A menina, o banheiro e o marmanjo gay

Uma menina de dez anos entra no banheiro feminino de uma pizzaria e se assusta. Ela volta para sua mãe e cochicha: “Tem um homem lá dentro do banheiro! Ele tá vestido de mulher!”
A mãe não tem dúvida: numa reação natural que qualquer outra mãe teria, reclama para o dono da pizzaria.
O dono, em atenção à mãe e à segurança dela e sua filha, pediu, quase que implorando, para que o homem vestido de mulher não voltasse mais ao banheiro feminino.
Toda a humilhação e imploração do dono de nada valeram. O caso chegou à Secretaria da Justiça do Estado de São Paulo, que telefonou — não para a mãe e sua filha —, mas para o homossexual, de nome Laerte Coutinho, dizendo que a pizzaria violou a lei estadual 10.948/2001, sobre discriminação por orientação sexual ou identidade de gênero. A pizzaria será multada e ameaçada por forças governamentais a serviço e seviciadas pelo movimento gay. Laerte está determinado a exigir essa truculência estatal contra a pizzaria, como lição para todas as meninas do Brasil que encontrarem um gay no banheiro das mulheres.
 

Homossexual Laerte Coutinho exige “direito” de estar em banheiros femininos com meninas de 10 anos

A Secretaria da Justiça não se incomodou em telefonar para a menina de 10 anos, nem para sua mãe, talvez porque o marmanjo gay seja funcionário do notório jornal esquerdista Folha de S. Paulo, que já foi denunciado por defender descaradamente o assassinato de crianças em gestação.

 

O caso expõe nitidamente a hipocrisia do governo e da imprensa esquerdista. Na polêmica lei da palmada, os dois atacaram os pais e sua autoridade, alegando que os interesses das crianças devem estar acima de tudo. Mas quando um homossexual entra no cenário, o holofote fica só para ele, e a pobre criança é atirada para um cantinho escuro.
Se a menina tivesse ligado para a Secretaria de Justiça denunciando que sua mãe lhe deu umas palmadas, a resposta governamental teria vindo imediatamente para punir a mãe.
Mas se a menina tivesse denunciado, “Tem um homem vestido de mulher no banheiro!”, a resposta governamental nunca viria para punir o sem-vergonha. Viria, isso sim, para ameaçar o dono do estabelecimento, a mãe da criança (por ter ensinado “homofobia” para a menina) e para dar uma bronca na menina por deixar sua mãe lhe ensinar “preconceito, discriminação e ódio”.
O governo e a mídia incitam crianças a denunciar os pais, que são os maiores protetores de seus filhos.
Mas o governo e a mídia nunca incitam crianças a denunciar predadores homossexuais. Tudo indica que, na visão governamental e midiática, pais são muito mais perigosos do que esses predadores.
Folha de S. Paulo, que está gritando histericamente em favor de seu funcionário homossexual, calou-se para o fato de que uma menina estava envolvida. Nenhum jornalista nem autoridade governamental e muito menos um membro do Conselho Tutelar apareceu para dizer: “Ei, temos de colocar a menina antes do homossexual!” É uma vergonha colossal que o Estado de São Paulo sob o PSDB e a Folha de S. Paulo estejam colocando o homossexual na frente da menina.
Poderia haver perigo com a presença de um homossexual num banheiro feminino com uma menina por perto? Homens homossexuais também ameaçam meninas. Apesar de seu padrão politicamente correto, até mesmo a Globo não deixou de noticiar o caso de dois pais-de-santo homossexuais que estupraram uma menina de 9 anos.
Qualquer caso de uma menina na presença de um homem no banheiro feminino é suficiente para despertar justa indignação em qualquer pessoa normal, especialmente nos pais. Tal indignação só aumenta diante da injustiça de uma imprensa e até governo que tratam com descaso uma menina e sua mãe a fim de prestigiar um marmanjo homossexual.
Casos como esse só tendem a inflamar e incitar a violência contra os homossexuais, porque embora a imprensa e até o governo coloquem homossexuais na frente de uma menina e sua mãe, as pessoas normais sempre defenderão uma menina ameaçada pela presença de marmanjos em banheiros femininos.
Se até nos banheiros masculinos os homens estão enfrentando problemas provocados por homossexuais, por que estender agora essa insegurança aos banheiros das mulheres?
Cada vez mais, de forma descarada, shopping centers e outros lugares estão sendo usados como pontos de prostituição gay — bem nos banheiros masculinos. E, talvez por temor da obsessão anti-“homofobia, os homens olhem e ignorem. Já presenciei homossexuais que, dentro do banheiro do shopping, ficam ali como canibais do sexo anal, olhando cada homem que entra, esperando uma oportunidade de sexo.
A lei 10.948/2001, que está sendo usada para garantir que o marmanjo gay tenha acesso aos banheiros femininos, é uma insanidade do PSDB. Embora o PLC 122 não tenha sido aprovado como lei federal, o governo estadual do PSDB aprovou uma lei anti-“homofobia” no Estado de São Paulo em 2001. A lei foi criada em resposta à reivindicação de dois homossexuais que estavam se beijando em público e se queixaram de pessoas próximas que se sentiram ofendidas. A lei do PSDB foi criada especificamente para proteger o erotismo homossexual em público.
Como resultado direto dessa lei:
Homossexuais dançaram de calcinha na Assembleia Legislativa de São Paulo em 2007, sem nenhum impedimento.
* Um pastor foi preso no centro de São Paulo, após pregar contra as práticas homossexuais.
* O Estado de São Paulo lidera o ranking de incitação de denúncias por “homofobia”.
* Um bêbado foi multado em quase 15 mil reais por chamar um homossexual de “veado”.
* Uma  igreja evangélica teve seus outodoors com versículos bíblicos violentamente removidos pela “justiça” de São Paulo.
Todas essas consequências vieram de uma lei específica para beneficiar dois gays que queriam a liberdade de se beijar em público, na frente de adultos e crianças.
Que tipo de lei farão agora para atender ao marmanjo gay que exige estar com meninas e suas mães nos banheiros femininos?
Enquanto isso, o que uma mãe deverá dizer à sua filha de 10 anos que testemunhar um marmanjo gay no banheiro feminino? Ficar em silêncio para não ofender o marmanjo?

