No Mississipi-EUA, 78% dos abortos são de negros

Já dissemos em vários momentos que a política pró-aborto é, na verdade, uma ação de governos imperialistas para manutenção da relação de vassalagem entre países ricos e pobres. Com a imposição da esterilização compulsória e aborto dos pobres e pretos, o que se faz é lançar ao chão o futuro de uma nação, impedindo-a de ter material humano para produzir riquezas para todos. A ideia é a seguinte: “riqueza pouca, meu filhinho branco primeiro”.

Pois bem, já denunciamos que a Planned Parenthood faz aborto de pretos e latinos por encomenda, a fim de evitar que filhinhos brancos tenham mais concorrência para as bolsas universitárias (não é brincadeira, está aqui para quem quiser ouvir). Esse é mais um lado do aborto que seus defensores escondem ou não querem ver. O aspecto racista e eugênico do aborto.

No Mississipi, reconhecido por ações racistas nos EUA, um estudo recente demonstrou que perto de 80% dos casos de aborto avançam sobre negros. Isso mesmo, o estado que viu florescer a Ku Klux Klan, curiosamente, é o que mais investe na morte de bebês negros. “Ah, dirão os defensores do aborto, é só coincidência”. É, pode ser. Que nem a coincidência de o PT ser o partido brasileiro que mais arrecada doações de banqueiros e empreiteiras.

5 comments for “No Mississipi-EUA, 78% dos abortos são de negros

  1. Sem Hipocrisía.
    25 de maio de 2015 at 04:56

    A maioria dos abortos são de bebês negros? E qual é a etnia da maioria das mulheres promíscuas? Qual é a etnia da maioria das mulheres que abrem as pernas pra qualquer um, sem se preservar, e para logo depois engravidar de desconhecidos e dar a luz a filhos bastardos?
    Você se esqueceu de citar esses fatos.

  2. Paganismo Ariano
    3 de agosto de 2013 at 09:50

    A ideia é a seguinte: “riqueza pouca, meu filhinho branco primeiro”.

    Que linda frase típica de um seguidor do judeu morto, daquele mesmo que disse que devemos odiar nossos pais e irmãos para amarmos o outro, o sagrado outro, o amado outro, antes ele a mim. Típica imundície dos seguidores do marceneiro crucifixado.

    Quer dizer então que, em caso de dificuldades antes o filho preto dos outros ao meu próprio filho branco? É esta a tão nobre sugestão que o seguidor do marceneiro morto tem a me dar?

    A frase já é em si mesmo criminosamente anti-branca, posto que pressupõe que os brancos não devem colocar em primeiro lugar a sua própria sobrevivência antes da sobrevivência de qualquer outra raça, visa assim negar aos brancos o direito a autopromoção e de poderem dizer em qualquer situação, “Antes eu!”.

    Mas fazer o que, em verdade esta frase, esta forma de pensar, é perfeitamente correta em relação a filosofia do judeu morto, está em perfeita consonância com esta religião semita invasora da Europa.

    Ora bolas, afinal de contas foi ele mesmo quem mandou dar a outra face, e entregar a capa, e tudo, absolutamente tudo que se tem, em detrimento da defesa de sua própria família e portanto raça, de sua gente. Afinal não era ele que disse que não tinha mãe e nem pai, mas sim que a sua família era qualquer um que se ligasse a ele por adesão a idéias? Ou seja, a adesão ideológica sobrepuja a fraternidade sanguínea e familiar, a base ideológica portanto de todos os regimes totalitários que vierem posteriormente.

    Mas o que faço eu aqui a falar isto, que importância tem isto afinal? Os marxistas já aprovaram o aborto no Brasil. Dilma assinou a lei que a autoriza (01-08-2013). E os tais dos católicos, estes tiveram a oportunidade de barrar isto, bastava apenas o seu líder dizer uma só palavra sobre isto na tal a jornada da juventude. Mas ele nada falou, não disse uma só palavra, e mal saiu do país e lá veio a aprovação da lei.

    Mas é assim mesmo, o cristianismo é uma religião moribunda em todo o mundo ocidental, os marxistas igualitaristas, inspirados sem saber por um discurso cristão em si mesmo, pretendem substituir o cristianismo oficial por um cristianismo laico humanista. Mas isto também irá cair, a humanidade irá sim afundar para ser absorvida pela natureza como um fungo, e ao final, sobrará provavelmente apenas os fortes, aqueles que dizem exatamente o contrário da pregação do marceneiro judeu morto, aqueles que dizem “Antes os meus, antes meu sangue ao sangue dos outros.”

    No final vencerá não o primado da igualdade, mas sim da força e da desigualdade das raças. A raça branca vencerá está guerra no final.

    Ave Júpiter! Este sim um dos verdadeiros Deuses do mundo ocidental. Quanto a sua religião, que ela volte para a Judeia de onde não deveria ter saido. E quando pretender dedicar-se a não defesa da raça branca, comece por mudar as imagens que enfeitam seu site, colocando imagens de verdadeiros semitas como o seu Jesus de fato era, não estas imagens de santos de uma alvura da cor do leite. Pare de roubar nossos arquétipos.

    • 3 de agosto de 2013 at 13:09

      Seu texto é um misto de sofismas. Vou respondê-lo depois. Mas por enquanto, uma questão de teodiceia: Júpiter é um deus pagão único ou e um dentre outros???

      Inté, caro senhor educado, polido e tolerante.

  3. Irmã Priscila
    4 de outubro de 2012 at 08:32

    E há quem diga que preconceito racial é coisa do passado. Oferecer um aborto a um preto pobre, por quê? Por que não oferecer ajuda financeira para salvar a criança e ajudar a família? Porque o intuito dos abortistas não é o de ajudar, o de promover toda a pessoa humana, mas, eles pensam que preto e pobre não merecem viver.
    Ontem pela manhã perto do Alcântara uma mulher grávida pulou da passarela para tentar suicídio. Certamente alguém disse para ela que era melhor tirar o bebê, fazer um aborto.

  4. silver account
    30 de setembro de 2012 at 18:45

    Os conselheiros das clínicas de aborto usam termos obscuros como “produto da concepção”, “conteúdo do útero”, “tecido fetal” etc., para referir-se ao bebê. Raramente aconselharão você a continuar com a gravidez, pois para eles o aborto é um negócio, cujo propósito é auferir lucros. Diríamos então que eles estão se aproveitando de seu problema, isto é, explorando-a, para ganhar dinheiro.

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