Arthur Schopenhauer – Conceitos

Conceitos

Arthur Schopenhauer

Conceitos são “formas coletivas e universais da realidade sensível”

Fonte: SCHOPENHAUER, Arthur. O livre arbítrio. Rio de Janeiro: Edições de Ouro, 1967, p. 97.

Catolicast – Fev/2015 – Quaresma

O Catolicast desse mês é sobre o tempo litúrgico da Quaresma. A equipe está ótima e os temas têm acrescentado informações a quem os ouve. Aproveitem e divulguem esse apostolado.

 

Papa Bento XVI – Hermenêutica Positiva e Hermenêutica Bíblica

Hermenêutica Positiva e Hermenêutica Bíblica

Papa Bento XVI

“Uma coisa parece-me óbvia: em 200 anos de trabalho exegético, a interpretação histórico-crítica já deu o que de essencial tinha para dar. Se a exegese bíblica científica não que exaurir-se em hipóteses sempre novas, tornando-se teologicamente insignificante, deve realizar um passo metodologicamente novo e voltar a reconhecer-se como disciplina teológica, sem renunciar ao seu caráter histórico. Deve aprender que a hermenêutica positivista de que parte não é expressão da razão exclusivamente válida que se encontrou definitivamente a si mesma, mas constitui uma determinada espécie de razoabilidade historicamente condicionada, capaz de correção e acréscimos, e necessitada deles. Tal exegese deve reconhecer que uma hermenêutica da fé, desenvolvida de forma justa, é conforme ao texto e pode unir-se com uma hermenêutica histórica ciente dos próprios limites para formar um todo metodológico”

Fonte: BENTO XVI. Jesus de Nazaré. São Paulo: Planeta, 2013, p. 12.

Dominique Pestre – Ciência e Essência

Ciência e Essência

Dominique Pestre

“Les études sur les sciences et les pratiques de science qui ont fait date dans les dernières décennies ont dénaturalisé l’objet «science», elles l’ont dés-essentialisé, dés-idéalisé. Il est postulé qu’il n’est pas d’evidence que l’objet «science» existe identique à lui même au fil dus temps, que son identité soit peu problématique”

“Os estudos sobre as ciências e sobre as práticas da ciência que tem marcado época nos últimos anos desnaturalizaram o objeto ‘ciência’, dessencializaram, desidealizaram. Eles têm postulado que não é evidente que o objeto ‘ciência’ exista idêntico a ele mesmo no decorrer do tempo, que sua identidade seja pouco problemática”

Fonte: PESTRE, Dominique. Introduction aux Science Studies. Paris: La Découverte, 2006, p. 6.

Elogio às Famílias Numerosas – por Sem. Matheus Pigozzo

O seminarista Matheus Pigozzo faz um necessário elogio às famílias numerosas nesse texto. Ele, como é de seu feitio, vai até a raiz do problema e chama pecado de pecado, não doura a pílula. E em muitos casos, o que está por detrás de uma família moderna é o mais puro egoísmo. Não significa, como já dissemos outra vez, que famílias numerosas são necessariamente mais generosas. Mas também não se caia na tentação de etiquetar de irresponsáveis os mais numerosos, seguindo caprinamente os dogmas da mídia e das telenovelas.


Elogio às Famílias Numerosas

Pode parecer estranho o título deste artigo, imagino que o espanto venha por não conhecermos famílias numerosas e muito menos um elogio a elas. Somos de uma geração já doutrinada por diversas ideologias confluentes que ensinam, como numa equação matemática, que o resultado de família + muitos filhos é = a irresponsabilidade, falta de informação e outras coisas nessa linha.

J. Urteaga – Inveja

Inveja

J. Urteaga

“A inveja produz sempre o fruto amargo da calúnia”

Fonte: URTEAGA, J. O Valor Divino do Humano. São Paulo: Quadrante, p. 28.

Christopher West – Matrimônio e Celibato

Matrimônio e Celibato

Christopher West

“Como é que o amor conjugal derrama luz sobre a natureza da vocação ao celibato? Escreve João Paulo II que a fidelidade e a ‘autodoação total’ vividas pelos esposos fornecem um modelo para a fidelidade e a autodoação pedidas àqueles que escolhem a vocação ao celibato. Ambas as vocações, cada uma à sua maneira, exprimem um amor marital ou esponsal, que implica ‘a total doação de si’ (TC 78,4)”.

Fonte: WEST, Christopher.Teologia do corpo para principiantes: uma introdução básica à revolução sexual do papa João Paulo II. Prior Velho: Paulinas, 2009, p. 95.

