Nas nossas crianças, não!

Se eu pudesse dar algum conselho aos homens de bem do judiciário brasileiro, especialmente aqueles que pensam por si mesmos e não pela ditadura do “politicamente correto”, diria-lhes: vão atrás do dinheiro. Pois para um simples cidadão brasileiro, que paga pesados impostos no Brasil, soa muito estranho a relação entre farmácia, aborto e vacina

O Ministério da Saúde está aprontando mais uma contra a família brasileira. Vem aí, na surdina, sem que a população tenha tomado conhecimento e sem que se consultassem as famílias, a vacinação contra HPV (um tipo de DST) de todas as meninas do país, com idade entre 10 e 11 anos, nas escolas particulares e públicas – além de postos de saúde – à revelia dos pais. Segundo a reportagem, o governo brasileiro dedicará todo o ano de 2014 a superar o tabu das famílias contra o tema, já que o HPV é doença transmitida exclusivamente por contato sexual. Parece que o Ministério da Saúde do Brasil acha um absurdo que os pais não desejem alegremente que suas filhas e filhos tenham relações sexuais aos 10 anos. Por isso, pretendem superar esse tabu…

Nazismo

O governo federal quer agir à revelia das famílias e impor compulsoriamente a vacinação de pré-adolescentes contra a doença sexualmente transmissível HPV. Segundo a reportagem, a vacinação seguirá também da indicação de uso de camisinhas pelas crianças (de 10 e 11 anos!), quando tiverem relações sexuais. Agindo assim, o Ministério da Saúde do Brasil age como o governo nazista em seus piores dias, quando ignorava o direito das famílias sobre o modo de educação e desenvolvimento de seus próprios filhos, obrigando-os a fazer parte de brigadas e – aos considerados incapazes – servindo de cobaia para experiências médicas. Quem nunca ouviu falar de Josef Mengele? Para aqueles que não creem em Deus, ou na natureza humana, ou na regra moral da ação humana, como é o caso de Molière, qualquer meio é permitido para alcançar o fim desejado. Para os comprometidos com a causa ateísta ou imoralista, os fins justificam os meios! Mas para a maioria das pessoas, felizmente, não é assim!

Não, em nome de fins pretensamente bons, não se deve utilizar de quaisquer meios. Não, em nome da saúde nossas crianças não serão parte de experimentos de empresas multinacionais, com não sei quais interesses. E principalmente: não, nossas crianças não ver ser incitadas a apressar precocemente o ato conjugal por meio de propagandas e palestras de deseducação sexual. Nas nossas crianças, essa vacina não vai tocar! Nem esse veneno ideológico. Expor nossas filhas e filhos a perigos desnecessários ou a informações falsamente manipuladas não pode ser jamais uma opção moralmente lícita, não se pode ser aceito pelos pais. Com efeito, a Declaração Universal dos Direitos Humanos já adverte que a família não pode ser assim atacada:

Artigo XII: Ninguém será sujeito à interferência em sua vida privada, em sua família, em seu lar ou em sua correspondência, nem a ataque à sua honra e reputação. Todo ser humano tem direito à proteção da lei contra tais interferências ou ataques.

As vacinas vão ser fabricadas no Brasil, mas terão como parceira a multinacional Merck Sharp & Dohm, que nos EUA é só Merck and Co. Essa empresa deu dinheiro para a maior empresa de abortos do mundo, a Planned Parenthood, em 2012. Em relatório da própria empresa, ela confirma a doação para a instituição norte-americana, responsável por ações eugênicas, abortivo por encomenda e genocídio. A mesma empresa está sendo investigada nos EUA por utilizar células de bebês abortados em seus produtos, inclusive vacinas. No dia 28 de maio último, a Merck & Co. foi citada em um site de divulgação da Planned Parenthood como participante em evento da organização. Enfim, já há inclusive decisão de uma corte americana ligando as duas instituições. Sinceramente, pode haver algo tão assustador quanto reconhecer a ligação mercantil entre uma empresa de remédios e uma indústria de abortos e esterilizações compulsórias em nível mundial?

