Duas solidões contemporâneas

Mais um artigo de um membro do apostolado do Site Humanitatis foi publicado pela Gazeta do Povo. Dessa vez, o assunto é o deserto que cerca os homens que procuram resistir ao fácil, ao desonesto, ao imoral. Há uma verdadeira caça às bruxas: os honestos são achincalhados, ridicularizados, menosprezados. Eis um extrato de Duas solidões contemporâneas:

O Brasil testemunha o surgimento de uma solidão específica: a solidão do homem honesto. Diferentemente da solidão do anacoreta cibernético, que escolhe alhear-se do mundo à sua volta, esse exílio é imposto aos homens por seus coetâneos. Trata-se do sentimento de que, diante das constantes notícias de roubalheiras e escândalos, os cidadãos não deveriam cumprir as normas éticas e morais. Pensa-se: se os líderes do povo não se ocupam do bem e da justiça, não será o homem comum a lutar para cumprir os princípios morais. E assim nasce o homem solitário, que se sente abandonado no cumprimento da lei e na busca do bem humano.

Luz

Para ler o texto completo, vejam aqui.

Robson Oliveira

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *