Thomas Kuhn – Fontes da Ciência

Fontes da Ciência

Thomas Kuhn

“Embora o historiador sempre possa encontrar homens [...] que não foram razoáveis ao resistirem por tanto tempo, não encontrará um ponto onde a resistência torna-se ilógica ou acientífica. Quando muito ele poderá querer dizer que o homem que continua a resistir após a conversão de toda a sua profissão deixou ipso facto de ser um cientista”

Fonte: KUHN, Thomas. A Estrutura das Revoluções Científicas. São Paulo: Perspectiva, 2001, p. 200.

Viva a nossa Família – 7 anos!

HolyFamilybyGutierrez

Comentário: Os articulistas deste blog fazem parte de uma família,  um grupo envolto em uma atmosfera que respira fé. Que busca a santidade, e que está unida há 7 anos. A esta família, Grupo Famílias em Cristo, com carinho e amor:

Machado for Dummies

O jornal Gazeta do Povo publicou artigo de um articulista do Site Humanitatis. Trata-se de uma reflexão sobre a medida de idiotização da população brasileira pelo atual governo:

“A cultura brasileira desse início de século sofre de uma sintomática amnésia socrática. Os mestres atuais esqueceram-se dessa lição helênica. Alguns dos nossos contemporâneos têm certeza de que sabem mais que os outros e tomaram para si a tarefa e o dever de ensiná-los, arrancando-os das trevas da ignorância. É essa a pior faceta da já ridícula e vergonhosa decisão do governo brasileiro de simplificar Machado de Assis para o público. Resolveu-se em algum escritório antissocrático que uns sabem e outros jamais saberão. Por isso, é necessário facilitar a literatura. Algo como Machado for Dummies!”

Luz

Continuem lendo o texto no site do jornal aqui.

Henri Bergson – Compreensão Filosófica

Compreensão Filosófica

Henri Bergson

“Mas um contato freqüentemente renovado com o pensamento do mestre pode nos levar, por uma impregnação gradual, a um sentimento totalmente diferente [...] Na medida em que buscamos nos instalar no pensamento do filósofo em lugar de dar voltas em torno dele, vemos a doutrina se transfigurar. Primeiramente a complicação diminui. Depois as partes penetram umas nas outras. Enfim, tudo se concentra num ponto único, do qual sentimos que poderíamos nos aproximar pouco a pouco… [...] Toda a complexidade  de sua doutrina, que se estenderia ao infinito,  é apenas a incomensurabilidade entre sua intuição simples e os meios de que dispunha  para  exprimi-la”

Fonte: BERGSON, Henri. Conferências. A Intuição Filosófica. Os Pensadores. São Paulo: Editora Abril, 1973, p. 56.

Jürgen Habermas – Fé e Razão

Fé e Razão

Jürgen Habermas

“É possível que na vida das comunidades religiosas – contanto que evitem o dogmatismo e a coerção das consciências – permaneça intacto algo que se perdeu alhures e que não pode ser recuperado, nem mesmo com a ajuda exclusiva do conhecimento profissional de especialistas; estou falando de possibilidades de expressão e sensibilidades suficientemente diferenciadas para uma vida malograda, para patologias sociais, para o fracasso de projetos de vida individuais e as deformações de nexos de vida truncados. Partindo da assimetriadas pretensões epistêmicas, é possível justificar na filosofia uma disposição para a aprendizagem frente à religião, não por razões funcionais, e sim por razões de conteúdo, lembrando os bem-sucedidos processos de aprendizagem ‘hegelianos’ “

Fonte:HABERMAS, Jürgen; RATZINGER, Joseph. Dialética da secularização: sobre razão e religião. Aparecida: Ideias e Letras, 2007, pp. 48-49

Pérolas de Sakamoto I, o Belo – Parte IV

Sakamoto I, o Belo, tem belíssimas ideias, apesar de o mundo teimar em desdizê-las. Sakamoto I, o belo, é a favor da descriminalização de algumas drogas, apesar do mal comprovado acerca de todo tipo de fumo, inclusive da maconha;  ele se soma aos eco-chatos que defendem o aquecimento do clima por causas antropogênicas, apesar dos fatos desdizerem-no há no mínimo 10 anosele crê com fé fundamentalista no tratamento com células-tronco embrionárias, apesar dos recentes sucessos com células adultas. Contudo, mais grave que suas opiniões expressas, mais importante do que a opinião de Sakamoto I, o belo, é o silêncio retumbante sobre certos assuntos.

Serpente

Joseph Ratzinger – Democracia e Injustiça

Democracia e Injustiça

Joseph Ratzinger

“As maiorias também podem ser cegas e injustas”

Fonte:HABERMAS, Jürgen; RATZINGER, Joseph. Dialética da secularização: sobre razão e religião. Aparecida: Ideias e Letras, 2007, p.67.

Hans-Georg Gadamer – Sentido do Texto

Sentido do Texto

Hans-Georg Gadamer

“Não devemos jamais menosprezar o que uma palavra nos pode dizer”

Fonte: GADAMER, Hans-Georg. A atualidade do belo. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1985, p. 23.