O Brasil em Silêncio

Quando um político rouba dinheiro público, quem mais sofre é o povo simples: são cirurgias canceladas em hospitais públicos, são merendas escolares que não chegam, são policiais mal pagos, são professores menos empolgados. Enfim, o corrupto afeta todo o Brasil! E não importa se o corrupto é “de direita”, ou “de esquerda”. A criança passa fome no interior do país do mesmo modo, o idoso morre por falta de remédio do mesmo modo, a adolescente não aprende a ler e a escrever do mesmo modo. Mas curiosamente, algumas pessoas acham legal ser roubado por petistas. Só isso pode explicar um Brasil de silêncios enquanto a nação é dilapidada pela maior quadrilha que já governou o país.

Escândalos do PT - 02

Jürgen Habermas – Fenômeno Religioso

Fenômeno Religioso

Jürgen Habermas

“A filosofia precisa levar a sério esse fenômeno como um desafio cognitivo a ser analisado a partir do lado interior”

Fonte:HABERMAS, Jürgen; RATZINGER, Joseph. Dialética da secularização: sobre razão e religião. Aparecida: Ideias e Letras, 2007, p. 44.

O que é a Missa?

Curtas sobre a Fé – 11

Comentário: A partir de hoje começaremos a postar as frases do Papa Francisco que não saem na grande mídia. Suspeitamos que se qualquer um dos dois papas anteriores dissesem algo parecido seriam massacrados pela grande mídia. Mas com o Papa Francisco, a mídia tem certa caridade em ver o melhor ângulo de suas declarações, o que está certo e deveria ser a regra editorial de todo jornalismo. Além disso, vamos trazer algumas notícias sobre mártires no mundo e da perseguição cruel que os cristãos sofrem mundo afora.


1. Papa Francisco defende que se bata nos filhos: É possível compreender a declaração do Papa Francisco, mas o que chama a atenção é a eterna boa vontade da grande mídia com as suas declarações. Se essas mesmas palavras tivessem sido ditas por Bento XVI ou João Paulo II, eles estariam sendo crucificados. Veja que não se está lamentando a benevolência com o Papa Francisco. Só é curioso porque tal atitude não se aplica a outras pessoas e situações.

Stephen Turner – Science Studies e Thomas Kuhn

Science Studies e Thomas Kuhn

Stephen Turner

“The controversy over Thomas Kuhn’s astonishingly successful Structure of Scientific Revolutions ([1962]1996), which denied the possibility of a rational account of conceptual revolutions and characterized them in the language of collective psychology, created the conditions for producing the field that became ‘science studies’”

“A controvérsia sobre o estrondoso sucesso de A Estrutura das Revoluções Científicas, de Thomas Kuhn ([1962] 1996), o qual nega a possibilidade de uma abordagem racional das revoluções conceituais e as caracteriza na linguagem da psicologia coletiva, criou as condições para produção do campo que se tornou ‘science studies’ “

Fonte: TURNER, Stephen. The Social Study of Science before Kuhn. In: HACKETT, Edward J. et al (orgs.). Handbook of Science and Technology Studies. Cambridge: MIT Press, 2008, p. 33.

Imre Lakatos; Alan Musgrave – Thomas Kuhn e o Irracionalismo Científico

Thomas Kuhn e o Irracionalismo Científico

Imre Lakatos; Alan Musgrave 

Segundo Lakatos e Musgrave, Kuhn tentou desfazer a impressão de irracionalismo gerada pela sua obra. Contra esta interpretação, escreveu Kuhn, na narrativa de Imre Lakatos e Alan Musgrave:

“Again, while accepting that his own account of the development of science shares a good deal with that of Feyerabend, Kuhn added that describing that account (as Feyerabend, of course, did) ‘as a defence of irrationality in science seems to me not only absurd but vaguely obscene’ “

“Novamente, embora admitindo que sua própria consideração acerca do desenvolvimento da ciência assemelha-se em boa parte a de Feyerabend, Kuhn acrescentou que a descrição desta abordagem […] ‘como uma defesa da irracionalidade na ciência parece-me não só absurda, mas vagamente obscena’ “

Fonte: LAKATOS, Imre; MUSGRAVE, Alan. Criticism and the Growth of Knowledge. Cambridge: Cambridge University Press, 1965, p. 264.

Levar a comunhão aos divorciados ou os divorciados à comunhão? (II Parte)

Comentário: Continua a reflexão do Pe. Anderson Alves, de Petrópolis-RJ, sobre a Sagrada Comunhão e a situação de divorciados.


