Dupla de Gays estupra menor e é defendida pelo governo de São Paulo

Comentário: Será que estou ficando maluco??? Erário público, Defensores Públicos, não um, mas quatro Defensores Públicos para defender dupla de pedófilos? São Paulo está mesmo largada às moscas, para que criminosos como esses tenham sua defesa sustentada pelos contribuintes da cidade… Você é da terra da garoa? Então precisa apurar essa denúncia do Júlio Severo. Em todo caso, essa é uma chance para Xuxa fazer alguma coisa para que “outras crianças não sofram o que ela sofreu”.


O que um pastor e uma dupla gay têm em comum? O pastor, depois que sua filha sofreu tentativa de estupro num posto de saúde, foi denunciado por uma agente do Conselho Tutelar que é parente do agente tarado do posto de saúde. O pastor está preso em condições desumanas, sem nenhum defensor para ajudar. A dupla gay foi presa por maltratar e estuprar um menino, e conta com quatro defensores públicos para ajudar.

Em 7 de março de 2012, a Band noticiou sobre um menino de 5 anos que sofria agressões e estupro de uma dupla homossexual em São Paulo. A faxineira da casa percebeu que o menino estava com febre e como a dupla gay não estava, a mulher o levou para casa. Durante o banho do garoto, ele contou que estava com muita dor. O menino contou para a faxineira que sofria maus tratos e abuso sexual.
A mulher levou o menino para o hospital, onde o garoto deu entrada com desidratação, desnutrição, broncopneumonia e tinha marcas de agressão pelo corpo.
A ocorrência foi registrada no 13º DP e o Conselho Tutelar foi acionado. Contudo, o governo do Estado de São Paulo interveio fortemente no caso, designando quatro defensores públicos para defender a dupla gay. O acompanhamento do caso por quatro defensores públicos espantou até o delegado, que disse:
“Em trinta e quatro anos de polícia, esse é o primeiro caso na minha carreira que eu vejo que a Defensoria Pública vem acompanhar dois indivíduos que estão sendo investigados e com quatro integrantes”.
Defensores públicos não costumam atuar durante inquéritos. Um indivíduo investigado pela polícia ser acompanhado por um defensor público é um fenômeno raro. Ser acompanhado por quatro é totalmente fora da realidade. O que provocou essa enorme anormalidade foi que o Estado de São Paulo, sob o governo do então governador Geraldo Alckmin (PSDB), tornou-se o primeiro Estado brasileiro a instituir uma lei para penalizar a prática de discriminação em razão de orientação sexual: a Lei Estadual nº 10.948/2001. Com o objetivo de implementar essa lei pró-homossexualismo, firmou-se, em 24 de outubro de 2007, um acordo entre a Defensoria Pública de São Paulo, a Secretaria de Justiça e da Defesa da Cidadania do Estado e a Coordenadoria de Assuntos da Diversidade Sexual da Prefeitura de São Paulo.
O PSDB vem trabalhando loucamente para implantar o sistema anti-“homofobia” mais sofisticado do Brasil e a condenação da dupla gay pode trazer impactos negativos não só para o movimento gay, mas também para as políticas do PSDB. Portanto, o acompanhamento da dupla gay por quatro defensores representa o empenho do Estado de São Paulo do PSDB de proteger os gays exclusivamente porque eles praticam atos homossexuais.
Os interesses do menino agredido e estuprado estão sendo colocados abaixo dos interesses da agenda gay e das obsessões políticas do PSDB.
Entretanto, como é que os Conselhos Tutelares não têm força para vencer todos esses interesses cruéis que colocam em risco um menino de apenas 5 anos?
Um ano atrás, um pastor foi preso por muito menos. Aliás, ele foi injustiçado por obedecer à Bíblia. O Pr. Jeremias Albuquerque Rocha, de 25 anos, foi preso depois que uma agente do conselho tutelar o denunciou por bater em suas filhas, pelo que ele foi acusado de “tortura”.
Apesar de que nenhuma evidência física tivesse sido apresentada ao juiz, Rocha foi colocado em detenção preventiva, numa cela de prisão tão cheia de presos que ele era forçado a ficar de pé o dia inteiro, e tinha de dormir agachado no chão, que estava coberto de papelão.
Ele ficou meses nessa situação. Em nenhum momento se apresentou algum relatório médico documentando qualquer marca física nas suas filhas nem houve nenhum exame físico confirmando ferimentos — provas que a lei exige. Em agosto de 2010, Rocha havia, conforme as reportagens, começado a chorar e desmaiar dentro de sua cela. Quando foi levado a um hospital próximo e diagnosticado com doença mental, o juiz Jânio Tutomu Takeda se recusou a acreditar no diagnóstico, afirmando que Rocha estava “fingindo”, e ordenou que ele fosse algemado à cama do hospital.
 
