Carta Aberta ao Papa Bento XVI – Pelo Celibato

Sua Santidade,

Somos famílias católicas brasileiras. Sabemos, com tristeza, o que é viver em um país que defende a separação entre a Igreja e o Estado, mas planeja e intervém na vida de fé de seus cidadãos incessantemente, seja através de leis que tentam limitar a prática do cristianismo, seja por meio de ações de indivíduos, que ignoram a separação entre Igreja e Estado e incitam a intervenção do Governo na Igreja.

Ultimamente, algumas das maiores redes de comunicação do Brasil têm dedicado espaço para veiculação de uma suposta carta, enviada a Sua Santidade, exigindo a abolição do celibato obrigatório aos sacerdotes e demais membros do clero. Essa carta, subscrita por três senhoras italianas e com o apoio de mais 37, pretenderia pressionar o Doce Cristo na Terra, com o argumento de que grande parte do Povo de Deus deseja que seus ministros constituam família. Além disso, argumentam que houve tempo em que o matrimônio era vivido entre membros do clero. A carta ignora todas as fontes da Escritura sobre o celibato sacerdotal “por causa do Reino”, o que denota pouca estima pelo tema e apenas uma aproximação pragmática: a aceitação pública da relação com este ou aquele sacerdote.
Nós, Grupo de Famílias em Cristo e outras famílias brasileiras, soubemos desse pequeno movimento de senhoras italianas e gostaríamos de garantir a Sua Santidade que um número no mínimo igual de cristãos católicos não se incomoda com o celibato dos sacerdotes e, pelo contrário, é a ele favorável. Sabemos que não é o celibato a causa dos indesculpáveis casos de pederastia, visto que esse fenômeno – embora esquecido pela mídia – não ocorre apenas entre sacerdotes mas sobre senhores casados; também entendemos que o motivo principal desta doutrina eclesiástica não é a proteção dos afamados bens materiais da Igreja, bens esses que sempre serviram para o bem do próprio Povo de Deus; alguns desavisados ainda tentam relacionar o pouco número de sacerdotes no mundo a essa doutrina eclesiástica, esquecendo ou ignorando que a crise das vocações abate-se também sobre a Igreja Ortodoxa e a Católica de Rito Oriental, sobre a qual a norma do celibato não é obrigatória.
Enfim, desejamos que Sua Santidade saiba que, apesar de a maioria da imprensa brasileira indicar, há ainda muitos fiéis católicos que amam o Senhor Jesus acima de tudo; guardam com filial carinho as orientações do Servo dos Servos de Deus; e, especialmente, têm os sacerdotes como amigos fiéis e amados. É com respeito filial que solicitamos, em nome dos de um número não pequeno de católicos deste país, que mantenha a disciplina secular do celibato para os sacerdotes de rito ocidental.
Subscrevem a carta, nós, Grupo Famílias em Cristo, além de outros casais católicos, que amam a Jesus, sua Igreja e seus Ministros.
Robson Oliveira

36 comments for “Carta Aberta ao Papa Bento XVI – Pelo Celibato

  1. anamir solange perpetuo
    13 de setembro de 2012 at 00:15

    Com relação ao celibato dos padres eu estou com a igreja católica e o nosso amado Papa, acho até que isso não deveria ser tema de discussão, que tipo de católicos são esses, que nem mesmo conhecem o que diz os evangelhos com relação a ser eunuco pelo Reino de Deus?
    Parece até que são evangélicos que assumiram essa posição simplesmente porque não detem toda a verdade contida na sagrada tradição.
    O que vejo nesse pessoal, não amante da igreja e seus sacramentos, é puro poder, se não posso ser padre e nem estar em evidencia não sirvo para Deus, essa mentalidade esta afetando também mulheres que procuram se igualar aos homens através do poder e querem ser sacerdotisas.
    Não querem sentir que Deus sempre escolheu os humildes, por isso elegeu Maria sua mãe, por sua função divina que o sacerdote sendo homem não tem, cada um foi eleito segundo a preciencia de Deus, e ele não erra.
    Viemos todos para servir e não para agradarmos aos homens sexuais e orgulhosos que buscão poder, porque esses, não vão para aquela igreja fundada por homens que ainda tateiam na verdade? A tão propagada igreja evangélica?
    É tão fácil ver na vida dos santos a opção pelo celibato pelo Reino, e todos não buscaram sua glória, mas somente a humildade e o serviço para o Reino.
    Quantos casamentos estão sendo desfeitos por tentações, as quais os padres não estão fora, somos testados em nossa condição a todo momento, graças a Deus?
    Sejamos pelo menos gratos pelas escolhas de Deus? Amém

  2. Alexandra Renata Ferreira
    15 de junho de 2012 at 13:47

    ACHEI FASCINANTE A CONVERSA DE Albano Pedro de Alcântara Filho COM Robson Oliveira, APRENDO MUITA COISA.
    BEIJOS…ALEX-CLARA.