Levar a comunhão aos divorciados ou os divorciados à comunhão? (II Parte)

A comunhão aos recasados foi o problema de uma época em que as pessoas ainda valorizavam o Sacramento do Matrimônio

Rio de Janeiro, 03 de Novembro de 2014 (Zenit.org) – Pe. Anderson Alves

Dissemos anteriormente que a questão da comunhão dada aos divorciados e novamente casados não é central na pastoral familiar, além de ser uma discussão anacrônica. O mesmo ensino da Familiaris Consortio aparece no Catecismo da Igreja Católica, n.º 1650 (de 1992); na Carta Annus internationalis Familiae da Congregação para a Doutrina da Fé de 1994[1]; e no documento de 1998 da mesma Congregação, o qual respondia às objeções levantadas àqueles documentos[2]. Importante também é um documento do Conselho Pontifício para os Textos Legislativos sobre a admissão à santa Comunhão dos fiéis divorciados que contraíram novas núpcias, de 24 de junho de 2000[3]; o mesmo tema foi discutido no Sínodo sobre a Eucaristia do ano 2005 e a mesma decisão foi expressa no número 29 da Exortação Apostólica pós-sinodal Sacramentum Caritatis[4].

Joseph Ratzinger – Fé e Desmitologização

Fé e Desmitologização

Joseph Ratzinger

Desmitologização e Aggiornamento são “uma tentativa desesperada de apresentar como atual o que na verdade não deixa de ser passado. São essas tentativas de atualização que exacerbam a nítida impressão de que aquilo que nos é apresentado é’coisa do passado'; e a fé já não parece ser propriamente aquele salto temerário que desafia a generosidade do homem por levar da aparente totalidade de nosso mundo visível ao aparente nada do invisível e intangível, antes parece um desaforo, já que pretende exigir hoje em dia um comprometimento com o passado que é declarado válido para sempre. Mas quem se disporia a tal ato numa época em que o lugar da ideia de ‘tradição’ foi ocupado pela ideia de ‘progresso'”?

  Fonte: RATZINGER, Joseph. Introdução ao Cristianismo. São Paulo: Loyola, 2005, p. 40.

Conselho Pontifício para a Família – Preparação para o Matrimônio

Preparação para o Matrimônio

Conselho Pontifício para a Família

“Durante este momento do itinerário serão necessários encontros frequentes, num clima de diálogo, de amizade, de oração, com a participação de pastores e de catequistas. Estes deverão sublinhar que «a família celebra o Evangelho da vida com a oração diária, individual e familiar: nela, agradece e louva o Senhor pelo dom da vida e invoca luz e força para enfrentar os momentos de dificuldade e sofrimento, sem nunca perder a esperança». (EV 93). E, além disso, os casais de esposos cristãos apostolicamente empenhados, numa visual de são otimismo cristão, podem contribuir para iluminar cada vez melhor a vida cristã no contexto da vocação ao matrimônio e na complementaridade de todas as vocações. Este período, portanto, não será somente de aprofundamento teórico, mas antes um caminho de formação, no qual os noivos, com o auxílio da graça e fugindo a qualquer forma de pecado, se preparam para se doar a si mesmos, como casal, a Cristo que sustém, purifica, nobilita o noivado e a vida conjugal”

Fonte: Conselho Pontifício para a Família. Preparação para o sacramento do matrimônio, §37.

Catolicast: um podcast católico!

Há mais ou menos 6 meses, um grupo de jovens da Arquidiocese de Niterói sentiu-se chamado a produzir mais uma ação de evangelização: eles produzem podcast’s com temas católicos, mas com um perfil mais juvenil: assim surgiu o Catolicast! Preferir uma abordagem mais jovem não significa escolher assuntos mais imbecis, nem mais frívolos. Pelo contrário, o pessoal do Catolicast trata de assuntos importantes e profundos. O diferencial é que o trabalho é feito por jovens universitários, para jovens universitários, com temas que interessem a todos os jovens.

Abaixo vocês podem ouvir o episódio Ser católico no mundo. Sugiro fortemente a divulgação desse trabalho da juventude da arquidiocese.

Francisco José de Almeida – Tempo e Mediocridade

Tempo e Mediocridade

Francisco José de Almeida

“Gasta-se o mesmo tempo em ter uma vida santa do que em ter uma vida vulgar”

Fonte: ALMEIDA, Francisco José de. A virtude da ordem. São Paulo: Quadrante, 2006, p. 37.