31 de dezembro de 2011 at 12:36

                toda informação genética para a formação de um ser, não o ser por inteiro, tanto que há diferenciação, senão não haveria a formação dos órgãos nem cresceríamos. boa tentativa, pena que falhou.

  19. 23 de dezembro de 2011 at 10:18

    Salve, Robson! Paz e bem!
    Vim rapidamente linkar aqui aquela minha postagem, em que respondo a uma mulher sensibilizada pelo caso do yorkshire.
    Continuemos a difundir a verdade e a chamar à reflexão todas as pessoas que se perderam na materialidade do mundo moderno, esquecendo-se do que é de fato importante, do que Deus nos pede e espera de nós.

    Aqui respondi: http://www.linharesinformatica.eti.br/blog/?p=453

    Que Nosso Senhor Jesus, filho excelso de Deus, homem não-abortado, fortaleça-nos na batalha contra este crime hediondo. Que Seu Sangue Precioso lave a iniquidade de nosso tempo.

    Feliz Natal!

  20. carlos
    22 de dezembro de 2011 at 01:05

    Muito bem articulado e corajoso, parabens

  21. Herbert Burns
    21 de dezembro de 2011 at 23:26

    As vezes chego a pensar que essas afirmativas, como a do roberto quintas, seja a prova da evolução de um feto com mal (mau) formação. Será? As pessoas tem, necessariamente que abortar todo o seu amor e toda a sua dignidade, para dar respaldo aos seus sentimentos mais mesquinhos. E, a partir daí, para demonstrar que existe algum escrúpulo ainda, adotam animais como pessoas. Esta inversão de valores, que faz com que muitas pessoas sejam melhor tratadas se fossem baleias, tartarugas marinhas, mico leão dourado, papagaios e araras. O problema é que nestas frustrações de tirar a dignidade das pessoas e transferindo-as para os animais e também pra locais, em detrimento da vida humana, é que estas pessoas, antes mesmo de negar a dignidade dos outros, negam a sua própria. O importante é saber dar o valor que cada coisa exige: tratar o homem como homem e animal como animal, dando a cada um o seu lugar de direito: o homem como a imagem de Deus e as criaturas como sua obra.

    • roberto quintas
      23 de dezembro de 2011 at 11:39

      alguns adotam animais como pessoas. são pessoas com serios problemas emocionais. pior são pessoas que adotam fetos como seres humanos. são pessoas com sérios problemas existenciais. frequentemente causados pela doutrinação e/ou lavagem cerebral.

      • 23 de dezembro de 2011 at 12:12

        Seja objetivo, Quintas: o que faz um feto de 9 meses ser menos humano que um bebê de um dia de nascimento?

        • roberto quintas
          24 de dezembro de 2011 at 10:52

          seja objetivo, robson, o que faz uma pessoa adulta menos merecedora do seu direito à vida do que um feto, simplesmente por essa pessoa adulta ser herege ou bruxa?

          • 26 de dezembro de 2011 at 08:14

            Eu não fujo de perguntas, Quintas: nada! Nada faz de uma pessoa menos digna que outra. Um bebê é igualmente digno de respeito e tem o direito à vida, como alguém que saqueia uma Igreja. Portanto, em cada um dos casos o que há é um homem, completo, amado por Deus. A diferença é que um é um criminoso, o outro é um inocente. E então, responda você: o que distingue um bebê de 9 meses, ainda no seio materno, de outro, recém-nascido? Mas seja objetivo, sem mudar de assunto.

            • roberto quintas
              26 de dezembro de 2011 at 10:39

              então me explica porque tantas pessoas inocentes foram mortas em nome de teu Deus sem que vocês protestassem?
              em medicina, um feto é distinto de um bebê até 24 semanas e mesmo em casos gravissimos ainda assim somente em casos de perigo de vida à parturiente ou em casos de estupro pode ocorrer o aborto.