Por outro lado, a decisão de o Ministério da Saúde atacar francamente a família e as crianças tornou claro um ponto importante na luta contra a ideologia comunista: no fundo, é sempre dinheiro! Por que empresas que dão dinheiro para ONG’s abortistas, como a Planned Parenthood, conseguem contratos lucrativos com nações inteiras, como o Brasil? Terá sido apenas coincidência? A Merck & Co. é reconhecida pelo seu produto contra HPV? Quem foi o nome, o cpf, responsável por colocar a Merck & Co. na lista das empresas capazes de vender a tal vacina de HPV para todo um país? Quem fez o contato? A partir de quais dados técnicos?

Se eu pudesse dar algum conselho aos homens de bem do judiciário brasileiro, especialmente aqueles que pensam por si mesmos e não pela ditadura do “politicamente correto”, diria-lhes: vão atrás do dinheiro. Pois para um simples cidadão brasileiro, que paga pesados impostos no Brasil, soa muito estranho a relação entre farmácia, aborto e vacina.

24 comments for “Nas nossas crianças, não!

  1. David
    10 de janeiro de 2016 at 15:36

    As vacinas são suspeitas, parecem que somos usados como cobaias, não acham?

  2. Marcia Pereira da Silva
    9 de julho de 2013 at 16:39

    Mais uma vez as incertezas não estão sendo divulgadas, mas estão claramente disposta na bula da vacina e em pareceres divulgados pela Fiocruz.

    Acho que posso contribuir indicando um artigo divulgado pelo Instituto Nacional de Câncer (INCA)
    em http://www1.inca.gov.br/conteudo_view.asp?id=2687.

    Dados divulgados pelo INCA concluem que:

    A- O câncer é um desfecho raro, mesmo na presença da infecção pelo HPV, já que a infecção pelo HPV é um fator necessário, mas não suficiente, para o desenvolvimento do câncer do colo do útero;

    B- A maioria das infecções por HPV em mulheres com menos de 30 anos regride espontaneamente;

    C-Estima-se que somente cerca de 5% das pessoas infectadas pelo HPV desenvolverá alguma forma de manifestação clínica;

    D-25% e 50% da população feminina e 50% da população masculina mundial esteja infectada pelo HPV. Porém, a maioria das infecções é transitória, sendo combatida espontaneamente pelo sistema imune, regredindo entre seis meses a dois anos após a exposição, principalmente entre as mulheres mais jovens.

    Ademais, conforme informação do INCA, além da possibilidade da vacina não induzir imunidade natural, não protege de ocorrer contato com outro tipo viral.

    Devemos atentar para o fato da escolha da idade para expor as meninas a esta vacina, já que não há estudos suficiente para comprovar que ela é segura para aquelas que ainda estão entrando na puberdade.

    Outrossim, já que o governo acredita que crianças com menos de 10 anos estão iniciando sua vida sexual, podemos perguntar: o que tem sido feito para desestimular esta realidade igualmente devastadora, verdadeiro câncer social?

    Não faltam críticos contra as cotas universitárias, por exemplo, que aduzem ser um paliativo inútil tendo em vista a falta de investimento na educação como um todo. Contudo, no Rio de Janeiro, pessoas se manifestaram em defesa dessa vacinação descabida, sem fundamentação científica, geradora de uma expectativa irreal de solução do problema e claramente oportunista.

    Atenção: Milhares de mulheres deixarão sua rotina de realização do exame Papanicolaou e de diagnóstico de DST.

    Pergunto: os brasileiros estão esperando o que para exigir investigação rigorosa acerca das informações produzidas pelo Ministério da Saúde, que conduzem ao mau uso do dinheiro público?