Comentário: A história toda você não lerá nos jornais nem verá nas televisões. O Bom Dia Brasil, da Globo, não citou o fato de uma criança assustar-se com a visão infernal de um homem velho vestido de mulher. O repórter Rodrigo Alvarez esqueceu (sic!!) de citar que uma criança foi quem escandalizou-se com um velho olhando para ela, uma menina de 10 anos, no banheiro. Será que a saudável metodologia de ouvir os dois lados da história está caindo em desuso na Globo??

Robson Oliveira

24 comments for “A menina, o banheiro e o marmanjo gay

  1. AMARO HELIO
    30 de novembro de 2012 at 17:16

    Enfim! pelo dito e não dito, ainda não entendi direito o que os senhores aderem ou concordam. Gays podem ou nao frequentar os banheiros de mulheres? Gostei da Opinião da Elizabeth que foi clara e objetiva e demonstrou o seu querer.
    Elizabeth, foi clara: “reconhecimento e respeito as escolhas”. Isso não quer dizer que acha certo. Mas no meu modesto entender, acho que o preconceito vem deles mesmo. Pois o que vejo é que o seu Laert quer ser mulher e não homosexual. Quero saber primeiro que ele pretente e quer ser.

    • 13 de novembro de 2012 at 05:50

      “Direito dos senhores não gostarem de gays”??? De onde a senhora tirou isso? Não se trata de gostar ou não de gays, trata-se de um abuso constitucional. O fato do senhor Laerte ser conhecido lhe confere poderes ultra-constitucionais? Eu não respeito esse tipo de atitude contra-constitucional.
      Ah, e respeito mesmo é a sensibilidade da mãe e da criança, que o senhor Laerte estava processando, juntamente com o restaurante.