    • 15 de junho de 2012 at 15:04

      Obrigado pelo elogio, Alexandra!

      Volte sempre e divulgue o conteúdo de todos os blogs do site Humanitatis.

      Fraternalmente,

      Robson.

  3. Albano Pedro de Alcântara Filho
    30 de junho de 2011 at 19:59

    É verdade meu amigo! Desculpe se interpretei mal! Na verdade nós devemos estudar muito a fundo, pois, devemos defender a nossa Igreja com unhas e dentes! Uma abraço!!! Mas o nosso debate não pode acabar por aqui! Um abraço amigo e depois eu tenho que falar mais um pouco! Um abraço!!!

  4. Albano Pedro de Alcântara Filho
    28 de junho de 2011 at 17:14

    Meu caro Robson de Oliveira, ser bom católico é aquele que tem boas intenções em tirar dúvidas ou seja, estudar a fundo de tudo o que há de princípios morais em nossa Igreja, pois nós como católicos temos que ter uma certa clareza quanto á nossa Igreja de quanto é criticada e questionada. Eu não estou sendo contra o celibato, pois sei que o celibato é uma antecipação do reino dos céus aqui na terra, porém, nem todos compreendem isso e muito menos eu, pois, esta questão dos padres casados da ICAR no oriente ainda não está esclarecida, porque eu digo isto? Pode ser que muitos católicos curiosos como eu, estudantes a fundo e até mesmo os mal intencionados que podem questionar o porquê? Não entendo porque você diz(com todo o respeito sem te ofender)que não tenho escrúpulos em fazer este tipo de pergunta para o sacerdote, pois tenho todo o direito de saber, pois, há muitos católicos mal intencionados, e, só assim, poderei responder com segurança a estes que querem denegrir á nossa Igreja. A minha intenção em perguntar é para que os maldosos se ponham no lugar sem ofendê-los.Que fique muito claro eu Albano não sou contra o celibato e sim a favor do CELIBATO OPCIONAL! E quanto se sou casado, sim sou casado graças á Deus e uma vontade enorme de celebrar uma santa missa, porém, tenho que obedecer! Bem… talvez seja até mesmo um mistério de nossa amada Igreja, talvez eu seja mais um Santo Agostinho da vida que, querendo descobrir o mistério da Santíssima Trindade apareceu um anjo! Quem sabe talvez eu possa amadurecer mais tarde! EU AINDA CONTINUO APOIANDO O CELIBATO OPCIONAL DOS PADRES!!!

    • Robson Oliveira
      28 de junho de 2011 at 18:42

      Oi, Albano. Não quis ofender, quando disse “escrúpulos”. Quis dizer que você se sente muito à vontade, muito livre para falar com os sacerdotes sobre esse assunto, só isso. Há pessoas que têm escrúpulos demasiados, escolhem as palavras, os assuntos, como se o sacerdote fosse de outro mundo. Eu sou um pouco como você, pergunto mesmo. Mas muitas vezes erro a mão e constranjo alguns amigos.

      Quanto ao tema de nosso papo, acho mesmo que pastoralmente seria um desastre. Além disso, as razões bíblicas e apostólicas para o celibato dos ministros são abundantes.

      Abração e vamos estudar!

  5. Albano Pedro de Alcântara Filho
    21 de junho de 2011 at 23:05

    Meu caro Robson de Oliveira! Estou gostando de falar com você! Eu como bom católico eu só gostaria de saber uma coisa: Então porque será que no Oriente os sacerdotes católicos apostólicos romanos são casados? Enquanto que no Ocidente não?Espero que entenda que eu não seja contra o celibato , pois já perguntei a vários padres e muitos deles não sabem me falar ou então dizem que lá a cultura é outra? Ora pois, então porque aqui não se faz o mesmo? Eu não estou contestando o celibato, mas, sim, a favor do celibato opcional, assim como fazem os ortodoxos! Pergunto assim por que eu sinto atração pelo altar! Não sei se estou cometendo pecado mortal, mas,eu ainda tenho este desejo de ser padre! Desculpe esta minha indagação persistente, pois, quando me refiro este assunto com alguns padres eles dizem que sou inimigo da Igreja, muito pelo contrário, pois, o verdadeiro inimigo da Igreja é aquele que jura no altar que será fiel a castidade e depois cometem atos irresponsáveis! Sem me dizer que é achismo nós como Igreja podemos pensar um pouco! Um abraço meu caro amigo Robson! Desculpe pelo meu desabafo!!!