  3. Hermes Sanchez
    8 de julho de 2013 at 17:29

    O articulista se deixa levar por um mal (para o qual não há vacina), comum a muitos brasileiros, que é o de falar sobre o que não sabe.
    Cabe pois esclarecer que:
    1. Ninguem aplicará vacinas em quem quer que seja, sem sua anuência ou a de responsáveis
    2. Ninguem fará crianças de cobaia, pois a vacina é atestada por órgãos fiscalizadores, como o FDA americano, o NIH do mesmo país, e já é adotada em quase todos os países do hemisfério norte/ocidental
    3. A vacina imuniza contra o HPV que, alem de ser a principal DST, associa-se ao cancer de colo de útero, cuja prevenção é a principal meta da vacinação em todo o mundo.
    4. O cancer de colo de útero é, junto com cancer de mama, a principal doença neoplásica de mulheres que, quando o desenvolvem em estado avançado, têm alta chance de mortalidade e morbidade.
    5. O HPV é adquirido não por promiscuidade, mas sim pela sua alta prevalência, que faz com que, atualmente, 80% das mulheres já tenha tido infecção, muitas vezes silenciosa.
    6. A vacina é, comprovadamente, mais eficaz em indivíduos que não iniciaram vida sexualmente ativa, e a eficácia é proporcional, inversamente, à idade dos receptores, daí as idades determinadas para o público alvo.
    7. Os benefícios da vacina são relatados nas mais respeitáveis publicações científicas do mundo. Idem se dá com seus possíveis efeitos colaterais.

    Enfim, informações acerca da vacina anti-HPV são fartamente disponíveis para quem quiser com ela se familiarizar. Para os céticos, resistentes aos avanços incontestáveis da ciência, que quiserem submeter seus filhos ao risco de enfermidades facilmente evitáveis, fica-lhes o livre arbítrio de decidir sobre o modo de conduzir sua família.

    • 8 de julho de 2013 at 17:47

      Eis aqui o motivo pelo qual temo (e cada vez mais) uma tal vacinação em massa. O visitante, quase como um defensor encomendado, joga um monte de desinformações(sim, desinformações, e vou provar), supondo que o blogueiro, no caso eu, não sei do que falo. Mas como ele mesmo disse, contra isso não há vacina. Não quero responder algumas de suas inverdades aqui.

      Daqui a pouco darei algumas informações aos que desejam realmente informar-se sobre o assunto. E a primeira e mais importante é que não existe imunização de HPV.

      A prova vem daqui a pouco.

      Até mais!

    • 8 de julho de 2013 at 17:51

      Como quem não sabe nada sobre o assunto, indico dois posts que podem dar uma indicação sobre o pano de fundo de toda produção de ciência e os interesses sociais em torno dela:

      http://humanitatis.net/?p=7061

      http://humanitatis.net/?p=2840

      Claro, como alguém que não sabe nada da relação entre ciência e sociedade.

      Inté!

    • 9 de julho de 2013 at 00:13

      Então, eis minha resposta: http://humanitatis.net/?p=9229

      1. Não há provas do que você fala.
      2. Não, a vacina não foi aprovada pelo FDA e ela foi negada pelo Ministério da Saúde durante 6 anos.
      3. Não, não imuniza não.
      4. O câncer não deriva apenas de HPV.
      5. O HPV é adquirido também por promiscuidade. Nos outros casos, água e sabão resolvem.
      6. Não, não se sabe se é mais eficaz.
      7. Não, não há publicações sérias que veem benefícios na vacina.

      Enfim, sua propaganda não cola aqui.

      Abraço!

      • Hermes Sanchez
        10 de julho de 2013 at 19:33

        Sr Robson, eu apenas quis tentar contribuir com o assunto levantado, e mostrar que não se deve incentivar a desinformação, sobretudo quando se lida com profilaxia do cancer.

