G. K. Chesterton – Tradição e Educação

Tradição e Educação

G. K. Chesterton

“Eis a educação perpétua: ter suficiente certeza de que algo é verdadeiro a ponto de chegar à ousadia de contá-lo a uma criança. É deste dever altamente audacioso que os modernos estão fugindo de todas as formas possíveis e sua única desculpa é, naturalmente, que suas filosofias modernas são tao imaturas e hipotéticas que eles não se julgam capazes de convencer nem a eles mesmos, quanto menos a um recém-nascido”

Fonte: CHESTERTON, G. K. O que há de errado com o mundo. Campinas: Ecclesiae, 2013, pp. 158-159.

 

Hans-Georg Gadamer – Tradição

Tradição

Hans-Georg Gadamer

“Estamos, como seres finitos, dentro das tradições, quer as conheçamos, quer não, quer estejamos conscientes delas ou cegos o bastante para crermos que começamos do novo – isso tudo não muda nada do poder das tradições sobre nós”

Fonte: GADAMER, Hans-Georg. A atualidade do belo. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1985, p. 73.

Renée Descartes – Tradição Filosófica

Tradição Filosófica

Renée Descartes

“Sabia que as línguas que se aprendem são necessárias para compreensão dos livros antigos; que a delicadeza das fábulas desperta o espírito; que as livros é como uma conversação estudada na qual estes nos revelam seus melhores pensamentos; que a eloqüência tem forças e belezas incomparáveis; que a poesia tem delicadezas e doçuras fascinantes; que as matemáticas têm invenções sutilíssimas e podem servir muito, tanto ara satisfazer os curiosos, como para facilitar todas as artes e diminuir os trabalhos dos homens”

Fonte: DESCARTES, Renée. Discurso do Método. São Paulo: Martin Claret, 2004, p. 23.

Vocação: resposta de amor

A vocação é uma resposta de amor: a Deus, a si mesmo e aos irmãos

O chamado vocacional é um mistério: muitos são chamados, poucos escolhidos. Mas um padrão parece manter-se em todos os casos. A vocação é uma resposta ao amor de Deus. Tal resposta é um dom dado ao vocacionado e um bem a si mesmo, antes de tudo; mas a vocação é dada também para o serviço do irmão.

Trindade

Conselho Pontifício para a Família – Preparação para o Matrimônio

Preparação para o Matrimônio

Conselho Pontifício para a Família

 ”A preparação para o matrimônio, para a vida conjugal e familiar, é de importância relevante para o bem da Igreja. De fato, o sacramento do Matrimônio tem um grande valor para toda a comunidade cristã e, em primeiro lugar, para os esposos, cuja decisão é tal que não poderia ser sujeita à improvisação ou a escolhas apressadas. Em outras épocas, tal preparação podia contar com o apoio da sociedade, a qual reconhecia os valores e os benefícios do matrimônio. A Igreja, sem obstáculos ou dúvidas, tutelava a sua santidade, sabedora do fato que o sacramento do Matrimônio representava uma garantia eclesial, qual célula vital do Povo de Deus. O apoio eclesial era, pelo menos nas comunidades realmente evangelizadas, firme, unitário, compacto. Eram raras, em geral, as separações e falências dos matrimônios, e o divórcio era considerado uma ‘chaga’ social “

Fonte: Conselho Pontifício para a Família. Preparação para o sacramento do matrimônio, §1.

Edmund Husserl – Cientificismo

Cientificismo

Edmund Husserl

“Na miséria de nossa vida [..], esta ciência não tem nada a nos dizer. Ela exclui em princípio aqueles problemas, os mais candentes para o homem, que, em nossos tempos atormentados, sente-se à mercê do destino”

Fonte: HUSSERL, Edmund. A crise das ciências européias e a Fenomenologia Transcendental. Paris: Gallimard, p. 10.