              • 26 de dezembro de 2011 at 10:55

                1. Quem disse que ninguém protestou? Prove!
                2. Isso é lei, Quintas. Não tem nada a ver com ciência. O feto, o bebê e a pessoa são o mesmo indivíduo, até mesmo para seu mestre Epicuro. Afinal, a matéria é a mesma. Tenta de novo, Quintas!

              • roberto quintas
                30 de dezembro de 2011 at 12:11

                houve protesto? curioso, como é que isso não aparece nos livros de história?
                a lei permite o aborto, que falah hem? em nenhuma lei deife-se feto, bebê e pessoa como o mesmo indivíduo. se epicuro te serve como fonte, por que não segue os deuses dele? por que não segue seus ensinamentos quanto à liberdade pessoal, independente de divindades? por que não segue seus preceitos no tocante ao prazer?
                epicuro era um filósofo, não tinha conhecimento de biologia, anatomia, medicina nem de embriologia então seus conceitos não se aplicam ao caso.

              • 30 de dezembro de 2011 at 12:26

                1. Nunca ouviu falar dos mendicantes ou dos pregadores?
                2. Lei não é critério primeiro de nada. Leis já justificaram infanticídios e escravidão.
                3. Epicuro serve como fonte no que é verdadeiro; no que é falso, claro que não serve. Curioso que você, que diz seguir Epicuro, não o segue nem sobre a diferença entre os prazeres, que ele fala longa e demoradamente.
                4. Engraçado, Aristóteles também não tinha conhecimento das ciências modernas, veio antes de Epicuro, e o que ele diz sobre ciência é utilizado até hoje.

                Tente de novo, Quintas!

              • roberto quintas
                30 de dezembro de 2011 at 12:37

                mendicantes e pregadores NÂO protestaram contra o massacre cometido pelo Estado e Igreja Cristãos.
                ora, se a lei não é critério, porque a evocou? outra falha…
                epicuro fala em prazer, algo proibido, reprimido e censurado pela igreja então não queira me dar aulda de epicuro.
                o sr erra ao dizer que aristoteles ainda é usado. o sistema aristotélico foi substituido pelo sistema de copernico e outros.

              • 30 de dezembro de 2011 at 12:52

                Não protestaram. E por que? Por que não houve massacre.
                Não fui eu que a evoquei, foi o senhor.
                Dou aula,sim, por que o senhor está sendo contraditório! Epicuro não “fala em prazer” apenas. Ele fala longamente e até hierarquiza-os.
                O senhor novamente está equivocado quanto a Aristóteles. Ele não foi substituído pois fala de assuntos diferentes.

          • Roberta
            31 de Janeiro de 2012 at 21:53

            Cheguei atrasada, mas não pude evitar de parar aqui antes de continuar a ler o diálogo. Cansei, Sr. Quintas! Voltou ao raio do argumento das bruxas! Tenha dó! Conheci ateus mais inteligentes que o senhor…tsc tsc tsc Em vez de apresentar argumentos racionais, o senhor ataca com fatos históricos que não vêm absolutamente ao caso. Foge de responder às perguntas que te fazem, achando que afirmar o que a minha professorinha do Ensino Fundamental dizia sobre a Igreja vai justificar o aborto. Tenha dó! Tá legal, vamos usar o argumento do senhor: então a gente pode matar os fetos na barriga da mãe porque a Inquisição condenou pessoas acusadas de feitiçaria, certo? Ah, tá, entendi. Puxa, porque ninguém me ensinou isso durante minha faculdade de história na Universidade Federal Fluminense? Obrigada por me esclarecer, Sr. Quintas!

            • David Gravatá (estudante)
              1 de Fevereiro de 2012 at 10:57

              boa.