        Quanto à aprovação da vacina anti-HPV, basta consultar o próprio FDA:
        http://www.fda.gov/BiologicsBloodVaccines/Vaccines/ApprovedProducts/UCM094042

        Sobre trabalhos sérios demonstrando eficácia da vacina, segue a referência da revista NATURE, certamente entre as mais respeitadas no mundo científico.
        The value of HPV vaccination
        Nature Medicine 18, 28–29 (2012) doi:10.1038/nm0112-28
        Published online 06 January 2012

        Não tenho nenhum vínculo, de nenhuma ordem, com nenhuma instituição, que me estimule a fazer qualquer tipo de propaganda. Volto a dizer, o senhor, talvez inadvertidamente, versa sobre matéria que, segundo suas publicações, lhe é desconhecida. Se mesmo assim quiser divulgar idéias equivocadas, é um direito que lhe cabe, não tenho como interferir.

    • Zeca
      9 de julho de 2013 at 10:16

      Voltamos aos dias de Oswaldo Cruz!

  4. francisco alberto
    8 de julho de 2013 at 11:36

    Quem tem facilidade para inglês, veja esse material e tire suas conclusões. http://www.ecomed.org.uk/wp-content/uploads/2011/09/3-tomljenovic.pdf

  5. Thais
    7 de julho de 2013 at 17:28

    Se vc acha que seu filho/filha vai te contar antes de iniciar a vida sexual para pedir a vacina e se vc tem certeza de que ele/ela nunca terá relação com alguém.que tem o vírus, pode ficar tranquila em não vacinar… Do contrário, até o HPV se manifestar como cancer de colo , talvez seja tarde demais… Por ser uma medida PREVENTIVA, e de saúde PÚBLICA, deve ser precoce e em larga escala. Talvez nao te preocupe a relação entre HPV e câncer e morte, perda da qualidade de vida…

    • Morena Flor
      7 de julho de 2013 at 22:37

      Exatamente, Thais, é questão de saúde pública, não tem q estar, necessariamente, relacionada com “ideologia” com “imoralidade” nem nada, quem quer, que crie os filhos na “moralidade da igreja”, mas que dê prevenção tb, pq, lembro mais uma vez, não é só na relação sexual q se transmite HPV. E não é só cancer de colo que este vírus causa não. Existe outro câncer que pode ACABAR com a vida de muitos HOMENS por aí: Câncer de PÊNIS, que TAMBÉM é causado pelo MESMO VÍRUS – coisa q, convenientemente(e por conta de um certo machismo tb) QUASE não é divulgada. O q é um ERRO das autoridades em saúde pública deste país.

    • 8 de julho de 2013 at 15:33

      Minha querida Thaís, desculpe a franqueza, mas você é mais uma daqueles milhões e pessoas que ainda acredita que o Governo Federal está preocupado com a sua saúde e a de sua família. Com certeza você precisa se informar melhor sobre a máfia da medicina em conluio com o governo e, o que é pior, O QUE REALMENTE É (E CONTÉM) ESSA VACINA DO HPV. Para você saber melhor leia
      HPV E VACINA – FATOS QUE VOCÊ PROVAVELMENTE NÃO SABE, que pode ser encontrado no link:
      http://www.mirantesul.blogspot.com.br/2012/09/hpv-e-vacina-fatos-que-voce.html

      “SÓ A VERDADE LIBERTA”

  6. Morena Flor
    7 de julho de 2013 at 09:55

    Gente, não querendo me meter, só dar minha opinião:

    Entendamos uma coisa: HPV NÃO SE PEGA APENAS EM RELAÇÃO SEXUAL.

    Inclusive, é um DESAFIO para a medicina e mesmo para a PREVENÇÃO DAS DSTs – nem camisinha é garantia total de prevenção contra este vírus. O Papiloma Virus Humano(HPV, em inglês) pode estar até mesmo na PELE e provoca verrugas. É também de fácil disseminação(bem lembrado, Zeca!), o q lembra bastante o HERPES, outro vírus MUITO COMUM na população, bastando um CONTATO qualquer com infectados com lesão ativa para a transmissão do vírus(outra semelhança com o Herpes). Portanto, não vejo nada de errado nisto, é uma VACINA COMO OUTRA QUALQUER(como a BCG, POLIOMIELITE – vulgo “paralisia infantil – Tétano, Difteria, Sarampo, etc).