    • Robson Oliveira
      22 de junho de 2011 at 16:56

      Olá, Albano! O papo está agradável, é verdade. E rezo que permaneça assim: no campo dos argumentos.

      Diferente do senhor, Albano, não me considero um “bom” católico. Ainda falta muito para conseguir me ver assim. Pelo contrário, sou um péssimo católico. Mas entenda que ser bom ou mau neste caso não influencia na questão que se deve meditar. A questão objetiva, independente do meu estado moral – que ordinariamente é ruim infelizmente – é de saber os motivos pelo celibato dos sacerdotes. O senhor compara a situação do sacerdócio oriental com o ocidental, lembrando que lá é possível que o sacerdócio conviva com o sacramento do matrimônio (apenas nos casos de o candidato ao sacerdócio já seja casado, é bom que se diga!). Algo o senhor talvez não saiba: embora no oriente homens casados possam receber o sacramento da ordem, os seminários de lá atravessam as mesmas questões que os daqui. De outro modo, a crise vocacional que abate a Igreja nada tem a ver com o celibato, pois onde o celibato não é condição, igualmente há carência de candidatos. A crise vocacional é fruto do egoísmo humano, que no nosso momento histórico não respeita nem latitude nem longitude.

      Curioso, senhor Albano, é o fato de os sacerdotes que o senhor perguntou não conseguirem dar respostas sobre o seu próprio estado de vida. Se eles não puderem, muito menos eu poderia. No entanto, eu posso falar do meu estado de vida. Com efeito, não sei se o senhor é casado, senhor Albano, mas eu sou. E sinceramente não consigo conceber o ministério sacerdotal convivendo com as necessidades das famílias ocidentais. Não me imagino tendo, por ordem do superior, que aprontar as malas as pressas para mudar de paróquia, levando mulher e filhos, transferindo-os de escola, mudando a esposa de emprego, terminando namoros e coisas parecidas. Se os padres com que o senhor conversou não sabem por que não podem ser pais, eu sei o porquê não seria bom padre (ou bom pai).

      Quanto ao pecado mortal, fique tranquilo, senhor Albano. Os padres com que conversou saberão dar remédio a esse seu escrúpulo, ainda que não conseguirão saciar sua sede de altar. Mas anime-se, senhor Albano, a nós ainda é possível o Altar dos Céus. Esse não nos é negado, pelo contrário, é-nos exigido pela Palavra: “Sede santos como Vosso Pai do Céu”.

      Pela pergunta, senhor Albano, é claro que não é inimigo da Igreja. Mais inimigo é quem diz uma coisa desejando insinuar outra, para produzir contradição e mal-estar. E se estes sacerdotes, que prometeram fidelidade, não são fiéis, fazer o quê? Não posso me preocupar com cada esposo que não é fiel a sua esposa. Do mesmo modo, não posso ocupar-me dos consagrados que não são fiéis. O que é claro, porém, é que isso nada tem a ver com a doutrina da Igreja. É uma questão pessoal que não se resolve por decreto. Nada garante que sacerdotes casados orientais sejam mais fiéis a seus deveres que os solteiros ocidentais. Pelo contrário, se levarmos em conta dos pastores protestantes do nosso país, veremos que a infidelidade não é vício exclusivo de celibatários.

      Abração e volte sempre!

      EU VOTO PELO CELIBATO DOS PADRES!

  6. Albano Pedro de Alcântara Filho
    13 de junho de 2011 at 22:20

    Meu querido Robson de Oliveira, estou entendendo perfeitamente,também respeito a sua opinião, porém, se prestarmos bem atenção, nós como leigos católicos, fazemos distinção de pessoas, por exemplo: O nosso irmão o Robson de Oliveira irá rezar o terço ou fazer a celebração da palavra!- Preste atenção para a cara do povo(nem todos)a cara de discriminação, pois não seria certo para um sacerdote ordenado? ÓÓÓÓÓ! Logo o Robson? Entendeu meu querido? Quando as pessoas dizem que os sacerdotes não tem tempo? Ora! Deixa que o sacerdote disponível termine ou execute os serviços enquanto resolve os seus problemas! Resumindo: Os próprios leigos não valorizam os seus leigos! Um abraço Robson de Oliveira! Deus te abençoe!!!