A bola e a urna

O Jornal do Brasil publicou mais um texto de um articulista do Site Humanitatis. É uma analogia sobre a Copa do Mundo e as Eleições desse ano. Espero que gostem e que divulguem entre seus amigos e familiares. Eis um extrato:

(…) A Fúria rompeu o contrato com a bola, e ela pune. Mesmo preferindo o toque de classe, a precisão do craque, a delicada violência do goleador, a bola pune os que não levam o jogo a sério, os que se fiam no sucesso passado, os que negligenciam o doce peso de ser protagonista de uma Copa do Mundo. Pois, ser escolhido pela bola é ser escolhido para uma missão que ultrapassa em muito cada jogador, cada equipe, cada campeonato. É para o torcedor que a bola existe. E aqui voltamos à analogia com a urna (…).

Luz

Para ler a íntegra, vejam aqui.

Corpus Christi – 2014

Solenidade de Corpus Christi

A Festa de Corpus Christi é a festa do transbordamento. Os católicos se sentem tão abençoados que não guardam para si o dom mais sublime da Igreja: o Santíssimo Sacramento. Por isso, levam para as ruas e praças do país Jesus Sacramentado, para que os homens saibam que o amor de Deus é de tal maneira superabundante que as paredes das igrejas não conseguem represá-lo. É preciso gritar com voz alta e poderosa: ei-lO, Nosso Senhor Jesus Cristo, escondido sob as espécies de pão! ei-lO, aquele que nosso coração ama!

Corpus_Christi_2014

Papa Bento XVI – Corporeidade

Corporeidade

Papa Bento XVI

“Hoje é preciso reconhecer que devemos reencontrar de novo o caminho que conduz a uma atitude propriamente cristã, como a que existia no cristianismo primitivo e nos grandes momentos do cristianismo: a alegria e o sim ao corpo, o sim à sexualidade, considerados como um dom, dos quais fazem parte também a disciplina e a responsabilidade”.

Fonte: Bento XVI. Luz do Mundo. São Paulo: Paulinas, 2011, p. 132.

Aristóteles – Raciocínio Apodíctico

Raciocínio Apodíctico

Aristóteles

“O raciocínio é uma ‘demonstração’ quando as premissas das quais parte são verdadeiras e primeiras, ou quando o conhecimento que delas temos provém originalmente de premissas primeiras e verdadeiras”

Fonte: ARISTÓTELES. Tópicos 100 a 27 – b 23.


Copa ou JMJ?

Comparando a abertura da Copa do Mundo com a festa que antecedeu o início da missa de abertura da JMJ. Vejam que a Copa já começou perdendo…

Bota na conta do Lula e da Dilma!

Você acha que a saúde está ruim? Acha que as manifestações são violentas? Que os policiais são muitas vezes vítimas? Que a educação está tão ruim quanto há 20 anos? Que a democracia está em risco? Então, não esqueça:

Põe na conta do PT!!!

Põe na conta da Dilma!!!

Põe na conta do Lula!!!

Bota na conta01

Arthur Schopenhauer – Princípio de Causalidade

Princípio de Causalidade

Arthur Schopenhauer

“Quando, em qualquer lugar ou em qualquer momento, no mundo objetivo, real ou material, uma coisa qualquer, grande ou pequena, sobre uma modificação, o princípio da causalidade nos cientifica que imediatamente antes dêsse fenômeno, outro objeto experimentou necessàriamente qualquer modificação, da mesma forma que, para que êste último se modificasse, outro objeto modificou-se anteriormente – e assim consecutivamente até o infinito.

Nessa série regressiva de modificações sem fim, que enchem o tempo como a matéria o espaço, jamais se conseguirá descobrir qualquer ponto inicial, nem mesmo dêle cogitar como possível, quanto mais supô-lo existente.”

Fonte: SCHOPENHAUER, Arthur. O livre arbítrio. Rio de Janeiro: Edições de Ouro, 1967, p. 83-84

Jacques Maritain – Estética

Estética

Jacques Maritain

“Saiu de moda falar de beleza a propósito da arte tanto como falar de verdade a propósito da filosofia”

Fonte: MARITAIN, Jacques. L’intuition créatica. p. 162-165.

Princesa e Sapo: perversidade escondida

A premissa mais perversa do Mito do Príncipe Encantado é a suposição de que, no relacionamento que agora vivo, o responsável pelos maus caminhos é sempre o outro. Afinal, se há um sapo é por que há uma princesa, não é? De fato, quem imagina seu relacionamento sob essa chave de leitura supõe que se faz parte da realeza e que o outro – o anfíbio gosmento – é que precisa mudar para que o relacionamento mude da água para o vinho. Ledo engano! Nenhum relacionamento é composto de um só anfíbio. Dizendo de outro modo, não existe princesa!

Família, Dom de Deus

Família, Dom de Deus

Albert Camus – História

História

Albert Camus

“Entre a história e o eterno, escolhi a história porque amo as certezas”

Fonte: CAMUS, Albert. O mito de Sísifo. Rio de Janeiro: Record, 2004, p. 100-101.