  2. Elizabeth Ferreira Dias
    13 de setembro de 2012 at 00:35

    A gente roda, roda, roda e cai na mesma questão: politicamente correto. Se homossexuais querem ter os mesmos direitos (e como cidadãos, não os tem?) e serem inseridos na sociedade (e não fazem parte dela?), nada melhor do que criar o banheiro deles – reconhecimento, aceitação e respeito a esta opção. E respeito ao meu direito (ah! também quero!) de ter meu banheiro feminino. Também tenho orgulho de ser o que sou: mulher. Quero o meu lugar ao sol!

  3. anamir solange perpetuo
    12 de setembro de 2012 at 21:46

    Que texto fantástico, finalmente podemos falar desse assunto, hoje em dia todo mundo tem medo, está pior que na época da repressão que eu vivi.
    Não se pode falar nem demonstrar o asco que a sociedade está sentindo no trato com esses marmanjos nojentos e demoniâcos gays.
    Muito se falou da tortura na repessão, do AI5 (liberdades cerceada),agora a tortura é pública, moral e social, e em toda parte o mundo.
    Deus quando, se vai ter uma sociedade sadia?
    Estão brincando com nossas crianças, futuro de nossa pátria e do mundo, onde esta a velha nossão moral apliicada em casa?
    Estamos amordaçados, não podendo falar desses abusos, porque infelizmente temos artistas, que deveriam estar a serviço do reino de Deus, porque forão escolhidos e agraciados com dons maravilhosos, hoje se colocam nitidamente trabalhando em prol do inferno.
    Dominam todas as mídias e principalmente a TV e a internet.
    Venho tentando a muito tempo escrever até mesmo para programas religiosos da GLOBO (falar sobre esse mal que está nos ameaçando, e também a nossos jovens),mesmo tentando não consigo nenhuma resposta(silêncio).
    Na minha época o silencio se dava ao falar de comunismo, marxismo e outros ismos ligados a política e ao bem comum , agora o silencio impera em questões morais.
    Os artistas estão se destruindo e querem levar nossos jovens e crianças com eles, a família que Deus sonhou, não tem isso.
    Socorro Senhor Jesus, salva nossos filhos de tais doenças morais.(sexo doentio, homosexualismo, troca de casais,ganância,sede de poder, drogas,jogos, alcool, prostituição .adultério, abandono, famílias gays .artistas donos da verdade e marmanjos gays em banheiros, tanto femininos como masculinos)
    O que é mais triste, o texto está ótimo, os comentários exelentes, mais nehuma “fruta estragada”, (gays, artistas e outros demônics), não estão nem aí para ler.
    Precisamos nos unir e acabar com esse mal.
    Com Deus esse mundo ainda tem jeito até mesmo para os gays.

    • André Mello
      15 de dezembro de 2012 at 21:20

      Para sua informação, cada um deve viver do jeito que achar melhor, desde que não prejudique outras pessoas.
      Os males do mundo são as pessoas que nem VOCÊ que chamam homossexuais de doentes ou demônios, e ainda enchem a boca para falar com orgulho que são pessoas NORMAIS… O normal é cada um ficar na sua, e não ficar gritando por aí que gays e artistas são frutos estragados… E só haverá uma sociedade sadia no mundo quando não existirem mais PESSOAS INTOLERANTES QUE ACHAM QUE O MUNDO É SEU, E QUE FALAM EM NOME DE DEUS PARA AGIR EM BENEFÍCIO PRÓPRIO!!!!

      • 17 de dezembro de 2012 at 11:39

        Uai, quer dizer que eu posso viver como eu quiser, sem prejudicar ninguém?? É isso? Mas essa lei vale para todo mundo ou só para os gays como o senhor Laerte? Por que ele não quer respeitar a lei e quer continuar ofendendo outra pessoa, no caso, a menina que se surpreendeu em ver um homem no banheiro, reservado pela Constituição Federal, às meninas.

        Bem, agora falta provar que eu disse que gays e artistas são frutos estragados; ou que os chamei de demônios ou doentes. Agora, que eu seja intolerante, ah isso é verdade: não tolero a mentira, não tolera a injustiça, não convivo com a falsidade, não pretendo fazer as pazes com o pecado.