    • Robson Oliveira
      14 de junho de 2011 at 14:29

      Não vejo assim, caro Albano. Entendo realmente que há ações que ninguém pode me substituir. Nenhum professor fará o papel do pai e da mãe. Assim como ninguém fará o papel do sacerdote, naquilo que é próprio do sacerdote. Concordo com você quando afirma que o povo inculto é muito clerical: não estudam, não rezam, não fazem nada sem o sacerdote. Todavia, o povo culto é muitíssimo anti-clerical: quer tudo realizar ao largo do sacerdote e da Igreja. Não concordo com os extremos. Se o sacerdócio fosse dispensável, Nosso Senhor não o teria criado e adornado com um sacramento específico.

      Abração e até a próxima!

  7. Albano Pedro de Alcântara Filho
    6 de junho de 2011 at 22:22

    Na minha opinião a Igreja deveria rever a possibilidade de um Pai de família celebrar uma santa missa! Pois, existem muitos pais de família de santidade infinita e que, por que não podem testemunhar a vida conjugal em uma Santa Missa! Bem… é minha opinião!!!

    • Robson Oliveira
      7 de junho de 2011 at 15:46

      Olá, Albano! Sua opinião é respeitada, mas há outras opiniões contrárias.

      Objetivamente, porém, sobre a possibilidade de o sacramento da ordem ser ministrado não só aos dedicados à castidade, há mais que opiniões. A Igreja Católica, a Igreja fundada por Jesus Cristo, já definiu a disciplina para o ocidente a este respeito. Os motivos são muitos, mas os principais são de ordem bíblica e pastoral. Mas o importante é o seguinte: não é que os que se dão ao matrimônio sejam menos santos que os castos. Não se trata de virtudes subjetivas ou algo parecido. Dentre os 12 primeiros havia pelo menos um homicida, 2 carreiristas e 11 covardes. Mesmo assim, a eles foi dada a graça de serem sacerdotes da Nova Aliança.

      Albano, o catolicismo não se move por opiniões ou correntes teológicas. Movendo inclusive por meio destes instrumentos está Deus Espírito Santo. Portanto, esses escolhas – mesmo que não dogmáticas – refletem, sim, algo desejado por Deus, ainda que não se compreenda totalmente neste momento.

  8. JUCA
    16 de fevereiro de 2011 at 17:21

    MEU DEUS, SERÁ QUE VIVO EM OUTRO PLANETA? SOU PADRE CELIBATÁRIO E PROCURO DAR TESTEMUNHO MEDIANTE A OPÇÃO QUE FIZ, NO ENTANTO É DEMASIADAMENTE GRANDE O NÚMERO DE CATÓLICOS SÉRIOS QUE SEMPRE SE MANIFESTAM CONTRA O CELIBATO. SERÁ QUE ELES NAO TEM ACESSO A INTERNET PARA POSTAR AQUI SEUS COMENTÁRIOS, VISTO QUE SÓ VEJO COMENTÁRIOS A FAVOR DO CELIBATO….LIBERDADE DE EXPRESSAO JÁ

    • Robson Oliveira
      16 de fevereiro de 2011 at 18:02

      Neste blog não há censura, Pe. Juca, a não ser quando se falta com o respeito a alguém. Aqui sempre houve e sempre haverá respeito à liberdade de expressão.

      Até mais!

  9. Luciana Esteves Neves Hilario
    21 de junho de 2010 at 18:16

    Amigo Robson, eu e seu xará, a família Hilário, também assinam embaixo dessa carta. Concordamos com o manifesto.
    Abraços,
    Lu e Robson

  10. Maurício
    9 de junho de 2010 at 12:44

    Enfim, apenas que o celibato não é uma premissa para aqueles que têm vocação para tal formação já que a própria vocação, digamos assim, é uma predestinação natural. Deduzindo, então o celibato não teria relação nenhuma com a vocação fosse ela religiosa, profissional ou qualquer outra. Chiara Lubck fundadora do movimento dos folcolares não se tornou freira, mas optou por servir a Deus inclusive com a adoção do Celibato sem nenhuma exigência institucional.
    Independentemente de minhas limitações, entendo que temas como esse necessitam sem dúvida de recursos do âmbito filosófico-teológicos para se alcançar certa coerência. Mesmo assim, continuo pensando que sempre subsistirá uma imprecisão no resultado final seja este favorável ao sim ou ao não.

