Conselho Pontifício para a Família – Crises Conjugais

Crises Conjugais

Conselho Pontifício para a Família

“Os nubentes sejam ajudados preventivamente, de modo a poderem depois manter e cultivar o amor conjugal; a comunicação interpessoal-conjugal; as virtudes e dificuldades da vida conjugal; e como superar as inevitáveis « crises » conjugais”

Fonte: Conselho Pontifício para a Família. Preparação para o sacramento do matrimônio, §46.

Conselho Pontifício para a Família – Preparação para o Matrimônio

Preparação para o Matrimônio

Conselho Pontifício para a Família

“Parece oportuno que, durante a preparação próxima, seja dada a possibilidade de verificar a maturidade dos valores humanos próprios da relação de amizade e de diálogo que caracterizam o noivado. Em vista do novo estado de vida que será vivida como casal, dê-se oportunidade para aprofundar a vida de fé e, sobretudo, aquilo que se refere ao conhecimento da sacramentalidade da Igreja. É esta uma etapa muito importante de evangelização, em que a fé deve incluir a dimensão pessoal e comunitária tanto dos noivos quanto de suas famílias. Nesse aprofundamento será também possível perceber as suas eventuais dificuldades em viver uma autêntica vida cristã”

Fonte: Conselho Pontifício para a Família. Preparação para o sacramento do matrimônio, §33.

Papa Bento XVI – Unidade entre Fé e Razão

Unidade entre Fé e Razão

Papa Bento XVI

“A grande tarefa da Igreja permanece a de ligar, uma à outra, a fé e a razão, ou seja, o olhar que ultrapassa o compreensível e a responsabilidade racional. Com efeito, a razão é um dom de Deus e é o que distingue o homem”.

Fonte: Bento XVI. Luz do Mundo. São Paulo: Paulinas, 2011, p. 102.

Jürgen Habermas – Catolicismo e Racionalidade

Catolicismo e Racionalidade

Jürgen Habermas

Sobre a relação entre fé católica e razão natural, o catolicismo “costuma ter uma relação serena com o lumen naturale, não me parece existir em princípio nenhuma objeção contra uma fundamentação autônoma (independentemente das verdades reveladas) da moral e do direito”

Fonte:HABERMAS, Jürgen; RATZINGER, Joseph. Dialética da secularização: sobre razão e religião. Aparecida: Ideias e Letras, 2007, p. 28.

Notícias sobre a vacinação com Gardasil

Leiam algumas notícias sobre a inofensiva vacinação de meninas brasileiras com o produto Gardasil, promovida pelo governo federal pelos cantões do Brasil varonil.

1. Em Veranópolis e Porto Alegre, no RS, três (3) meninas tiveram problemas de saúde relacionados à vacinação. A Secretaria de Saúde da cidade fala até de choque anafilático. Mas, dizem as autoridades, tudo isso é normal.

2. Dois (2) casos gravíssimos foram relatados no RS, só que em Caxias do Sul e em outra cidade cuja identidade foi escondida da opinião pública. Foram casos de convulsões graves. As duas crianças estão sendo monitoradas para saber a extensão da sequela neurológica que sofreram. Mas, dizem as autoridades, tudo isso é normal.

Thomas Kuhn – Paradigma e Fé

Paradigma e Fé

Thomas Kuhn

“O homem que adota um novo paradigma nos estágios iniciais de seu desenvolvimento frequentemente adota-o desprezando a evidência fornecida pela resolução de problemas. Dito de outra forma, precisa ter fé na capacidade do novo paradigma para resolver os grandes problemas com que se defronta, sabendo apenas que o paradigma anterior fracassou em alguns deles. Uma decisão desse tipo só pode ser feita com base na fé”

Fonte: KUHN, Thomas. A Estrutura das Revoluções Científicas. São Paulo: Perspectiva, 2001, p. 198.

Aristóteles – Ciência Anapodíctica

Ciência Anapodíctica

Aristóteles

“Epistéme anapódeikos”

“Hábito (ciência) não-demonstrativo”

Fonte: ARISTÓTELES. Segundos Analíticos I, 3, 72 b 18-20.

* epistéme (ciência) é uma “héxis apodeiktiké”

Thomas Kuhn – Paradigma

Paradigma

Thomas Kuhn

Paradigmas são as “realizações científicas universalmente reconhecidas que, durante algum tempo, fornecem problemas e soluções modelares para uma comunidade de praticantes de uma ciência”

Fonte: KUHN, Thomas. A Estrutura das Revoluções Científicas. São Paulo: Perspectiva, 2001, p. 13.

Queres saber?

Meditações provocadas pelo saudoso Pe. José Júlio – março/1996

O silêncio é uma oportunidade de encontrar-me com Deus e comigo mesmo. Para melhora relacionar-me com meus irmãos devo conhecer a Deus e a mim mesmo o melhor possível. E Deus prefere falar no silêncio (cf. Ex 3, 1-15; Is 6, 1-8; Jr 1, 4-10). O chamado é feito diretamente por Deus e, por isso, cada vocação é um dom pessoal a cada cristão. Também por ser iniciativa de Deus, é imerecido. Toda vocação é um presente (a gift), uma oportunidade.

