Mentalidade Eugênica em São Paulo-Brasil

A mentalidade eugênica tem mãe e pai: Margaret Sanger e Adolf Hitler. Os abortistas têm essa ascendência macabra,  essa herança maldita, reconhecendo-a ou não

Vi a notícia pela primeira vez no Deus lo Vult!, que veiculou a informação originalmente da Folha. Na última sexta-feira, 31 de agosto, um juiz de São Paulo – para arrepio da história recente da humanidade – permitiu que uma mãe abortasse um bebê diagnosticado com Síndrome de Edwards. Fique claro: não é um caso de estupro, nem de anencefalia, enfim, nenhum caso para os quais a lei do aborto recém-modificada se aplique. Ocorre que a mãe argumenta que seu bebê não terá uma vida extra-uterina garantida. Como diria um ministro do STF, os bebês com essa doença tem “morte segura”. Como se todos os homens, com ou sem Síndrome de Edwards, não tivessem a morte como coisa segura. Antes de continuar a reflexão, sugiro os dois vídeos abaixo que tratam deste assunto transversalmente:

Vídeo 01

Vídeo 02

Como dissemos reiteradamente na discussão sobre a descriminalização do aborto (aqui, aqui e aqui), o que está em jogo é uma compreensão da humanidade que é historicamente datada: trata-se da barbárie, que de tempos em tempos procura avançar sobre a civilização. Os defensores do aborto e da relativização do debate têm de reconhecer que essa questão  esconde a praga eugênica, que assola a humanidade desde sempre. De certa maneira, o judiciário de São Paulo uniu-se a uma tradição nojenta de eugenia, que liga Hitler a Stalin, Mao-Tsé Tung e Planned Parenthood. Por razões políticas ou filosóficas, o aborto e as câmaras de gás foram usadas para limpar a a raça do peso do pobre, do doente e do velho. Como defender essa prática em qualquer situação?

As ideias eugenistas são o princípio da prática abortista. Tais princípios podem resumir-se no pressuposto: quem tem alguma incapacidade não merece viver. Seja esta incapacidade algo grave, como anencefalia; seja algo não tão grave, como Síndrome de Down. A descriminalização do aborto é uma das formas mais vis de violência, maior que a fome e a falta de saúde, pois resulta na morte de um inocente em razão da decisão autocrática e demagoga de uma minoria. Ao promover a descriminalização do aborto o Brasil associa-se a sociedades que envergonham a humanidade. E a história não esquecerá essa escolha.

 

 

A mentalidade eugênica tem mãe e pai: Margareth Sanger e Adolf Hitler. Os abortistas têm essa ascendência macabra,  essa herança maldita, reconhecendo-a ou não. Por esta razão, apesar do que dizem os defensores, a prática demonstra que abortista é também eugenista e a decisão do judiciário paulista reitera essa ligação histórica.

6 comments for “Mentalidade Eugênica em São Paulo-Brasil

  1. Deolinda Pimentel dos Santos
    15 de setembro de 2012 at 05:09

    Nós cristãos temos que nos pronunciar mais efetivamente, ciência e religião caminham unidas, sou bióloga, daqui a pouco vão matar pessoas portadoras das síndromes de Down (trissomia do cromossomo 21), Turner (X0), Klinefelter (XXXY ou XXYY ou XXXXY). Imaginem se resolvem matar nós miopes, alérgicos, daltônicos, hemofílicos, o que é isso? Deus nos ama, nos acolhe. Essas pessoas precisam conhecer o imenso amor que o nosso criador tem por nós, parem de querer bancar o dono de nossas vidas.

    • 15 de setembro de 2012 at 07:32

      Oi, Deolinda! Já há um projeto de lei na Nova Zelândia, para proporcionar o assassinato de crianças com Down. Dê uma olhada (http://humanitatis.net/?p=4473). Por isso não se pode dar trégua a abortistas, muito menos votar em quem tem tendência ou simpatia pela causa. Eles não vão parar enquanto não implantarem o infanticídio. E quando conseguirem, será a vez dos velhos e doentes – eutanásia.

      Digamos um NÃO retumbante ao aborto nas próximas eleições. Não votemos em candidatos do PT, nem em candidatos que se aliam ao PT para ter benefícios. Eles estão flertando com a morte.

      Abraço!

  2. Laila Almeida
    14 de setembro de 2012 at 11:36

    Deus nos deu o livre arbítrio.
    Discutem que a mulher tem o direitro de decisão quanto ao seu corpo e, estão invadindo a essa decisão. Decisão deveria ser ANTES e NÃO o DEPOIS – causa e efeito.
    E quanto o feto quem os defende? A quem deu-se o poder de decisão?
    Estão brincando de ser Deus.

    • Deolinda Pimentel dos Santos
      15 de setembro de 2012 at 05:13

      Imaginem se querem exterminar quem tem polidactilia, ou até mesmo um pseudohermafrodita, ou uma mulher portadora do fator Rh negativo para se evitar uma eritroblastose fetal. Misericórida.

  3. Irmã Priscila
    11 de setembro de 2012 at 13:28

    Muitos apresentam Hitler como sendo um monstro que no passado assolou a população judia, dentre outras minorias, mas que morreu e sua morte pôs um fim em toda esta mentalidade nazista…
    Porém, muitos dos que assim o apresentam, assemelham-se a ele em seus ideais macabros e nem se percebem ou se fingem.
    Não entendo, como nos dias de hoje pode haver pessoas tão perversas que compactuem com toda esta imbecilidade nazista, apoiando o aborto, dentre outros crimes deste tipo.
    É muito triste ver que em nosso país o judiciário aprovou tal decisão tomada por uma mãe iludida e mal informada. O Estado, que deveria velar pelos direitos humanos, dando apoio a morte de um inocente? Isso é muito triste.

  4. Yan dos Santos
    11 de setembro de 2012 at 10:03

    A prática do aborto, em qualquer das circunstâncias é um crime, em que nem a própria mãe tem o direito de optar por aquela vida, por mais que aquela vida tenha apenas poucos anos de vida, ainda sim é uma vida, e tais leis como assassinato deviam ser impostas sore este casos, pois está retirando uma vida.
    O governo diz que quer fazer um bem, porém no final das contas acaba fazendo o mal, e o povo tão iludido que é não para e reflete as consequências que pode causar m ambas as partes.

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