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Comentário ao Evangelho de São Mateus 9, 32-38 – Pe. Gustavo Cinne (Nova Friburgo)

A Messe é Grande Vamos ouvir o que nos diz Jesus: “A messe é grande, mas os trabalhadores são poucos. Pedi pois ao dono da messe que envie trabalhadores para a sua colheita!” Mt 9, 37-38 Oração pelas vocações: Jesus, mestre divino que chamastes os apóstolos para vos seguir, continuai a passar pelos nossos caminhos, pelas nossas famílias, pelas nossas escolas. E continuai a repetir o convite a muitos de nossos jovens. Dai coragem às pessoas convidadas, dai forças para…

Pérolas e Matrimônios

Como entender o mistério do matrimônio à luz do Evangelho? Que imagem pode ser utilizada para explicar aos que não possuem a mesma fé dos cristãos o que eles pensam quando se dão em matrimônio? Matrimônios são como pérolas, como um tesouro escondido. Um bom texto  para compreender o matrimônio cristão é Mateus 13, 44: O Reino dos céus é também semelhante a um tesouro escondido num campo. Um homem o encontra, mas o esconde de novo. E, cheio de alegria,…

A Fidelidade não é um vício

A hermenêutica contemporânea defende que todos os esforços de conversão e de melhorias humanas, como a busca por virtudes, devem ser desprezados e tomados por soberba, por moralismo hipócrita. Os que lutam para ser fiéis ao Evangelho e a Deus, cumprindo com suor e lágrimas os mandamentos, esses devem ser punidos pois sua fidelidade é falsa e ofende os pródigos. Assim, vemos como não apenas a infidelidade, o desperdício, a ingratidão, a luxúria, a avareza do mais moço é tolerada…

A rainha humildade

Ou o homem se abaixa e permite ser alcançado humildemente por esse amor, ou amando loucamente com seu pequeno coração jamais O alcançará. De Deus é a iniciativa de amar o homem e este faz muito bem em aceitá-lo com humildade. Não faz mal, porém, ter um ramo de flores para oferecer ao visitante de noss’alma que, livre e gratuitamente, nos visita Há algumas distinções entre o cristianismo e a filosofia. Não se trata propriamente de contradições, mas de perspectivas…

A tarefa cotidiana de todo homem

Eis o que todos os homens fazem todos os dias, desde o nascimento até o obituário: criar para si buracos de agulha cada vez maiores ou camelos cada vez menores Os 11 frequentadores do Non Nise Te! sabem que sou homem dogmático. Aliás, já disse isso antes, tenho até certezas inquestionáveis, as quais reservo para uma parte da minha vida. Sim, tenho algumas certezas e não me incomodo com suas existências. Não me incomoda nada a certeza da massa atômica…

Passio Domini Nostri Iesu Cristi

Para entrar no espírito da semana, sugiro a interpretação do relato da Paixão de Nosso Senhor, cantado lindamente no Vaticano. Ainda que seja raro encontrar paróquias onde se canta este relato na Sexta-feira Santa (ou até por isso mesmo), experimentar essa liturgia é fantástico. [iframe: width=”560″ height=”315″ src=”http://www.youtube.com/embed/tB792T9HJDo” frameborder=”0″ allowfullscreen]

Raniero Cantalamessa – Morte

Morte Raniero Cantalamessa “A suprema contradição que o homem de sempre experimenta – entre a vida e a morte – foi superada. Mas a contradição mais radical não está em viver e morrer, mas entre viver ‘para o Senhor’ e viver ‘para si mesmo’… Viver para si mesmo é o novo nome da morte” Fonte: CANTALAMESSA, Raniero. Nós Pregamos Cristo Crucificado. São Paulo: Loyola, 1996, p. 13.