Empoderamento do Cidadão

A Gazeta do Povo publicou hoje o texto de um blogueiro do Site Humanitatis. Dessa vez o assunto é o tratamento displicente que os brasileiros possuem para com as virtudes. Pesquisa recente afirma que, quando os governantes não cuidam da coisa pública, os cidadãos tendem também eles a relativizar princípios e valores contrários à ética. Mas será que isso é possível? Não seria o caso de dar mais importância ao poder do cidadão e minorar a importância do Estado?: Empoderamento do Cidadão:

Não se relativizam exigências éticas pessoais utilizando como argumento a maldade alheia e social. Afinal, ninguém desespera de cuidar da própria saúde por causa da negligência que alguém possa ter com a sua. O mesmo ocorre em outras áreas da vida humana. O descuido alheio nunca justifica a falta de zelo próprio. Se o vizinho não cuida da segurança da própria família, não ignorarei as exigências da segurança da minha família; se o vizinho não cuida da formação humana de seus membros, não serei eu a envergonhar-me por cuidar com escrúpulo da minha própria formação. Logo, se os governantes não são éticos, igualmente não deveria me abater na luta pelas virtudes, tão necessárias ao meu próprio bem.

Luz

Para ler o texto completo, vejam aqui.

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