    • 7 de julho de 2013 at 12:09

      Mas a vacinação de HPV não vai se comportar como uma vacinação qualquer. A vacinação de poliomelite não acontece em todas as escolas públicas e privadas do país, nem tem o compromisso expresso de derrubar tabus. Tabu é um conceito social que possui caráter moral. Definir esse objetivo como tarefa de uma vacinação dá caráter ideológico, não acha? Por que deveríamos, nós, famílias com nossos valores, aceitar essa intromissão em nossos valores??

      Ah, e sobre a vacina ainda vamos falar um pouquinho daqui a pouco.

      Mas mantenho: a vacinação de HPV de crianças entre 10 e 11 anos é um abuso autoritários e, ainda vou provar, um desperdício inútil de dinheiro público, sem qualquer benefício para os vacinados. O que faz retomar a pergunta: qual a importância desse vacinação então?

      • Morena Flor
        7 de julho de 2013 at 17:25

        então, vc é contra a vacina? Olha… É por não vacinarem crianças que certas doenças ainda não foram erradicadas: A Poliomielite, por ex, já poderia estar extinta hoje. Mas em países muçulmanos, se espalhou um boato de q vacinas deixavam as crianças estéreis. Resultado: A pólio nestes países muçulmanos é ENDÊMICA e para a total erradicação da pólio, estes países têm q largar teorias da conspiração e vacinar suas crianças:

        http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,AA1437532-5602,00.html

  7. Zeca
    6 de julho de 2013 at 22:41

    Quanta ignorância! Acho que o Sr. ainda vive nos tempos das trevas, do obscurantismo e do geocentrismo. Não sou comunista, muito menos petista, tampouco fanático religioso e também contra o aborto, mas não se pode tapar o sol com a peneira e supor que nos dias atuais as práticas sexuais não se iniciam na adolescência. Por isso mesmo a importância da educação e prevenção ainda na pré adolescência. As meninas devem ser vacinadas, sim e todos devem aprender a utilizar preservativos. O HPV é um vírus de fácil disseminação que, em última instância, pode causar câncer de colo de útero. É necessário estar vigilante às práticas abusivas com o erário, mas no caso em questão, trata-se de saúde pública.

    • 7 de julho de 2013 at 09:33

      Olá, simpatia!

      Noves fora as acusações sem sentido, ainda vou falar mais a vacina. Por enquanto, obrigado pelo carinho e pela tolerância com quem pensa diferentemente de você.

    • Shunda
      7 de julho de 2013 at 16:48

      “Quanta ignorância! Acho que o Sr. ainda vive nos tempos das trevas, do obscurantismo e do geocentrismo.”

      Fantástico!! Considerando-se sua maneira de argumentar tão humilde e centrada, tudo indica, que sua professora de argumentação deve ter sido Dona Marxilena Oiapoque!

    • Herbert Burns
      7 de julho de 2013 at 22:43

      O sr. Zeca não se identifica com o comunismo, nem petista, nem fanático religioso. Mas pelo princípio apresentado deve se identificar e muito com a pedofilia. Ensinar a usar preservativos para meninas de 10 e 11 anos só é concebivel por uma mente doentia e/ou psicopata. Deve gostar muito de garotinhas.

  8. Wolverine
    5 de julho de 2013 at 15:57

    “…ponto importante na luta contra a ideologia comunista: no fundo, é sempre dinheiro!…”
    Erro grosseiro. A Revolução Cultural (Marxismo Cultural) é feita com dinheiro.

  9. Amanda da Silva
    3 de julho de 2013 at 08:57

    Quanto absurdo. Eu já havia visto a divulgação e fiquei impressionada pelo fato de estarem entrando na vida de crianças tão cedo e com essas “orientações”.
    Devemos proteger nossas crianças e orientar os pais próximos a nós.
    Parece que essa luta não tem fim!
    Já luto contra o aborto a 11anos e parece que só cresce.
    Meu Deus nos ajude a preservar as famílias desse mundo!

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