Vacinação de HPV – Atualização

Há mais ou menos um ano, divulgamos estudos sobre a vacina Gardasil, contra o HPV (Papiloma Vírus Humano), que recomendavam cautela à exposição ao produto da fabricante multinacional Merck Sharp & Dohm. Uma das responsáveis da pesquisa da vacina em seus estágios 2 e 3, a Dra. Diane Harper, chegou a alertar que as famílias deveriam saber que houve mortes relacionadas ao produto em seus estágios de teste (vejam mais dessa discussão aqui – Vacinação Transparente). Alguns visitantates simplesmente ignoraram a informação de que a vacina não imuniza nada, que depois de 6 anos todas as vacinadas estarão expostas as HPV, e que mesmo dentro do prazo de validade do produto, todas as adolescentes deverão fazer o exame de papanicolau de rotina, igual àquelas que não tomaram a vacina. Alguns visitantes vieram mininorar os efeitos colaterais da vacina dizendo que não havia nada de muito grave em ter uma dor de cabeçazinha ou um desmaio de nada depois da vacina. Então vamos atualizar o debate com algumas informações sobre os efeitos colaterais no Brasil:

  1. Pelotas – RS suspende vacinação de HPV. Após 6 meninas terem convulsões depois de tomar o produto, a vacinação foi suspensa. “O Ministério da Saúde considera as reações “graves” porque não há descrição na literatura médica de convulsões como efeitos colaterais após a aplicação da vacina anti-HPV”.
  2. Duas jovens de Bertioga – SP podem ficar paraplégicas. Dez (10) adolescentes manifestaram efeitos colaterais depois de receberem a vacina, na cidade paulista. Luana Alves Barros e Mariana Freitas de Lima, de 12 e 13 anos, ficaram com as pernas paralisadas. “Segundo a diarista Fabíola Freitas de Lima, mãe de Mariana, as médicas não descartaram a hipótese das meninas ficarem paraplégicas. ‘A médica foi bem clara com a gente. Elas correm o risco de ficarem parapéglicas. O problema não pode passar da cintura para cima’ “.
  3. Menina pode ficar paraplégica. Natália Barbosa, 13 anos, pode ficar paraplégica. Ela tomou a vacina Gardasil contra o HPV em Bertioga e também ficou paralisada da cintura para baixo.
  4. Menina pode ficar cega. Segundo a mãe, Dona Angela, a pequena Isadora, 12 anos, ficou cega após tomar a vacina Gardasil, que o Brasil está impondo às crianças. Aqui o vídeo:
  5. Menina de Uberlândia desenvolveu sequelas definitivas após vacina. O Ministério Público Federal (MPF) pediu a suspensão da vacinação contra HPV após adolescente de Uberlândia desenvolver sequelas definitivas após se submeter ao produto Gardasil: “O MPF mineiro afirma ter ouvido um neurocirurgião da cidade de Uberlândia que relatou a ocorrência, em pacientes que haviam tomado a vacina contra o HPV, de quadros clínicos neurológicos, como esclerose múltipla, neuromielite ótica, mielites, paraplegias, tumor de medula espinhal, lesões oculares, déficit visual, déficit de memória e aprendizado, pseudotumor cerebral e trombose venosa cerebral”.

Esses são apenas uns poucos relatos de problemas relacionados à vacinação promovida pelo Governo do Brasil. Alguns médicos têm tido a coragem de levantar-se contra essa vacinação abusiva, desnecessária e perigosa. O Jornal da USP divulgou matéria em que revela resistências ao produto Gardasil entre profissionais da saúde: “Segundo o médico Rodrigo Lima, membro da Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade, a adoção da vacina como política pública é precipitada“.

Outros países já proibiram o produto, para defender suas cidadãs: Japão proibiu a vacinação e na França a  família de Marie-Ocean está processando a empresa fabricante da vacina, após ter paralisia facial, dificuldade motora e perda temporária da visão.

Mantenho minha opinião de pesquisador, a vacina Gardasil é ineficaz e eventualmente perigosa para quem a receber. E como pai, minha filha não receberá essa vacina. E minha sugestão para todas as famílias brasileiras é que não permitam que suas filhas se submetam a um risco desnecessário.

Ao poder público, por que não averiguar por que a vacina comprada pelo Ministério da Saúde custou tão caro? Quem foi o responsável pela compra e sobre quais bases? Afinal, foi o nosso rico imposto que financiou todo esse monte de vacina.

4 comments for “Vacinação de HPV – Atualização

  1. 8 de Janeiro de 2016 at 19:18

    Olá, Marcos. Você é um doce, viu.