Pastor injustiçado e sem nenhum defensor público

Takeda disse que condenou Rocha e o sentenciou a seis anos e meio de prisão.

O maior problema do Pr. Rocha não foi ter disciplinado suas filhas fisicamente. Muito antes de sua prisão, uma de suas filhas havia sofrido tentativa de estupro no posto de saúde. O agente de saúde assediador é parente da agente do Conselho Tutelar que denunciou mais tarde o pastor. Final infeliz: o agente assediador não foi preso por tentativa de estupro contra uma menina.
Final mais infeliz: mesmo sendo inocente, e nunca tendo praticado maus-tratos e estupro contra suas filhas, o pastor está preso em condições desumanas sem nunca ter tido o acompanhamento de defensores públicos — privilégio hoje exclusivo de homens que praticam atos homossexuais e estupram meninos de 5 anos.
O tarado sexual que trabalha no posto de saúde está livre para prosseguir seus assédios e taradices nas meninas dos outros. O governo, é claro, não tem tempo de ajudar pais inocentes e prender maníacos sexuais nos postos de saúde. O governo está ocupado demais cuidando de duplas gays que se ocupam com meninos de 5 anos.
Aqueles que estão dentro da agenda do governo — agentes de saúde tarados, duplas gays taradas, agentes de Conselho Tutelar abusivos, etc. — contam com a máquina estatal para dar acobertamento.
Pais, mães e crianças que não estão dentro da agenda do governo contam só com Deus.
Com informações do Mídia Sem Máscara e LifeSiteNews.
Robson Oliveira

1 comment for “Dupla de Gays estupra menor e é defendida pelo governo de São Paulo

  1. herbert burns
    22 de maio de 2012 at 20:50

    Interessante a forma do poder no Brasil, a medida do poder é a quantidade de maldade que a pessoa pode fazer legalmente. O soldado, o policial tem poder porque ele pode prejudicar, multar, o delegado pode prender os dois, o juiz pode prender os tres e o político rouba dos quatro. E a corrupção alimenta todos e lhes é proporcional. Os respeitos que lhes são devido é pela sua capacidade de maldade. Hoje se pode perguntar: qual a contribuição, o que de bom o ministério público pode oferecer? Qual a contribuição dos Juízes? O que de bom eles tem a oferecer? E eles próprios se perguntam, como foi o caso do MPF que veio a público perguntar qual seria a sua função? O que deveriam fazer? E o CNJ também. Por isso sou a favor do impeachment. Se as instituições são necessárias, elas devem ser protegidas de seus ocupantes, que não merecem e não tem a dignidade necessária para representar o povo e a nação brasileira. Uma justiça que funciona ao sabor do humor dos juízes, não é justiça. Uma frase de um juiz, que é comum nos tribunais, é ” é melhor aceitar o acordo, pois decisão de juiz é igual a loteria” e quando respondi que não bati na Caixa Econômica Federal, nem nas Casas Bahia, e sim na Justiça do Brasil, ali estava decidida a minha sentença. Não pela Lei mas sim pelo humor de um juiz que se acha superior, que não pode ser contrariado, que pode fazer muito mau se assim o quiser.
    Enquanto na Igreja o princípio é fazer o bem, estar pronto a servir a qualquer momento que o irmão precisar, as instituições oferecem o contrário. É uma vergonha. Não me envergonho de ser brasileiro, mas sim do governo que este país tem! Isso sim me causa náusea, me causa uma repulsa muito grande. Espero viver o momento em que este país se torne uma grande nação igualitária, onde a justiça, a ordem e o progresso sejam parceiras do povo, e não um entrave, a serviço desses usurpadores, como é hoje.

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