Aristóteles – Ser

Ser

Aristóteles

“Já que o ser se diz em muitos sentidos, a entelékheia é o principal”

Fonte: ARISTÓTELES. De Anima II 1, 412 b 8-9.

Henri Bergson – Sistema Filosófico

Sistema Filosófico

Henri Bergson

“Um sistema filosófico parece, primeiramente, erguer-se como um edifício completo, de uma sábia arquitetura, onde tudo está disposto para que possamos alojar comodamente todos os problemas”

Fonte: BERGSON, Henri. Conferências. A Intuição Filosófica. Os Pensadores. São Paulo: Editora Abril, 1973, p. 55.

Exame de Consciência das Famílias sobre Sofrimento

Em razão de momentos fortes de oração pessoal e comunitária, proporcionamos outro momento de meditação, desta vez com respeito ao sofrimentoOs outros exames de consciência estão aqui e sua meditação pode favorecer uma renovação nos próprios matrimônios.

1. Entendo que as lágrimas derramadas no meu matrimônio, por amor a Cristo, por Ele serão consoladas?

2. Costumo refletir sobre as coisas que me fazem sofrer, a fim de saber se tal sofrimento é permitido por Deus ou provocado por minhas más escolhas?

3. Procuro ver as dores cotidianas com olhar de transcendência?

4. Estou próximo das dores de meus familiares e amigos, como Nosso Senhor fez com o amigo Lázaro e suas irmãs?

Joseph Ratzinger – Fé e Conversão

Fé e Conversão

Joseph Ratzinger

“A fé é a conversão na qual o ser humano descobre que está perseguindo uma ilusão quando se atém exclusivamente às coisas palpáveis”

  Fonte: RATZINGER, Joseph. Introdução ao Cristianismo. São Paulo: Loyola, 2005, p. 40.

Conselho Pontifício para a Família – Matrimônio e Espiritualidade

Matrimônio e Espiritualidade

Conselho Pontifício para a Família

” A espiritualidade esponsal, envolvendo a experiência humana, nunca separada da vida moral, tem as suas raízes no Batismo e na Confirmação. O itinerário de preparação dos noivos deverá, portanto, incluir uma recuperação dos dinamismos sacramentais com um papel particular dos sacramentos da Reconciliação e da Eucaristia. O sacramento da Reconciliação glorifica a misericórdia divina para com a miséria humana, faz crescer a vitalidade baptismal e os dinamismos próprios da Confirmação. Daqui o poder da pedagogia do amor redimido que faz descobrir com assombro a grandeza da misericórdia de Deus diante do drama do ser humano, criado por Deus e mais maravilhosamente remido. A Eucaristia, celebrando a memória da doação de Cristo à Igreja, desenvolve o amor afetivo próprio do matrimônio na doação quotidiana ao cônjuge e aos filhos, sem esquecer e deixar de atender a que «a celebração que dá significado a qualquer forma de oração e de culto é a que se exprime na existência quotidiana da família, quando esta é uma existência feita de amor e doação» (EV 93)”

Fonte: Conselho Pontifício para a Família. Preparação para o sacramento do matrimônio, §41.

Reflexões – Adoração pelas Famílias – Março/2014

Um lar cristão é aquele em que seus membros rivalizam em caridade. Nesse lar, Deus que não se deixa vencer em generosidade fará coisas maravilhosas

Adoração das Famílias – Mar.2014 – Paróquia São João Batista – Tenente Jardim – Niterói – RJ

Adoração das Famílias – Mar.2014 – Paróquia São João Batista – Tenente Jardim – Niterói – RJ

Muitos matrimônios viáveis têm sofrido dificuldades sem tamanho – e infelizmente alguns têm naufragado – por causa da negligência em fazer a manutenção de seu sacramento. Os anos passam, as décadas se vão e não se dedica tempo a voltar ao primeiro amor do matrimônio, aquele que fez com que os jovens casais dissessem em uma só voz: é você! É com você que quero viver durante toda minha vida. Para ser fiel a essa promessa é necessário mais que boas intenções e arrepios sentimentalóides.