  11. Fabio
    8 de junho de 2010 at 20:05

    Prezado Prof Dr. Robson.
    Realmente, entender este amor AGAPE que motivou um jovem ou uma jovem a se doarem inteiramente para a construção do REINO, NAO é tarefa fácil. Ainda mais quando nos alimentamos sem perceber da ditadura do relativismo que de forma sutil com as diversas meias verdades noticiadas durante todo o dia pelos meios de comunicação. Eu apoio que a maioria deva prevalecer, logo muito me estranha ter tal carta a dimensão que esta tendo. Creio que se fosse o caso deveria ser feito um plebiscito com quem vive, ou seja, com os religiosos. Por que não se pergunta a eles que vivem em sua INFINITA maioria a alegria de se doar pelo irmão?
    Paz e bem

    • Robson Oliveira
      8 de junho de 2010 at 21:47

      Caríssimo amigo,

      é a doação o ponto. A crise vocacional se estende de um extremo a outro da Igreja não é por causa do celibato. Afinal, entre os Ortodoxos e a Igreja de Rito Bizantino o celibato é opcional e os seminários não estão mais cheios que os do ocidente. O problema é que nosso tempo não compreende o sentido da entrega de si em favor do outro sem qualquer interesse. Por isso o matrimônio cristão é incompreensível para alguns: o doar-se ao outro é inconcebível.

  12. Maurício
    7 de junho de 2010 at 17:01

    Realmente não é uma questão simples, talvez tenha que amadurecer meu pensamento um pouco mais.
    Eu não vejo nenhum problema em um padre fazer opção pelo celibato como não vejo nada de mais em outro que não venha a optar por tal.
    Acho que a grandeza e a dedicação de um ser humano ao que faz estão muito acima de detalhes como esse.

    • Robson Oliveira
      7 de junho de 2010 at 19:22

      O problema, Maurício, é que o candidato ao sacerdote, que peça admissão na Igreja Católica Apostólica Romana, sabe que dele é exigido o celibato. Se ele não se sente pronto, mas mesmo assim pensa que pode ser um ministro útil à Igreja, que ele peça admissão na Igreja Católica de Rito Bizantino, onde os ministros podem casar-se. Não é razoável??

      Abração!

  13. 6 de junho de 2010 at 20:03

    Eu apóio o celibato!
    Que Deus Pai abençoe e nos guarde, nos conserve e ilumine
    Amém!

  14. Frederico Fontes
    6 de junho de 2010 at 19:05

    Eu e minha família também apoiamos a carta acima. Pode contar conosco.

  15. Pe. Berardo Graz
    5 de junho de 2010 at 15:49

    É uma alegria viver o celibato sacerdotal por causa do Reino de Deus, como é uma alegria vivera a fidelidade conjugal, apesar de todas as dificuldades que sempre acompanham estes dois estados de vida cristã. Ambos são dom do Espírito, que desde Pentecostes anima e mantém a Igreja fiel a Jesus Cristo, no caminho da cruz e da Ressurreição, impulsionando-a para a missão da salvação do mundo, segundo o plano de amor do Pai.
    pe. Berardo

  16. Carlos Alberto Soares
    5 de junho de 2010 at 13:11

    Esta é a prova que a Igreja fundada por Jesus incomoda até hoje a muitos e até alguns que frequentam a propria Igreja, não aceitando o que a Igreja ensina, que é para o nossa salvação o bem maior de todo ser humano. Peço que o Espírito Santo toque o coração dessas mulheres
    e também de nossos sacerdotes que o seu SIM, seja um casamento perfeito com Deus, se torne eunuco para glória de Deus, e agindo assim possam apascentar as suas ovelhas. O celibato incomoda a todos que não aceitam Jesus o mesmo de ontem,hoje e sempre.

  17. 4 de junho de 2010 at 17:19

    Reso por estas pessoas que pedem o fim do celibato pois estam contra a igreja.Explico,não se pode servir a dois senhores,ou se dedica a familia com auxilio de Deus ou se e sacerdote para servir a Deus em prol da comunidede.segundo ponto,aquele que é catolico apostolico,recebe e acata as diretrizes do PAPA.Se não concordar reze para que o ESPIRITO SANTO envie sua sabedoria e mude o que o seu representante na terra sua deretriz.