      • Herbert Burns
        23 de dezembro de 2011 at 13:02

        Para ser humano é necessario que o indivíduo seja o resultado da união de dois gametas, com o concurso de vários, este ovo gerado passe pelo processo de meiose, cresça, torne-se um feto, um nascituro, um bebe, uma criança, um adolescente, um jovem, um homem adulto, um velho. Nesta ordem sucessiva e sem pular nenhuma etapa. Se pular qualquer etapa, seja ela qual for, este indivíduo não é um ser humano. Apesar de que sua vida também esteja sujeita a outros, pois o ser humano é antes de tudo um ser social, a dependencia de sua vida a terceiros não o descaracteriza de sua humanidade, mas sim o descaso daquele humano, que se considera superior e que a ele foi confiado a defesa e a guarda da vida indefesa, e que se nega a cumprir este seu papel, isto sim, esta covardia é que se considera como um ato não humano.

        • 23 de dezembro de 2011 at 13:18

          Para alguns, ovo de tartaruga é tartaruguinha e sua destruição dá prisão sem fiança; mas ovo de gente (gameta) não é gentinha. Então, para esses, pode matar.

          • roberto quintas
            24 de dezembro de 2011 at 10:55

            o sr conhece o conceito de ameaça de espécie? de preservação ambiental? nossa espécie está bem longe de estar na condição de espécie ameaçada ou de precisar de proteção à predação humana.
            e há uma enorme diferença de formação entre o “ovo de gente” e o ovo de tartaruga.

            • 26 de dezembro de 2011 at 08:41

              Gostaria que explicasse a “enorme diferença” entre “ovo de gente” e “ovo de tartaruga”. Deve ser genial! Mas o que eu mais gostei foi do princípio: se está ameaçado, vale qualquer barbárie. Seguindo seu raciocínio, Hitler até não estava tão errado, né? Afinal, os alemães, coitados, estavam correndo risco de morte, pois estavam desempregados, famintos, seus filhos sem colégio, tudo por causa dos judeus, aqueles capitalistas sanguinários. Quintas, você tem certeza que é um humanista?

              • roberto quintas
                26 de dezembro de 2011 at 10:34

                primeiro que gente não se desenvolve em ovo, mas em placenta. segundo que a tartaruga está plenamente desenvolvida ao sair do ovo. e falacia reductio ad hitlerum não cola aqui.

              • 26 de dezembro de 2011 at 10:53

                Outra mentira! Se você quebra o ovo de tartaruga antes do tempo o indivíduo não está totalmente desenvolvido, mas vai preso do mesmo modo. E o primeiro nome que se dá à união entre espermatozóide e óvulo é ovo. Tenta de novo, Quintas!

              • roberto quintas
                30 de dezembro de 2011 at 12:19

                de novo…o sr não conhece o conceito de espécie ameaçada. o nome correto que se dá à união entre esperma e óvulo é célula-ovo, visto que não há casca e é do tipo oligocélico. portanto, não são similares, apenas há o uso de um termo por consenso normativo.

              • 30 de dezembro de 2011 at 12:27

                É óbvio, mas vamos lá: repetir o texto anterior não o torna mais verdadeiro. Melhore a argumentação.

            • Gillian Freitas
              13 de Janeiro de 2012 at 18:05

              Ah,tá, agora você explicou tudo. Então se não estamos ameaçados de extinção, pode tudo, liberou geral a matança do ser humano. Aberta está a temporada de caça, sobretudo em relação àqueles que não têm para onde correr…
              Muito bonito isso, Quintas. Digno de quem ataca a Igreja do passado por ter “assassinado as bruxas/hereges”. Mais uma vez, se sua progenitora tivesse pensado igual a você, onde estaríamos?

              • 13 de Janeiro de 2012 at 18:12

                Acho que estaríamos melhores… rsrsrsrs…

  22. roberto quintas
    21 de dezembro de 2011 at 15:26

    talvez os cristãos não saibam ou não queiram ver a diferença entre um cachorro, um ser vivo totalmente formado e um feto, que sequer pode ser considerado um ser vivo totalmente formado.

    • 21 de dezembro de 2011 at 18:47

      Ah, tá. O cachorro é mais perfeito que um humano no seio materno. O que mais? As pessoas com síndrome de down são menos perfeitos que os saudáveis? Então, diga-me Roberto.

      • roberto quintas
        23 de dezembro de 2011 at 11:32

        feto não é ser humano. essa é a questão. não falei de perfeição.