        Ah, e que eu acuse alguém para ter benefícios próprios, gostaria que apontasse onde se deduz isso do texto.

  4. herbert burns
    11 de junho de 2012 at 00:45
  5. herbert burns
    10 de junho de 2012 at 16:34

    Talvez, Erich, esta sua definição de garotinha intolerante se aplique melhor a filha deste dublê de mulher, é só ver a entrevista deste Senhor ao Programa De frente com Gabi. Estuprador, pedófilo, assassino… Voce diagnostica pela cara? Pela aparencia? Ou voce convive com este duble de mulher e lhe conhece bem para assegurar seu carater? Quais os seus métodos para avaliar as pessoas? Porque faz tanto julgamento, e condena os julgamentos dos outros? Mulher com idade tem cara de homem? Só no seu mundo!

  6. Erich Nemer Ribeiro
    10 de junho de 2012 at 13:11

    Sabe o que acho incrível? No banheiro feminino não há urinol como no banheiro masculino. As mulheres fazem seu xixi ou o número 2 atrás de portas privativas dentro de seu banheiro. A garotinha de 10 anos ou de 5 ou de 9 ou de 13 anos deveria ter sido lembrada pela mãe dela naquela oportunidade de que se aquela pessoa estava se vestindo de mulher e frequentando o banheiro feminino então só poderia ser uma mulher. Ora, quantas mulheres tem rosto masculinizado? Quantas mulheres perto dos seus 60 anos de idade tem problemas hormonais e acabam passando uma imagem de masculinizadas em vez de ser bem femininas? O que a mãe da garotinha fez foi incutir nela a desconfiança eterna de que qualquer pessoa que não se pareça bem feminina deverá ser uma pessoa masculina vestida de mulher. Por que a mãe não falou para a filhinha: deixe para lá, talvez seja uma senhora de idade e é assim mesmo??? Não, não deixou passar, mas, muito pelo contrário, agora a filhinha, mais tarde uma adolescente, uma garota, uma mocinha, uma mulher ficará de Xerife, de Vigilante duvidando de que aquela senhora de 60, 70 ou 80 anos de idade que entrou “no seu banheiro particular”, sem nem mostrar para ninguém seu sexo (seu genital), pois nenhuma mulher jamais consegue ver isso das outras ao usar seus banheiros de shoppings ou restaurantes, não seria de repente um senhor usando roupas femininas. Criou-se, assim, uma menina de 10 anos que será, provavelmente, uma Intolerante, como sua própria mãe. E isso é terrível em um país onde sempre se tenta ensinar às pessoas para que não firam os sentimentos dos próximos, dos outros, seja por serem gordos, muito altos, muito baixos, corcundas, deficientes físicos, síndrome de Down e outros problemas. É bem mais fácil julgar pessoas que não entram em um restaurante atirando, matando, sequestrando, roubando. O Brasil tem mania de endeuzar os bandidos do dinheiro público, tem mania de dar asilo a assassinos internacionais, de acobertar os bandidos… Pergunto: o Laerte é ladrão? É bandido? Outras pessoas como ele são isso também? O que o povo prefere? Alguém que é inocente em sua vida, que faz o bem como profissional e que quer ser apenas uma pessoa livre sem as amarras do gênero ou um Bandido do dinheiro público, um estuprador (que é lógico que ele não é), um pedófilo (que está na cara que ele não é), um assassino, um genocida? Chega de rotular pessoas inocentes em querer se vestir como queiram (não cometem e não cometeram crime algum), chega de julgar… Só Deus, e não a Bíblia escrita pelos homens, que nem Jesus escreveu seu apêndice, pode Julgar. Só Deus pode Julgar e não os seres humanos pequenos que se acham iguais a Ele ou até melhores do que Ele. Deus colocou pessoas como o Laerte no Mundo por motivos tais como: olharmos para ele e procurarmos entender aquele ser humano, aquela criatura Dele; olharmos pessoas como o Laerte e tentar sermos mais humildes, pois dentro de nossas famílias temos, em geral, um primo assim, um tio assim, uma tia assim, um amigo de infância assim. Ora, Deus não deixou pessoas assim Existir a toa (deficientes, travestis, cross-dressers e outros). A Mensagem Dele, muito provavelmente seja para olharmos esses SERES-HUMANOS e termos mais HUMILDADE, mais compreensão, mais empatia, MAIS HUMANIDADE.