Conselho Pontifício para a Família – Crises Conjugais

Crises Conjugais

Conselho Pontifício para a Família

“Os nubentes sejam ajudados preventivamente, de modo a poderem depois manter e cultivar o amor conjugal; a comunicação interpessoal-conjugal; as virtudes e dificuldades da vida conjugal; e como superar as inevitáveis « crises » conjugais”

Fonte: Conselho Pontifício para a Família. Preparação para o sacramento do matrimônio, §46.

Conselho Pontifício para a Família – Preparação para o Matrimônio

Preparação para o Matrimônio

Conselho Pontifício para a Família

“Parece oportuno que, durante a preparação próxima, seja dada a possibilidade de verificar a maturidade dos valores humanos próprios da relação de amizade e de diálogo que caracterizam o noivado. Em vista do novo estado de vida que será vivida como casal, dê-se oportunidade para aprofundar a vida de fé e, sobretudo, aquilo que se refere ao conhecimento da sacramentalidade da Igreja. É esta uma etapa muito importante de evangelização, em que a fé deve incluir a dimensão pessoal e comunitária tanto dos noivos quanto de suas famílias. Nesse aprofundamento será também possível perceber as suas eventuais dificuldades em viver uma autêntica vida cristã”

Fonte: Conselho Pontifício para a Família. Preparação para o sacramento do matrimônio, §33.

Papa Bento XVI – Unidade entre Fé e Razão

Unidade entre Fé e Razão

Papa Bento XVI

“A grande tarefa da Igreja permanece a de ligar, uma à outra, a fé e a razão, ou seja, o olhar que ultrapassa o compreensível e a responsabilidade racional. Com efeito, a razão é um dom de Deus e é o que distingue o homem”.

Fonte: Bento XVI. Luz do Mundo. São Paulo: Paulinas, 2011, p. 102.

Jürgen Habermas – Catolicismo e Racionalidade

Catolicismo e Racionalidade

Jürgen Habermas

Sobre a relação entre fé católica e razão natural, o catolicismo “costuma ter uma relação serena com o lumen naturale, não me parece existir em princípio nenhuma objeção contra uma fundamentação autônoma (independentemente das verdades reveladas) da moral e do direito”

Fonte:HABERMAS, Jürgen; RATZINGER, Joseph. Dialética da secularização: sobre razão e religião. Aparecida: Ideias e Letras, 2007, p. 28.

Notícias sobre a vacinação com Gardasil

Leiam algumas notícias sobre a inofensiva vacinação de meninas brasileiras com o produto Gardasil, promovida pelo governo federal pelos cantões do Brasil varonil.

1. Em Veranópolis e Porto Alegre, no RS, três (3) meninas tiveram problemas de saúde relacionados à vacinação. A Secretaria de Saúde da cidade fala até de choque anafilático. Mas, dizem as autoridades, tudo isso é normal.

2. Dois (2) casos gravíssimos foram relatados no RS, só que em Caxias do Sul e em outra cidade cuja identidade foi escondida da opinião pública. Foram casos de convulsões graves. As duas crianças estão sendo monitoradas para saber a extensão da sequela neurológica que sofreram. Mas, dizem as autoridades, tudo isso é normal.

Thomas Kuhn – Paradigma e Fé

Paradigma e Fé

Thomas Kuhn

“O homem que adota um novo paradigma nos estágios iniciais de seu desenvolvimento frequentemente adota-o desprezando a evidência fornecida pela resolução de problemas. Dito de outra forma, precisa ter fé na capacidade do novo paradigma para resolver os grandes problemas com que se defronta, sabendo apenas que o paradigma anterior fracassou em alguns deles. Uma decisão desse tipo só pode ser feita com base na fé”

Fonte: KUHN, Thomas. A Estrutura das Revoluções Científicas. São Paulo: Perspectiva, 2001, p. 198.