Tag: Cinema

Cinema em foco: Amor e Fidelidade

Acredito que seja senso comum que um dos pilares mais importantes que sustentam as relações humanas é o amor. A família é (ou ao menos deveria ser) o lugar onde todo ser humano experimenta pela primeira vez essas relações humanas, de forma intensa e necessária para sua sobrevivência. Sendo assim, o amor também é na família presença fundamental para seu sustento duradouro e saudável. No entanto, o amor não reina sozinho nos relacionamentos familiares. Ele estende seus braços para outros…

A Família do Futuro

Fomos convidados para escrever no blog “Conversa em Família”. Nós dois somos casados e temos formação na área de computação, mas somos apaixonados por famílias! Então, juntando esses dois temas, como sugestão, nos foi pedido que escrevêssemos como a tecnologia pode influenciar na família, ou vice-versa. Dissemos que íamos pensar na idéia, e pensamos.

Mais Cinema

Há duas posturas muito complicadas em relação à arte: o puritanismo e o hedonismo cultural. O segundo afirma que a arte está livre de todo limite ético ou social. Como vimos em outro lugar, isso seria absurdo, pois não há ação humana que escape do Senhorio de Deus, seja Ele quem for; de outro lado, o puritanismo cultural sustenta que a cultura não pode nada, tudo deve estar submetido à fé. É lícito castrar a sociedade – pensam – de…

Dogville (Dogville)

Dogville[1] (Diretor: Lars von Trier[2]) Sinopse: O que podemos esperar de uma pequena comunidade, sem muitos recursos materiais, quando recebe um presente inesperado: alguém que necessita de mais ajuda que eles mesmos? Eles acolherão esse presente ou não? Essa é a primeira leitura possível de Dogville (2003) – e talvez a mais simples. Essa é, diríamos, uma abordagem mais imediata. A questão que brota do fundo desse interpretação é sobre eticidade: afinal de contas, a dignidade humana é um valor…

Andrei Rublev (Andrei Rublev)

Andrei Rublev[1] (Diretor: Andrei Tarkovsky[2]) Sinopse: Kirill está impaciente. Tomado por uma tristeza profunda contempla os quadros que produziu. Tudo parece vazio. No fundo do coração compara suas obras às do confrade Andrei. Sente inveja. Para ocultar este mal-estar e este ressentimento que vai pouco a pouco o vencendo, rememora passagens da Sagrada Escritura. É neste momento que surge a frase que dá o tom do filme: “Vaidade das vaidades, tudo é vaidade”[3].  Esta talvez seja a seqüência que melhor…