    • 10 de junho de 2012 at 16:25

      Incrível como distorcem os fatos: quem violou a Constituição Federal? O seu Laerte! Quem está processando o restaurante? O seu Laerte! Quem ameaça a mãe da menina com processos? O seu Laerte. E aí vem aqui um Erich clamar por mais humanidade em favor do criminoso?? Faça-me um favor… Defender alguém que, como está claro, violou o direito das mulheres de ter seu banheiro privativo. E ainda pôr a culpa na mãe e na criança?? É muita cara de pau!

      Ah, e tomara que essa menina vire uma xerife da lei, sim. Tomara que cuide da Constituição Federal. Aliás, quem dera que todos os cidadãos brasileiros fossem pessoas zelosas da Carta Magna. Só assim os abusos seriam coibidos de forma eficiente.

      PS. Seus comentários sobre a Bíblia, sobre Jesus e sobre intolerância são bem gozados… Digno de risos…

    • 10 de junho de 2012 at 16:39

      Sugiro a leitura também: http://humanitatis.net/?p=5508

    • 10 de junho de 2012 at 16:39

      Mulher velha tem cara de homem?? Mas isso não é intolerância???

  7. Herbert Burns
    1 de fevereiro de 2012 at 20:08

    Interessante essas associações, que surgem em defesa e ajuda de seus associados, como o caso dos AA, NA, etc. Surge sempre uma associação em defesa dos menos excluídos, mais o principal é a ajuda mútua. É identificar na pessoa a dignidade que lhe é devida e ajudá-la nesta conquista. Não se reconhece, nestas associações os direitos de cada viciado ao seu vício. Isto é, alcoolicos tem direito ao alcool, drogados a droga, e assim por diante. Todas as associações de ajuda identificam o problema do vício e tenta afastar o viciado deste seu consumo, pois o mesmo não é escravo de seus desejos. E este vício degrada a sua pessoa. Ora, tal não é o movimento de LGBT. Onde suas associações não acreditam na dignidade de seus associados; condenam cada associado a escravidão eterna aos seus vícios; não pemitem a descoberta da liberdade, e gritam sempre pelo direito de propagar e seviciar onde lhe aprouver. Tais associações deveriam se objeto de estudo, pois negam a dignidade do homem e impõe a tirania de uma escravidão em todos os níveis, seja do intelecto, do cultural, do corpo, do trabalho e do social. Entrar e se entregar a tais amarras é como praticar um suicídio, parece que não há volta. Não conheço nenhuma dessas associações que se volte para libertar seus associados de seus vícios e torná-lo uma pessoa completa em sua dignidade.

  8. Priscila
    31 de janeiro de 2012 at 15:44

    Que contribuições bacanas nesta discussão, David, não sabia quem era esse colunista da Folha. Ainda nao tinha visto Eduardo Araújo nas discussões…intervenções bem pontuais…apareça mais também!

  9. Herbert Burns
    30 de janeiro de 2012 at 23:59

    Porque não o “direito” dos homossexuais serem estendidos a todas as pessoas! Se eles tem o direito de usar seus corpos como lhes convem, porque estes direitos não se estenderem as prostitutas, aos alcóolicos, aos drogados, etc. Ora se eles tem o direito de usar o seu corpo, como lhes convem, sem nenhum compromisso moral e social, o que difere dos drogados que injetam as drogas em seus próprios corpos! E as prostitutas que usam seus próprios corpos?Suas convicções, mesmo as não doentias, não os desobriga dos deveres morais e sociais. Alias como qualquer um. Confesso que eu me assustaria em ver este traveco em qualquer banheiro! Imagino uma criança. E o que o faz levar tanto tempo assim num banheiro, pois a criança entrou e el (e/a) ja estava lá, a mãe foi reclamar e el continuava lá, até o gerente da pizzaria ir falar com el e el continuava lá. Banheiro é o que? É escritório de traveco, por acaso? Será que el foi espulso do banheiro da Folha? Que el vá pro BBB! Vá procurar sua turma!