    Não sei de onde você tirou que não estou informado. A menina cega do Ceará não lhe convenceu de que estou bem informado? E as garotas de Bertioga, que ficaram sem movimentos da cintura pra baixo? E a Natália, também de Bertioga, que ficou sem movimentos nos membros inferiores? Sou eu que estou mal informado? E o caso de Uberlândia, que incentivou o MPF a suspender a vacinação no país? O MPF também está mal informado?

    Diferente de você, não vou dizer que está mal-intencionado. Vou dar mais informações para você sair da ignorância em que está:

    1. Você sabia que há médicos que receberam até 4.500 dólares para receitar e incentivar o uso do produto? Sugiro que leia esse texto para sair da ignorância: http://humanitatis.net/blogs/nonnisete/mentiras-sobre-a-vacinacao-contra-hpv

    2. Você pode achar que a indústria médica é boazinha e que nunca fariam mal a ninguém. Sugiro que leia esse texto: http://humanitatis.net/blogs/nonnisete/historia-scientiae-magistra-est e conheça a Talidomina. Saia da ignorância, meu docinho.

    3. Segundo o INCA, o câncer é um desfecho raro nos casos de HPV. Leia esse texto para comprovar o que digo: http://humanitatis.net/blogs/nonnisete/vacinacao-transparente. Saia da ignorância, meu amigo.

    Vou ficar por aqui, viu Marcos. Espero ter convencido você que não estou mal informado. Agora falta você me dar as fontes de sua pesquisa. Usar a OMS, órgão político, defensor inclusive do aborto (http://www.tsf.pt/vida/interior/oms-regista-aumento-dos-casos-de-abortos-clandestinos-2250707.html), como fonte confiável de assuntos médicos chega a ser risível.

    Ah, e para não imaginar que foram poucos os casos de problemas com a vacina, dê uma olhada nesse link: http://humanitatis.net/blogs/nonnisete/noticias-sobre-a-vacinacao-com-gardasil

    Bem, é isso, Marcos. Agora é sua vez de dar as fontes de sua pesquisa. Estou ansioso!

    PS. Sobre o que faço com minha energia, vai cuidar da sua vida, docinho de coco.

    • Alexandre Spitz
      5 de Fevereiro de 2016 at 00:23

      Show professor!
      Respeito o comentário do Marcos, mas também acho que hoje não há um controle / fiscalização, muito menos divulgação sobre os efeitos “colaterais” causados por estas vacinas. Sou da época daquelas “pistolas” de vacinação, que também não tínhamos informações sobre a eficácia. Porém, naquela época, acredito que havia mais controle.
      As vezes sou questionado em relação a veracidade de assuntos que nos são apresentados, principalmente pela mídia, onde a principio seriam inquestionáveis, a minha resposta é: “Hoje em dia, não duvido de nada…”.
      Quando vejo uma reportagem, como acabo de ver (04/02/2016), sobre o Brasil não repassar para outros países, amostras do “Zika Virus”, para criação de vacinas/soros, por causa de interesses financeiros, ou até mesmo interesses pessoais, de pessoas que querem ter méritos por causa “destas descobertas”, onde a vida humana fica literalmente deixada de lado, o que dizer???
      Bem, este assunto é longo… Oremos…
      PAX!!!

      • 5 de Fevereiro de 2016 at 15:14

        Então, Alexandre.

        Respeito o Marcos, não a opinião dele. Ele divulgou mentiras aqui. Quem conhece a história do medicamento do século XX sabe que é uma das fases mais vergonhosas da humanidade. Talidomida é só um caso famosíssimo em que a indústria farmacêutica vendeu produtos conhecidamente maus para as pessoas. Nos EUA, usaram negros de uma cidade para testar um remédio contra sífilis. Inocularam pessoas de depois testaram os remédios em algus. Os outros foram condenados a morte. E isso tudo é conhecido, Alexandre.

        Por essa razão, minha filha não vai tomar a Gardasil.

        Abração e obrigado pela colaboração.

  2. Marcos Roberto do Nascimento Camargo
    8 de Janeiro de 2016 at 12:40

    Robson, procure se informar melhor! Ou você é mal intencionado, ou ignora os dados médicos de Organização mundial de saúde, agências regulatórias de mais de 130 países e a recomendação MÉDICA sobre esse tema. Deveria procurar estudar o tema antes de promover esse tipo de ideia tão pobre e que atrapalha as políticas públicas de saúde… leia por favor PELO MENOS esse texto aqui…
    sbp.com.br/src/uploads/2015/09/carta-aberta-a-populacao-ASSINADA-campanha-cancer .pdf
    A determinação pessoal em prol de temas que prejudicam as pessoas é perigosa. Use sua energia para coisas melhores!

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