        • 23 de dezembro de 2011 at 12:08

          Feto é pessoa, sim, essa é a questão. E a diferença entre os entes está na base da questão, sim.

          • roberto quintas
            24 de dezembro de 2011 at 10:44

            desculpe, robson, mas não há qualquer evidencia ou prova na sua afirmação de que um feto é uma pessoa.

            • 26 de dezembro de 2011 at 07:55

              Vamos lá!! Há muitas provas de que o bebê, que está no seio materno, é o mesmo bebê que virará uma criança e um jovem. Uma delas é o DNA. Isto não é prova para você? Para saber se alguém tem alguma relação de paternidade ou maternidade, um modo inequívoco é comparar o DNA dos possíveis pais com do possível filho. Ora, o DNA do bebê não é o mesmo da mãe. Antes, o DNA humano de um bebê de 1 segundo é o mesmo que ele carregará até a morte com 100 anos. Portanto, isso é prova de que ele é um indivíduo diferente da mãe, ainda no seio materno.

              • roberto quintas
                26 de dezembro de 2011 at 10:48

                DNA é uma coisa, mas não é tudo, senão não haveria diferença entre células de tronco embrionárias e células tronco adulta.
                e falamos do conceito de pessoa. se a presença de DNA torna um amontoado de tecidos uma “pessoa”, então um cancer é uma pessoa e extirpá-lo seria um crime.

              • 26 de dezembro de 2011 at 11:03

                Ih, apelando para o sofisma! Sinal de desespero… Pessoa tem DNA, DNA não é pessoa. Assim como pessoa tem sangue, mas sangue não é pessoa.

                Tente de novo, Quintas!

              • roberto quintas
                30 de dezembro de 2011 at 12:02

                exato. o sr mesmo disse: DNA não é pessoa, portanto lá se foi seu argumento.

              • 30 de dezembro de 2011 at 12:13

                No seu mundo. O argumento permanece e não vai embora porque o senhor quer.

        • Gillian Freitas
          13 de Janeiro de 2012 at 17:54

          Roberto,

          Vamos fazer uma revisão: Feto não é ser humano. É o quê, então? Poderia o produto da anfimixia se transmudar em algum outro ser que não o ser humano? Uma planta, talvez? Curioso é que até cientificamente isso seria impossível.

          “Há diferença entre célula tronco embrionária e célula tronco adulta”.
          É verdade, mas as diferenças se baseiam única e exclusivamente no estágio de maturação daquele ser, que já é ser humano desde o primeiro segundo. Ou será que você passou no ventre materno magicamente da condição de um vegetal para a condição humana?

          Próximo!

    • Juan Camilo
      22 de dezembro de 2011 at 17:24

      Será que você sr. é satánico ou pertenece a alguma seta contra a humanidade? porque essas palavras só podem sair duma mente como a sua.

      • 22 de dezembro de 2011 at 18:57

        Seja mais específico, senhor Juan. Qual frase parece-lhe satanista? Será que é esta: “Por que há tanta gritaria contra a morte injusta e cruel de um cachorro enquanto nada é feito diante do assassínio de milhares de crianças no Brasil”? Ou será esta: “Por que exige-se punição criminal exemplar para a enfermeira, enquanto pretende-se descriminalizar o assassinato mais grave, mais pernicioso, mais cruel, que é o assassinato de crianças por meio do aborto”? Essas frases são satanistas ou uma defesa dos valores maximamente humanos e, portanto, cristãs?

        • roberto quintas
          23 de dezembro de 2011 at 11:35

          acho que ele se remetia ao meu comentário.
          ser contra a vida humana é ser satanista.
          considerando que o Cristianismo perseguiu, prendeu, torturou, matou, dizimou milhares de inocentes [Cruzadas, Inquisição, Colonização] então fica a pergunta: por que um feto é mais importante do que outro ser humano totalmente adulto? uma pessoa vale menso que um feto só porque ele/ela é herege/bruxa?