    • Eduardo Araújo
      31 de janeiro de 2012 at 15:15

      Caro Herbert, voc~e foi direto no ponto.
      Não é à toa que gayzismo, abortismo, defesa da prostituição como profissão e apologia às drogas geralmente são bandeiras que se agitam juntas e compõem agendas políticas ferrenhamente anti-cristãs.
      Note, ainda, que a concepção de liberalidade em relação ao corpo postulada por gays aproxima-se da falácia abortista do direito da mulher ao “seu corpo” (leia-se, o corpo que não é dela por nenhum estatuto deste mundo).

  10. 30 de janeiro de 2012 at 19:11

    Antes de comentar esse fato lamentável; quero reiterar a minha ciência da importância e gravidade do assunto homossexualidade, que é coisa de pratica exclusiva de adultos; demandando uma discussão séria, tranqüila e respeitosa entre todos os envolvidos que impeça a pretendida ditadura de algo que vai além dos reais direitos dos homossexuais, os quais, respeito e defendo (somente esses reais direitos), conforme três Blogs meus postados na Rede sobre o assunto ?
    O QUE É O PLANO NACIONAL LGBT? Endereço ? http://www.direitoshumanosrespeitoejustica.blogspot.com ,
    O QUE É O PLC 122 OU A DITA LEI HOMOFÓBICA? Endereço ? http://www.verdaderespeitoejustica.blogspot.com ,
    O QUE É O PLC 122 OU A DITA LEI HOMOFÓBICA? (sinopse do anterior) Endereço ? http://www.sinteserespeitoejustica.blogspot.com
    É sério este fato lamentável: o homem Laerte Coutinho vestido de mulher (ainda que se entenda como bissexual) achar que tem o legítimo direito de usar o banheiro feminino… Quando digo sério é pelo fato de existir como que uma conspiração contra a família brasileira, no tentar fazer de todos nós andróginos. Senão avaliem o que aconteceu com essa menina de 10 anos e demais mulheres que lá estavam, na ação de atentado ao pudor por parte de um homem; que também é pai e com ótima formação acadêmica, que lhe dá toda capacidade cognitiva para entender a insanidade do seu ato. Coisa essa feita a pretexto do direito de um homem vestido de mulher (no caso aqui o Laerte) entrar em banheiro feminino.
    Atenciosamente JORGE VIDAL

  11. Gillian Freitas
    30 de janeiro de 2012 at 10:59

    Lamentável é que um cara que não consegue nem se definir queira contaminar uma inocente criança com essa nefasta confusão que o açoita. Se não consegue entender que é homem e deve se comportar como tal, que fique no banheiro masculino e faça xixi sentado. Agora, bagunçar a cabecinha de uma menina de 10 anos, faça-me um favor! Leio a Folha de São Paulo há muitos anos, mas já penso em cancelar a assinatura. Não defender a criança, um ser em formação, antes de um burro velho que assombra banheiros femininos porque não sabe bem o que quer é inadmissível. Os amigos que estavam à mesa comigo outro dia ficaram de cabelo em pé quando eu disse, em um restaurante cheio, que já estava farta desse descalabro moral em que vivemos e que me mudaria feliz para uma sociedade patriarcal e arcaica, onde fosse possível distinguir homens e mulheres apenas pela aparência e comportamento. Disse ainda que estava cansada das complexas operações mentais que tenho de fazer todos os dias para distinguir o sexo das pessoas com quem tenho contato e de ter que pensar cinquenta vezes antes de dizer algo que apenas soe como homofóbico. Sei que o cinema norte-americano tem bastante influência no modo como se trata o homossexualismo hoje, mas lá pelo menos o cara pode falar o que quiser e até andar com uma camiseta onde se leia: “fags must die”, porque se garante às pessoas, qualquer que seja a sua convicção, a liberdade de expressão, coisa que perdemos a cada dia aqui. A tão proclamada isonomia, que deveria ajustar os pratos da balança da justiça para que as pessoas pudessem ser julgadas de acordo com sua condição pessoal, longe de trazer esse equilíbrio, tem feito o prato da balança pender sempre para o lado dos homossexuais. A revolta e o ódio são sempre frutos da injustiça. Vovó já dizia que “não adianta vestir um santo e “desvestir” (era assim que ela falava) o outro”: o sujeito quer ser homossexual, paciência, não vamos ofendê-lo nem jogar pedras nele; e nós, que não somos e não queremos ser homossexuais, precisamos que ele nos respeite e aos nossos filhos, restringindo-se ao espaço a ele reservado. Quanto à televisão, já nem sei o que dizer. Aqui em casa só vemos filmes, praticamente não a ligamos, nem temos tv por assinatura. Acho que em breve nem televisão teremos mais. É isso, que mais posso dizer?