  18. Dayana
    4 de junho de 2010 at 17:11

    . O sacerdote deve ficar livre dos pesados encargos de manter uma família, educar filhos, trabalhar para manter o lar; podendo assim dedicar-se totalmente ao Reino de Deus.Assim, o celibato é um sinal claro da verdadeira vocação sacerdotal.

  19. Zaíra Vargas
    4 de junho de 2010 at 16:45

    Admiro todos que se fazem eunucos pelo Reino de Deus.
    Rezo para que não caiam em tentação.

  20. mthereza
    4 de junho de 2010 at 16:26

    Talvez eu seja “crucificada”, mas, pelo que entendi das matérias que li nos jornais, a carta foi escrita e assinada por mulheres companheiras de padres “celibatários”, que são pais dos seus filhos. E como temos exemplos deles por aqui, também!
    Esses são fatos que nos atropelam todos os dias, situações que vivemos, sentimentos que nos assolam. Escrever sobre eles é uma maneira de registro e ajuda para a compreensão das coisas que formam essa sucessão de acontecimentos e sensações a que chamamos vida — vida permeada por mentiras e hipocrisias que precisam ser expostas e tratadas como um câncer metastático. Como você mesmo disse, são esses os homens que há dois mil anos tentam denegrir e acabar com o cristianismo.

    • Robson Oliveira
      4 de junho de 2010 at 17:40

      Oi Thereza.

      Você não vai ser crucificada aqui. Nem posso crucificar tais mulheres, afinal, se você me conhece, sabe que sou pior do que todos esses citados.

      O que essa carta e esse grupo de pessoas deseja mostrar é que há mais de 40 pessoas – e mais que 3 assinantes – que compreendem o que se pede ao sacerdote com o seu celibato. Não sei se há tantos casos de sacerdotes com casos como você deixa entender no seu comentário, mas é urgentemente que berremos sobre os telhados que há outros tantos sacerdotes fiéis a seu ministério, que amam seus irmãos leigos com amor filial e puro, sem intenções excusas; é urgente gritar para a imprensa que somos muitos, e temos opinião.

      Thereza, gostaria muito de contar com sua anuência nessa carta. Saiba que jamais quisemos diminuir a dor dessas senhoras. Só não podemos deixar que um movimento de 3 pessoas ganhe o tamanho que tomou sem que façamos nada.

      Abração!

      Non Nise Te!

  21. Fabiano
    4 de junho de 2010 at 13:41

    Bom, se é só deixar o comentário, então anota aí o meu nome também.

  22. 4 de junho de 2010 at 12:53

    Eu apóio o celibato!

    Que Nossa Senhora proteja os sacerdotes!

    A Paz!

  23. Thais
    4 de junho de 2010 at 10:15

    Essa carta já foi enviada? Como seria possível deixar asinatura?
    Thais dos Santos Domingues

    • Robson Oliveira
      4 de junho de 2010 at 12:38

      Deixe seu comentário aqui nesse blog, Thais, especificando que está de acordo com o seu conteúdo e que apoia os sacerdotes que buscam ser fiéis ao celibato por causa do Reino de Deus.

  24. Priscila Paço
    4 de junho de 2010 at 09:44

    Queremos fazer parte deste número no mínimo igual ao da carta veiculada pela imprensa brasileira. Queremos nos juntar a todas as outras famílias católicas que acreditam no celibato sacerdotal e já experimentaram de alguma forma o bem que este ministério concedido aos homens vocacionados pode proporcionar seja pela administração dos sacramentos, seja pela palavra amiga.
    Amigos sacerdotes, sabemos dos ataques que vêm sofrendo, mas nao estão sós, sofremos convosco.
    Helder e Priscila

  25. Carmen
    4 de junho de 2010 at 07:45

    Ja havia lido a carta e achei um absurdo. Nós que convivemos em comunidades paroquiais, sabemos que isso não é verdade. O celibato é uma das condições para se ser um sacerdote, servir unica e exclusivamente a Igreja, que passa a ser sua esposa.
    No Seminário eles aprendem isso e nunca são enganados. O Papa não pode ser pressionado para mudar algo, que é tão essencial ao sacerdócio.
    Rezemos para que o Espírito Santo continue soprando aonde quer e que proteja a integriadade do nosso Papa Bento XVI.

  26. Robson Oliveira
    3 de junho de 2010 at 21:45

    Nossa família apoia essa iniciativa e quer fazer conhecer ao Santo Padre que o celibato sacerdotal é compreendido e amado por outros leigos.

    Robson, Márcia, Mariana e Guilherme.

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