Tag: Filosofia Prática

Arthur Schopenhauer – Tipos de Liberdade

Tipos de Liberdade Arthur Schopenhauer Para o filósofo há 3 tipos de liberdade: “liberdade física, a liberdade intelectual e a liberdade moral” Fonte: SCHOPENHAUER, Arthur. O livre arbítrio. Rio de Janeiro: Edições de Ouro, 1967, p. 30.

O problema da razão prática

Desde a reabilitação da Filosofia Prática, iniciada nas décadas de 60 e 70, emblematicamente simbolizada pela obra Rehabilitierung der praktischen Philosophie[1], se coloca à reflexão filosófica a tarefa de executar uma justificação satisfatória de um saber ético geral. Tal conhecimento…

Immanuel Kant – Máxima

Máxima Immanuel Kant “Devo proceder sempre de maneira que eu possa querer também que a minha máxima se torne uma lei universal” Fonte: KANT, Immanuel. Fundamentação da Metafísica dos Costumes. Trad. Paulo Quintela. Coimbra: 1960, p. 27-28.      

Immanuel Kant – Máxima

Máxima Immanuel Kant “Máxima é o princípio subjetivo do querer; o princípio objetivo […] é a lei prática” Fonte: KANT, Immanuel. Fundamentação da Metafísica dos Costumes. Trad. Paulo Quintela. Coimbra: 1960, p. 26.

Immanuel Kant – Máxima

Máxima Immanuel Kant “Age apenas segundo uma máxima tal que possas ao mesmo tempo querer que ela se torne lei universal” Fonte: KANT, Immanuel. Fundamentação da Metafísica dos Costumes. Trad. Paulo Quintela. Coimbra: 1960, p. 56.  

Hans-Georg Gadamer – Hermenêutica

Hermenêutica Hans-Georg Gadamer “A hermenêutica, enquanto teoria da aplicação, ou seja, de ligação do universal e do particular, representa de facto uma tarefa filosófica central” Fonte: GADAMER, Hans-Georg. Elogio da Teoria. Lisboa: Ediçõe 70, 2001, p. 59.

Joseph Ratzinger – Reino de Deus

Reino de Deus Joseph Ratzinger “O eclesiocentrismo, o cristocentrismo, o teocentrismo, todos esses conceitos parecem ter sido superados pelo de ‘reinocentrismo’: a centralização no reino como tarefa comum das religiões. E estas deveriam encontrar-se apenas sob esse ponto de vista…

Platão – Coragem

Coragem Platão “Corajoso, pois, é o homem cujo ânimo, incapaz de ser abalado pelo prazer ou dor, teme ou despreza os perigos conforme lho aconselha a razão”. Fonte: Platão. A República, IV. São Paulo: Atena, 1959, p. 182.