Análises Preditivas e Discriminação Genética: entre a instrumentalização humana e a eugenia

Mais um texto acadêmico. Nessa reflexão, publicada na revista Lex Humana, da Universidade Católica de Petrópolis, os autores Carol Amaral, Luis Guilherme e Robson Oliveira destacam o papel desafiador da ciência hodierna. Em breve, e já está a porta, se poderá tratar de reprodução humana como se escolhe um bichinho de pelúcia. E isso é realmente aterrador. Para ler o texto completo clique aqui.


[…] A ciência sempre colocou questões para a filosofia. Quando tais questões tocam problemas relativos à ciência jurídica, percebe-se que o assunto se torna ainda mais delicado. Se a capacidade de potencializar as virtudes humanas pela ciência é perturbador para uma sociedade onde se preza pelo uso equânime dos bens e das capacidades, ainda mais grave é a utilização da análise preditiva para gerar uma prole mais afeita às preferências de seus responsáveis: comprar um filho com potencial de pivô de basquete é vergonhoso para uma mentalidade fair play”, mas encomendar um filho cego por causa da cegueira própria é algo aterrador… Não seria o caso de as ciências jurídicas, apoiadas nas reflexões filosóficas mais gabaritadas, protegerem o nascituro de arbitrariedades como a que sofreu o menino Gauvin? […]

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