Curtas sobre a Fé – 12

Comentário: Mais um grupo de cristãos, dessa vez coptas, foi decapitado por extremistas islâmicos na Líbia. O Papa Francisco lembra que o ataque não foi só aos coptas egípcios, mas a toda cristandade. Na legenda do vídeo terroristas, os islâmicos fundamentalistas chamam suas vítimas de “povo da cruz”. Outras notícias da fé cristã no mundo: o Papa Francisco é atacado em rádio de Los Angeles, Vaticano responde a ONU.


1. Papa Francisco defende os cristãos coptas do ataque do EI: Foram 21 os cristãos executado na Líbia ‘apenas por serem cristãos’, diz papa sobre reféns decapitados. Sumo pontífice condenou mais uma ação bárbara dos terroristas do Estado Islâmico, que decapitaram 21 egípcios cristãos coptas sequestrados na Líbia.

2. O EI divulga a decapitação dos 21 cristãos coptas: O grupo terrorista islâmico divulga vídeo de decapitação de cristãos egípcios. Em retalição, o Presidente do Egito convocou Conselho de Defesa em caráter de urgência, o que pode começar mais um conflito de grandes proporções na área. O vídeo foi divulgado em perfis de jihadistas líbios que apoiam o Estado Islâmico nas redes sociais, com a seguinte legenda: “o povo da cruz, os seguidores da igreja egípcia hostil”.

3. Rádio de Los Angeles, EUA, faz ataque ao Papa Francisco: A rádio KFI, de Los Angeles, faz brincadeira obscena com a figura do Papa Francisco. O radialista Bill Handel provocou a enquete: “será acha que o Papa se masturba?”. Contacte a produtora do programa de rádio, Michelle Kube, e expresse sua indignação: michelle@kfi640.com.

4. Vaticano acusa órgão da ONU de limitar a liberdade de religião: Por causa do ensinamento da Igreja Católica sobre homossexualismo e aborto, uma comissão da ONU exigiu que a Igreja suspendesse e mudasse a formação das crianças sobre esse assunto. A intromissão da comissão da ONU provocou uma resposta oficial do Vaticano, onde se pode ler: “A Santa Sé, como sujeito soberano do direito internacional, reserva-se à jurisdição exclusiva para interpretar as normas internas Fundamentais, em conformidade com o direito internacional aplicável, incluindo a liberdade de religião, com referência específica ao poder exclusivo das comunidades de fé para organizar e governar seus assuntos internos”. E mais: “A Santa Sé enfatiza que o ‘conceito de direitos humanos’ não pode ser contraposto à liberdade de religião, como se a última não constituísse um direito humano fundamental”.

 

Robson Oliveira

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