Anemia de absoluto

Um novo texto de um blogueiro do Site Humanitatis foi publicado pela Gazeta do Povo. A reflexão trata de propor uma análise acerca do poder atrativo que os fundamentalismos atuais possuem sobre a juventude. Parece que o problema é a fatal de critérios para a vida: Anemia de Absoluto:

O fanatismo político de jovens anêmicos eticamente se encontra curiosamente próximo do fanatismo religioso de uma juventude anêmica filosoficamente. Por ironia, o esmaecimento dos valores morais no Ocidente, intentando ser o mais inclusivo possível, redunda na falta de princípios claros e seguros para a vida. E é justamente a falta desses valores que empurra os jovens para os braços de movimentos extremistas, ordinariamente de caráter revolucionário, os quais possuem todas as certezas e soluções dos problemas humanos, satisfazendo assim – aparentemente, é claro – a necessidade de Absoluto do homem. Parece-nos que os jovens extremistas de todas as latitudes acolhem esses movimentos, pois procuram um Absoluto para chamar de seu.

Luz

Para ler o texto completo, vejam aqui.

1 comment for “Anemia de absoluto

  1. VÂNIA QUARESMA
    16 de Janeiro de 2015 at 18:47

    Robson, além da correção de seus argumentos, acrescento algumas reflexões. Sim, há todos estes aspectos sobre os jovens anêmicos, mas há também alguns cultos adultos, no caso jornalistas, desenhistas e outros istas, que se acham mais livres, mais iguais e mais fraternos do que todas as outras pessoas do mundo e por isso, acham que podem enxovalhar com os sentimentos, crenças e ideais dos outros, porque para eles o mundo é seu próprio umbigo. Sim, a liberdade de expressão é um valor muito precioso e necessário, ainda mais neste mundo cão em que vivemos, e nenhuma forma de violência é justificável, principalmente nestas proporções. Mas por que este pequeno grupo de artistas se acha no direito de violentar, desrespeitar, assassinar as outras pessoas do mundo? Esta terra que se arvora ser A (maiúsculo) Liberdade (maiúsculo), não sabe conviver com as diferenças, especialmente as religiosas? Os franceses colonizaram boa parte da África, e por isso seus descendentes se sentem meio franceses, mas na França parece que os nativos são mais iguais, mais fraternos e mais livres do que aqueles que foram por eles colonizados. o Charlie zomba (sim, no presente!) de todos. A charge do “parto” de Maria, à parte o desrespeito, é de muito mau gosto, é feia e agressiva. Mas nós cristãos reagimos de forma diferente dos jihadistas. Para tudo tem que haver um limite. Inclusive para o direito à expressão. Ser crítico, irônico, zombeteiro são as características mais louváveis dos artistas da charge, mas é preciso haver um limite ético e moral acima do direito de ser criativo. Deus cuide das famílias dos assassinados de todos os lados, inclusive dos dois “terroristas” que também foram assassinados pela polícia. Que os muçulmanos consigam estar acima destes radicais, pois com certeza Alá não um deus de violência, assassinato e terror.

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