O genocídio dos negros norte-americanos

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Em Nova York, uma propaganda de um grupo pró-vida vem causando desconforto, para dizer o mínimo, entre abortistas e assemelhados daquela cidade.

O cartaz, exposto na região do SoHo, um reduto de artistas e gente prafrentex, é o que está aí ao lado. O pessoal do SoHo, que não vê nada de mais em obras como “Piss Christ”, está esperneando por causa do cartaz, que só diz uma verdade que vai sendo cada vez mais por todos conhecida: a população negra norte-americana é a que mais está sendo dizimada pelo aborto.

Também pudera, a feminista Margaret Sanger, uma das fundadoras da Planned Parenthood, a maior cadeia de matadouros de criancinhas dos EUA, ficou conhecida por seu apoio às práticas eugênicas e por ligações com grupos racistas. Ligação tão forte que a senhora Sanger foi convidada a discursar em um comício da Klu Klux Klan, aqueles palhaços racistas que gostam de se esconder sob capuzes.

Mas o que incomoda mesmo os dândis do Soho é que o cartaz traga verdades. Apesar de os negros serem 13% da população norte-americana, 1/3 dos abortos daquele país são feitos entre as pessoas desta raça. No geral, na cidade de Nova York, 6 de cada 10 gravidezes de mulheres negras norte-americanas terminam em abortos provocados.

A Planned Parenthood, provavelmente honrando o nome de sua fundadora, prefere abrir seus matadouros exatamente em locais de população de baixa renda e junto à minorias raciais. A oportunidade é tudo em certos negócios, não?

Por tudo isto, o que vai no cartaz é a mais pura verdade. Os esquerdistas de lá podem espernear, bater o pezinho e tirar as calças pela cabeça que isto não mudará a realidade que eles tentam esconder: para um negro norte-americano é realmente o útero o lugar mais perigoso por lá. Em Nova York, de cada 10, apenas 4 saem com vida.

Fonte: Contra o Aborto

Robson Oliveira

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