Perseguição Cristofóbica na UE

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Imaginem se, diante das imagens reiteradamente divulgadas pelas grandes mídias de comunicação, alguém dissesse que aqueles jovens agredidos na na Avenida Paulista (SP) com lâmpadas e pontapés, em 2010, não sofreram perseguição homofóbica? Imaginem se alguém sustentasse que a violência acontecida se enquadra não é diferente de uma briga de trânsito ou de um conflito entre ladrões? Seria um absurdo que deveria que, duvido, seria esquecido pelos meios de comunicação. Pois os meios de comunicação nada falam contra a tentativa de nivelar os assassinatos dos mártires cristãos na Europa e no Oriente pela União Europeia.

Em novo documento contra a violência na Europa, não se fala nada sobre a religião das vítimas perseguidas na antiga União Soviética, nos outros países comunistas e na investida do ultra-fundamentalismo islâmico. Andrea Morigi afirma que a UE pretende omitir que a morte de muitos cidadãos nos últimos anos se deveu em grande parte por causa da fé desses homens e mulheres.

O sociológo Massimo Introvigne traz um dado importante para que se reflita com justiça sobre as mortes e atentados pelos quais sofreram milhares de cidadãos nos últimos decênios:

Três quartos dos casos de perseguição religiosa no mundo dizem respeito aos cristãos, mas poucos o sabem.

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Ora, se os fatos não podem ser ignorados, a agressão feita aos meninos de São Paulo não podem deixar de ser uma atitude recriminável, além de ser motivada por preconceitos homofóbicos. Mas o que seria um atentado a cristãos dentro de uma Igreja, durante os serviços litúrgicos (foto ao lado)? Se essa não é discriminação cristofóbica, aquela também não é homofóbica.

Os cristãos têm princípios muito fortes, mas não discriminam ninguém, por que amam. Os ateus não possuem princípios seguros e são muito flexíveis, mas discriminam sim, pois não amam ninguém.

2 comments for “Perseguição Cristofóbica na UE

  1. herbert burns
    1 de fevereiro de 2011 at 23:14

    A falta deliberada da informação já é uma perseguição! Esta atitude da União Européia de negar a sua história, quase não é divulgada pela mídia. Mas eles trabalham e divulgam e difundem suas idéias. Parece que já chegou ao Brasil. Só falta agora um movimento similar ao iconoclasta, para apagar a memória dos mártires! É preciso e é urgente fazer algo, porque se se deixar pelas mentes bigbrotheranas…

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