Paul Ricouer – Pretensão Gadameriana

Pretensão Gadameriana

Paul Ricouer

Segundo Ricouer, Gadamer pretendeu realizar “a reabilitação do preconceito, da autoridade, da tradição será, pois, dirigida contra o reino da subjetividade, vale dizer, contra os critérios da reflexividade. A história me precede e antecipa-se à minha reflexão. Pertenço à história antes de me pertencer”

Fonte: RICOUER, Paul. Interpretação e Ideologias. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1983, p. 108.

Hans-Georg Gadamer – Teoria dos Preconceitos

Teoria dos Preconceitos

Hans-Georg Gadamer

“Seguindo a teoria dos preconceitos desenvolvida na Aufklärung, podemos encontrar a seguinte divisão básica: é preciso distinguir entre os preconceitos da estima humana e os preconceitos pro precipitação. Essa divisão tem seu fundamento na origem dos preconceitos, na perspectiva das pessoas que os nutrem. O que nos induz a erros é a estima pelos outros, por sua autoriade, ou a precipitação que existe em nós mesmos”

Fonte: GADAMER, Hans-Georg. Verdade e Método. Petrópolis: Vozes, 1999, p. 362.

Sempre a humildade

Sem humildade, qualquer vício é invencível; com orgulho, nenhuma virtude é suficiente

A Quaresma é tempo litúrgico especial para se pensar nos Novíssimos. Apesar da tentativa constante de fazer os homens atuais esquecerem da escatologia universal, o encontro individual de cada homem com Deus revive a certeza da morte e a esperança de justiça. E esta oportunidade anual nos faz lembrar a importância da virtude da humildade.

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Papa Bento XVI – Lei Natural

Lei Natural

Papa Bento XVI

“A lei natural é a nascente de onde brotam, juntamente com os direitos fundamentais, também imperativos éticos que é necessário respeitar”.

Fonte: Discurso aos participantes do Congresso sobre Lei Moral Natural promovido pela Pontifícia Universidade Lateranense, em 12/02/2007.

Jürgen Habermas – Valores Humanos

Valores Humanos

Jürgen Habermas

“A permeação mútua do cristianismo e da metafísica grega não produziu apenas a forma espiritual da dogmática teológica e a helenização – nem sempre benéfica – do cristianismo. Ela promoveu também a apropriação de conteúdos genuinamente cristãos pela filosofia. Esse processo de apropriação tomou forma em redes conceituais normativas extremamente carregadas, como, por exemplo, responsabilidade, autonomia e justificação, ou história e memória, recomeço, inovação e retorno, ou emancipação e realização, ou despojamento, internalização e incorporação, individualidade e comunidade. Mesmo transformando o sentido originalmente religioso, contudo não o deflacionou ou consumiu a ponto de torná-lo vazio”

Fonte:HABERMAS, Jürgen; RATZINGER, Joseph. Dialética da secularização: sobre razão e religião. Aparecida: Ideias e Letras, 2007, pp. 49-50

O problema da razão prática

Desde a reabilitação da Filosofia Prática, iniciada nas décadas de 60 e 70, emblematicamente simbolizada pela obra Rehabilitierung der praktischen Philosophie[1], se coloca à reflexão filosófica a tarefa de executar uma justificação satisfatória de um saber ético geral. Tal conhecimento deverá possuir a peculiaridade de afirmar não apenas o que convém eticamente ao homem, mas de determinar o que é bom ou mau em geral para o homem. Entretanto, Aristóteles nos diz que o bom e o mau no humano nunca se dão em geral, jamais se apresentam genericamente, mas pelo contrário ocorrem sempre numa escolha prática, se mostram sempre na particularidade deste homem[2].

Fiódor Dostoiévski – Destino Cego

Destino Cego

Fiódor Dostoiévski

“¡Fatalidad! ¡Oh, Naturaleza! La desgracia es que el hombre está solo sobre la tierra”.

Fonte: DOSTOIÉVSKI, Fiódor. Era cariñosa y humilde. Argentina: Nuevo Siglo, 1995, p. 100.

Henri Bergson – Pré-compreensão

Pré-compreensão

Henri Bergson

“O filósofo não parte de idéias pré-existentes”

Fonte: BERGSON, Henri. Conferências Os Pensadores. São Paulo: Editora Abril, 1973, p. 63.

Hans-Georg Gadamer – Interpretação

Interpretação

Hans-Georg Gadamer

“A interpretação não é um ato posterior e oportunamente complementar à compreensão, porém, compreender é sempre interpretar, e, por conseguinte, a interpretação é a forma explícita da compreensão”

Fonte: GADAMER, Hans-Georg. Verdade e Método.  Petrópolis: Vozes, 1999, p. 457.