Tag: Antropologia Filosófica

Joseph Ratzinger – Amor e Sofrimento

Amor e Sofrimento Joseph Ratzinger “Quem não aceita o sofrimento não pode amar, pois o amor implica sempre algum grau de morte para si mesmo, de entrega de si a outro, de libertação de si” Fonte: RATZINGER, Joseph. Homilias sobre os santos. São Paulo: Quadrante, 2007, p.74.

Jürgen Habermas – Fenômeno Religioso

Fenômeno Religioso Jürgen Habermas “A filosofia precisa levar a sério esse fenômeno como um desafio cognitivo a ser analisado a partir do lado interior” Fonte:HABERMAS, Jürgen; RATZINGER, Joseph. Dialética da secularização: sobre razão e religião. Aparecida: Ideias e Letras, 2007, p. 44.

Jürgen Habermas – Religião

Religião Jürgen Habermas Religião, para Habermas, “é originalmente uma ‘visão do mundo’ ou uma ‘compreehensive doctrine’, inclusive no sentido de reivindicar a autoridade de estruturar a forma de vida como um todo” Fonte:HABERMAS, Jürgen; RATZINGER, Joseph. Dialética da secularização: sobre razão e religião. Aparecida: Ideias e Letras, 2007, p. 53.

Jürgen Habermas – Fé e Razão

Fé e Razão Jürgen Habermas “A expectativa de uma não convergência continuada entre fé e conhecimento só pode merecer o atributo de ‘sensata’ se for admissível que as convicções religiosas ganhem também, na perspectiva do conhecimento secular-profano, um status epistêmico que não seja pura e simplesmente irracional” Fonte:HABERMAS, Jürgen; RATZINGER, Joseph. Dialética da secularização: sobre razão e religião. Aparecida: Ideias e Letras, 2007, p. 56.

Jürgen Habermas – Estado Liberal e Tolerância Religiosa

Estado Liberal e Tolerância Religiosa Jürgen Habermas “A consciência secular também tem de pagar seu tributo para entrar no gozo da liberdade religiosa negativa. Espera-se dela uma exercitação no relacionamento autorreflexivo com os limites do iluminismo. A concepção de tolerância de sociedades pluralistas de constituição liberal não exige apenas dos crentes que entendam, em suas relações com os descrentes e os crentes de outras religiões, que precisam contar sensatamente com a continuidade de um dissenso, pois numa cultura política liberal…

Arthur Schopenhauer – Determinismo e Liberdade

Determinismo e Liberdade Arthur Schopenhauer “O homem em si não muda nunca: como agiu em um caso, tornará a agir quando iguais circunstâncias se repetirem (supondo-se todavia que possua um conhecimento exato)” Fonte: SCHOPENHAUER, Arthur. O livre arbítrio. Rio de Janeiro: Edições de Ouro, 1967, p. 131.

Joseph Ratzinger – Tarefa da Filosofia

Tarefa da Filosofia Joseph Ratzinger À filosofia cabe a tarefa de “acompanhar de forma crítica as ciências singulares, denunciando conclusões precipitadas e certezas aparentes sobre o que é o ser humano, de onde vem e para que existe, ou, em outras palavras, eliminando o elemento não científico dos resultados científicos com os quais não raramente se confunde, para manter aberto o olhar sobre o todo, sobre as demais dimensões da realidade humana, da qual as ciências só podem mostrar aspectos…

Jürgen Habermas – Fé e Razão

Fé e Razão Jürgen Habermas “É possível que na vida das comunidades religiosas – contanto que evitem o dogmatismo e a coerção das consciências – permaneça intacto algo que se perdeu alhures e que não pode ser recuperado, nem mesmo com a ajuda exclusiva do conhecimento profissional de especialistas; estou falando de possibilidades de expressão e sensibilidades suficientemente diferenciadas para uma vida malograda, para patologias sociais, para o fracasso de projetos de vida individuais e as deformações de nexos de…

Papa Bento XVI – Corporeidade

Corporeidade Papa Bento XVI “Hoje é preciso reconhecer que devemos reencontrar de novo o caminho que conduz a uma atitude propriamente cristã, como a que existia no cristianismo primitivo e nos grandes momentos do cristianismo: a alegria e o sim ao corpo, o sim à sexualidade, considerados como um dom, dos quais fazem parte também a disciplina e a responsabilidade”. Fonte: Bento XVI. Luz do Mundo. São Paulo: Paulinas, 2011, p. 132.

Papa Bento XVI – Corporeidade

Corporeidade Papa Bento XVI “É importante que o homem seja alma e corpo, que como corpo seja realmente ele mesmo, e que a partir daí conceba o corpo positivamente e a sexualidade como um dom positivo. Através dela, o homem participa da obra criadora de Deus. É uma grande tarefa preservar esta ideia positiva como um tesouro que nos é confiado e reafirmá-la juntos”. Fonte: Bento XVI. Luz do Mundo. São Paulo: Paulinas, 2011, p. 132.