  12. David Gravatá (estudante)
    30 de janeiro de 2012 at 10:25

    A vida imita a arte?
    Ora, este senhor travestido citado no artigo é o cartunista Laerte, autor das tirinhas de jornal, como “Piratas do Tietê”, “Os Skrotinhos” entre outros tantos personagens, (“Wood&Stock”, “Bob Cuspe”, e um personagem que inspirou a série global “Aline”).
    No passado ele foi co-fundador da publicação besteirol “Chiclete com Banana” uma revista que circulava em São Paulo.
    As informações contidas nestas publicações eram todas de gosto duvidosas, debochava os bons costumes, a moral, a sociedade conservadora, e a plítica brasileira.
    Laerte, após um surto, optou por levar uma estilo de vida excêntrico, é homem, mais tranveste-se como mulher.
    É um bom artista,c linhas de desenho conceituados no meio artístico e quadrinistico, mas parece confuso, não reconhece o mundo realum homem em um banheiro feminino atenta e viola o pudor humano, a moral e os bos costumes.
    Se a atitute deste senhor é a de uma tirinha de jornal, péssimo humor negro.
    Até.

    • Eduardo Araújo
      30 de janeiro de 2012 at 21:48

      Caro Gravatá, apenas um reparo: das tiras que você citou somente os “Piratas do Tietê” são da lavra do Laerte. As demais são do Angeli, sendo “Aline” do Iturrusgarai.
      Fato, não obstante, é que todas elas deploram tudo aquilo que a religião cristã defende. Sob a capa sutil de humor escrachado ridicularizam todo um modo de viver e pensar cristãos.
      O Iturrusgarai, inclusive, faz a sua personagem “sexual” Aline achincalhar diretamente a Igreja Católica, sem poupar os fiéis, sempre mostrados como retrógrados, bobos e ridículos.
      Sei disso da época em que era ateu e esse pessoal enchia meus brios anti-religiosos. É bem a isso que eles e suas obras servem.

      Coincidência: essa conversa (fiada) de “a vida imita a arte” (e não o contrário) foi dita pela primeira vez pelo escritor e dramaturgo gay Oscar Wilde e tem servido de “justificativa” para muito neo artista fazer o que bem entender.

      • David Gravatá (estudante)
        31 de janeiro de 2012 at 00:28

        tem razão em tudo, especialmente em minha confusão com os personagens de tirinhas e seus autores. Essa tarde fiz uma rápida pesquisa e percebi meus erros. obrigado por me antecipar.
        A propósito, a arte e argumentação entre eles é bem parecida. Rsrs.
        Ato falho.

        • Eduardo Araújo
          31 de janeiro de 2012 at 15:09

          Meu caro, o importante é que o cerne do seu comentário está acertadíssimo.
          Na verdade, aproveitei o reparo para mencionar que não só o Laerte, mas essa geração (talvez haja alguma exceção que eu não conheça) de cartunistas da Folha de SP, também da publicação besteirol que você muito propriamente citou, há um bom tempo perderam o prumo e usam de sua arte para difundir a agenda esquerdistóide anti-cristã.
          Valeu, gente boa!:)

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