Tag: Literatura

G. K. Chesterton – Bem-aventurança e Pobreza

Bem-aventurança e Pobreza G. K. Chesterton “Foi comumente em sentido um tanto cínico que os homens disseram: ‘Bem-aventurados os que nada esperam, pois não serão desapontados?’. E foi em sentido inteiramente feliz e entusiástico que São Francisco disse: ‘Bem-aventurados os…

G. K. Chesterton – Educação e Sexualidade

Educação e Sexualidade G. K. Chesterton “O efeito de considerar-se o sexo como apenas uma coisa natural e inocente foi que todas as outras coisas naturais e inocentes se tornaram impregnadas e temperadas com o sexo” Fonte: CHESTERTON, G. K. São…

G. K. Chesterton – Antropologia e Cristianismo

Antropologia e Cristianismo G. K. Chesterton “Existe uma inclinação no homem como na trajetória dum projétil, e o cristianismo foi a descoberta do modo de corrigir a inclinação e acertar no alvo”. Fonte: CHESTERTON, G. K. São Francisco de Assis. Campinas: Ecclesiae,…

J. R. R. Tolkien – Mal

Mal J. R. R. Tolkien Bilbo Bolseiro, indo enfrentar Smaug: Todo dragão tem seu ponto fraco” Fonte: TOLKIEN, J. R. R. O Hobbit. São Paulo: Martins Fontes, 2001, p. 215.

G. K. Chesterton – Vícios e Virtudes

Vícios e Virtudes G. K. Chesterton “Ouvimos o sentimental convicto, que fala como se não houvesse problema algum: como se a benevolência física curasse tudo: como se fosse necessário simplesmente dar tapinhas na cabeça de Nero ou afagar Ivan o…

G. K. Chesterton – Racionalismo e Soberba

Racionalismo e Soberba G. K. Chesterton “Os gregos, os grandes guias e pioneiros da antigüidade pagã, partiram da idéia de qualquer coisa esplendidamente óbvia e direta, a idéia de que o homem, andando diretamente à frente na estrada real da…

G. K. Chesterton – Santidade

Santidade G. K. Chesterton “A transição do homem bom para o santo é uma espécie de revolução, pela qual alguém a quem todas as coisas ilustram e iluminam Deus torna-se alguém a quem Deus ilustra e ilumina todas as coisas”.…

Fiódor Dostoiévski – Consciência

Consciência Fiódor Dostoiévski Segundo o homem ridículo, o mundo inteiro é “nada más que el objeto de mi conciencia”. Fonte: DOSTOIÉVSKI, Fiódor. Un hombre ridículo. Buenos Aires: Nuevo Siglo, 1995, p. 15.

Fiódor Dostoiévski – Post Mortem

Post Mortem Fiódor Dostoiévski Sobre o post mortem: “Esperaba la nada absoluta y para ello me había alojado una bala en el corazón. Y he aquí que me encontraba en brazos de un ser, no humano seguramente, pero que era,…

G. K. Chesterton – Direito à Guerra

Direito à Guerra G. K. Chesterton “É exato não haver, como imaginam os pacifistas e os tolos, a menor inconsistência entre amar os homens e ao mesmo tempo guerreá-los, se a guerra se faz com lealdade e por uma causa…