          • 23 de dezembro de 2011 at 12:20

            Erro anacrônico! Olhar o passado com os olhos de hoje. Poderia dizer também que Newton foi menos cientista que qualquer aluno de física de qualquer faculdade particular porque cria em magia. Mas vamos ao caso: 1. Há muito menos casos de processos e condenação levados a cabo pela Igreja do que se fala; 2. E nos casos em que houve condenação de morte, se via a pena como ocasião de purgação do apenado. Em todos os casos, a Igreja respeitou a dignidade humana, mesmo quando punia o criminoso. E eis a questão: alguém que rouba a Eucaristia de uma Igreja comete um crime, de vilipêndio da fé das pessoas. No século XVI em alguns lugares era crime de morte, pois suspeitava-se de malefícios sobrenaturais. A pena aplicada pelo braço secular era baseado em crimes. Qual o crime dos bebês que não podem nascer?

            • roberto quintas
              24 de dezembro de 2011 at 10:51

              eu falei cristianismo. conjunto. não apenas Igreja, mas o Estado que professsavam o cristianismo. mas curioso que o sr ache punivel de morte uma pessoa adulta que tenha roubado uma hóstia. ou pior, que justifique sob o pretexto do contexto histórico tais crimes contra a humanidade. e não responde a pergunta. e falamos em fetos, não bebês. não é uma questão juridica, criminal ou civil. é uma questão médica, clínica. uma questão mais humanitária do que excomungar os médicos e não o estuprador.

              • 26 de dezembro de 2011 at 08:11

                Se é para falar de cultura, o ateísmo, nos últimos 200 anos, matou muito, muito, muito mais do que todos os 1800 anos de cristianismo (http://humanitatis.net/?p=4551, http://humanitatis.net/?p=4599) – isso sem contar os 3 primeiros séculos da nossa era, que presenciou um massacre cristão realizado pelos pagãos romanos. Quintas, onde eu disse que a pena de morte – em qualquer caso! – é justificável? Eu disse e mantenho que havia razões culturais para isso. O que não há é modo de defender teoricamente a morte de um inocente, como é o caso do aborto.

                Quem foge das questões, aumentando-as, é o senhor. Trouxe o problema histórico que o senhor colocou ao acusar os cristãos de hipocrisia, pois condenam a morte de bebês enquanto matavam adultos.

                Se a Igreja excomunga um assassino ou um violentador, o que importa ao senhor, que acha a Igreja dispensável? Para mim, que a acho fundamental, entendo que matar é pior que violentar. Se o senhor acha que não, se o senhor acha que crime é crime, o senhor nega o princípio da justiça, que é tratar desiguais como desiguais. Para os cristãos, é claro que não se pode colocar um assassino do lado de um violento.

              • roberto quintas
                26 de dezembro de 2011 at 10:46

                “ateísmo” não, mas sim stalinismo [e outras formas de ditadura]. ao contrario do cristianismo o ateismo não contem uma instituição representante, não possui doutrinas, representantes ou portadores da verdade. não houve esse tal massacre cristão pelos pagãos, numericamente foram poucos cristãos, em alguns reinos de césares, em determinados períodos, por razões políticas. sobretudo há que se ressaltar que vem do cristianismo a fama de ser uma “religião do amor”, mas no quesito de religião oficial, mantida por um sistema e uma instituição, com representantes diretamente responsáveis, com doutrinas explicitamente definidas, o cristianismo perde apenas para o islamismo.

              • 26 de dezembro de 2011 at 11:01

                Ateísmo, sim! Pois não foi só Stalin! Fidel Castro, Mao Tse-Tung, Kim Jong-Il. O Comunismo tem, sim, representantes. Os Partidos Comunistas, suas reuniões – ou não lembra da Primeira Internacional Socialista? E ultimamente, o órgão mundial que dirige as ações socialistas no mundo é a Dona ONU.

                Ah, não houve massacre dos cristãos? É, tem gente que fala que não houve nazismo, nem escravidão… cada um fala o que quer.

              • roberto quintas
                30 de dezembro de 2011 at 12:06

                o sr está confundindo ateísmo com regimes políticos. um Estado ou um Regime pode alegar não acreditar em Deus e isto o coloca como “ateu”, mas este Estado ou Regime não representa o Ateísmo.
                houve sim, perseguição e morte contra os cristãos, por razões políticas. mas o sr se esquece que numericamente os cristãos massacraram muito mais gente – e se diz “religião do amor”.

              • 30 de dezembro de 2011 at 12:21

                Nós, católicos, queremos provas disso que acabou de dizer. Não basta sua palavra. Agora, as provas de que os cristãos foram e são ainda os mais perseguidos em todo o mundo:

                1. Perseguição Cristofóbica na UE
                2. Os mártires vivos do Iraque
                3. Cristianofobia: eis a verdadeira discriminação
                4. Olhem esse rosto…
                5. Cresce a perseguição religiosa contra os cristãos no Oriente Médio

                E de onde vieram esses podem vir muito mais. Então, senhor Quintas, mostre suas cartas.

              • Gillian Freitas
                13 de Janeiro de 2012 at 17:57

                Será que o senhor poderia falar todas essas baboseiras aqui se a senhora sua mãe acreditasse que o senhor era “só um feto e não um bebê”, ´”uma questão médica, clínica” e não uma pessoa?

    • ricardo enrrique
      30 de dezembro de 2011 at 23:41

      Como es engrasado leer lo que dice el señor quintas, parece que vive en otro planeta, o mas bien en otro mundo, en este caso podemos decir que es una persona. No sabe la diferencia entre perro, un ser vivo totalmente formado y un feto. Mas todavía, no considera un feto como un ser vivo totalmente formado, llega afirmar que feto no es un ser humano(solo en su mundo), se olvida que el feto(en este mundo) es una persona en potencia y que desde el momento de la concepción ella ya tiene el ser, la substancia humana, esta solo se modificara accidentalmente(“anima requirit debitam quantitatem in materia cui infunditur” y “sucessive corpus formatur et disponitur ad animam”), de ahí podemos interrogarnos cuanto a los derechos del ser humano estar en los accidentes o en la substancia humana(“non refert natam quis eripiat animan an nascentem disturbet: homo est et qui futurus est”).

      • roberto quintas
        31 de dezembro de 2011 at 12:20

        entonces, hermano, pona sus factos cientificos, biologicos e filosoficos que puedem probar que un feto és una persona.

        • ricardo enrrique
          1 de Janeiro de 2012 at 16:45

          Hermano, quien tiene que colocar los argumentos para responder no soy yo y si tú, por que eres tú que cuestiona este blog. Yo tengo mis argumentos científicos, filosóficos, biológicos, etc. mas de nada sirven sin antes tú a presentar los tuyos. Hermano si lees bien lo que escribí deberás entender lo que digo, feto no es persona, tiene persona en potencia, de esta forma en parte concuerdo contigo. Mas el problema no es ser caballo, perro, mono, huevo, tortuga, o feto y si el SER HUMANO. Por lo menos pensamos de la misma forma en afirmar que somos hermanos que ya es un buen comienzo para este dialogo.
          Bien señor quintas, lo que entiendo de este blog es de llamar la atención delante de una situación (enfermera perro), ser un acto violento y reprobable, y si de la hipocresía que existe en no condenar otro que merece una mayor atención y QUE ESTA ACONTECIENDO TODOS LOS DIAS. Usted trae a la actualidad los eventos violentos y reprobables que personas humanas en nombre de la Iglesia hicieron en el pasado, pienso que cuanto a esto no se puede hacer mas nada sino aprender, así como aprendemos y continuamos aprendiendo de los actos cometidos por ciertas personas en países en nombre de una ideología (socialista), mas cuanto a esto dos casos, repito no podemos hacer mas nada sino aprender con estos erros cometidos, para NO COMETERLOS MAS! y no estar alicer sados en estos eventos para responder sin argumentos en actos que están siendo cometidos.

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